domingo, 1 de setembro de 2013

Restaurantes, o universo gastronômico dos grandes chefs

Um restaurante é um estabelecimento comercial destinado ao preparo e comércio de refeições, normalmente servindo também todo o tipo de bebidas. Normalmente consiste em uma sala com mesas ou um balcão onde os clientes se sentam, uma cozinha e outras áreas de serviço. A comida e bebida é servida por garçons (ou empregados-de-mesa) e barmen.
Cozinha de um restaurante americano em 1.902.

O termo restaurante (do francês restaurant) surgiu no século XVI, com o significado de "comida restauradora", e se referia especificamente a uma sopa. O uso moderno da palavra surgiu por volta de 1.765 quando um parisiense conhecido por Boulanger (sobrenome comum, mas que significa padeiro em francês) abriu seu estabelecimento.
Antes de existirem restaurantes, o único local (excetuando-se as pousadas e tavernas) onde se podia adquirir comida pronta para consumo fora de casa era a cozinha de rua. Ela existe desde a mais remota antiguidade e persiste até os dias de hoje. Em alguns locais sua estrutura pode ser bem simples, contando apenas com uma bancada onde são colocados os ingredientes e uma fonte de calor para preparar a comida. Em outros há modernos veículos com iluminação, refrigeração, fogão e balcão (as lanchonetes, que não são verdadeiros restaurantes). 
O primeiro restaurante como o conhecemos (com clientes escolhendo porções individuais em um cardápio, aguardando em suas mesas, com horários fixos ou não) foi a "Grande Taverne de Londres", fundado em 1.782 por Antoine Beauvilliers, na rua de Richelieu, em Paris, que permaneceu 20 anos sem rival.
Porém, segundo o Guiness Book, o restaurante mais antigo do mundo e ainda em funcionamento fica na Espanha, na calle de Cuchileros 17, Plaza Mayor (Madrid). Trata-se do Sobrino de Botín que fuciona ininterruptamente desde 1.725, embora nos primeiros anos não fosse exatamente um restaurante, mas uma estalagem que recebia viajantes, mercadores, tropeiros.



Pertencia ao cozinheiro francês Jean Botín e não ficava nesse endereço atual, mas na Plaza de Herradores, longe dali. Candido Remis, sobrinho do primeiro dono, batizou a casa com o nome atual, Sobrino de Botín.
Símbolo universal indicativo de um restaurante.
Apesar das pousadas e tavernas serem conhecidas desde a antiguidade, estes estabelecimentos eram voltados a viajantes e, em geral, o povo das suas cidades raramente se alimentavam lá. O restaurante se firmou na França após a Revolução Francesa destituir a aristocracia, deixando um contingente de serviçais hábeis no trato com os alimentos, ao mesmo tempo em que muitos provincianos chegavam à cidade sem pessoas para cozinhar para elas, nem cartas de apresentação às famílias locais. O encontro desses dois públicos deu origem ao hábito de se fazer refeições fora de casa.
Neste período, o chef Marie-Antoine Carême, segundo muitos o fundador da moderna culinária francesa, prosperou, se tornando conhecido como o "cozinheiro dos reis e o rei dos cozinheiros".
Os restaurantes proliferaram rapidamente nos Estados Unidos, com a abertura do primeiro Jullien's Restaurator em Boston, em 1.794, e espalharam-se posteriormente. Contudo, muitos continuaram com a abordagem habitual do "serviço à francesa", providenciando uma refeição partilhada na mesa onde os clientes serviam-se eles próprios, o que os encorajava a comer com rapidez. O estilo moderno formal de jantar, onde os clientes são servidos com a comida já preparada num prato, é conhecido como Service à la russe, pois consta ter sido introduzido em França pelo princípe russo Kurakin cerca de 1.810, de onde se espalhou para Inglaterra e outros países.
Organização de uma cozinha de restaurante
A equipe de um restaurante é formada por uma brigada de profissionais em que cada um tem sua tarefa bem definida dentro de sua especialidade, todos comandados pelo Chef. Não é incomum referir-se a cada um deles pelo nome de sua profissão no idioma francês.
Chef de cozinha :Organizar a cozinha;Estabelecer os menus;Levantar o custo dos alimentos;Elaborar as fichas técnicas;Supervisionar a produção de alimentos.
Subchefe ou sous-chef :Dar apoio ao chefe em todas as suas funções e o substitui em sua ausência;Exercer a função de instrutor juntos aos auxiliares;Supervisionar do desempenho dos “commis”.

Commis: Aprendiz ou ajudante de cozinha; Trabalhar sob supervisão do Sous-Chef
Aboyer :Receber as comandas;Ordenar a marcha dos serviços;Despachar o pedido, fazendo uma avaliação final.
Saucier:Exercer os trabalhos mais delicados: molhos, carnes ensopadas, braseados e pequenas guarnições de acompanhamento.

Garde-manger :Manter em dia as provisões da despensa (seca e a temperatura controlada – câmaras frias); Porcionar os pescados, carnes e aves;Supervisionar, renovar e repor o estoque da cozinha diariamente; Preparar decorações elaboradas em frutas e verduras;Preparar o menu de Saladas Frias e Quentes.
Entremetier : Preparar as sopas, pratos com ovos, legumes frescos e secos;Preparar alguns “hors d´ouvre” quentes: Quiche, suflê, etc.
Rotisseur : Assar todos os alimentos de forno, grellha, espeto e fritos;Cortar as batatas.
Patissier :Executar todas as sobremesas, sorvetes, “petit four” e crepes; Elaborar todos os tipos de massa para doces: massa de bomba, folhado e outros.
Poissonier : Produz os pescados em geral (exceto os assados e fritos), bem como os molhos de pescados.
Boucher : Cuidar do açougue, das carnes; Limpar e posicionar carnes e aves.
Tournant : Substituir cada chefe de praça quando da sua folga.
Chef de gard : Responsabilizar-se pela cozinha, quando o restaurante ainda não está aberto ao público.


Chefe steward :Manter limpo todo o ambiente, desde os materiais da cozinha até as pias, bancadas, equipamentos, câmaras frias; Solicitar material extra necessário para festividades.
Plongeur : Realizar a limpeza pesada.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Restaurante


Há muitos séculos, a cozinha francesa vem mantendo a primazia no cenário gastronômico mundial. Desde o final da Idade Média, época a que remontam a tradição dos “Banquetes de Estado” que fizeram a fama do Palácio de Versalhes e cujos pratos eram concebidos e apresentados de modo a realçar as ambições e divulgar a grandeza do anfitrião e de sua terra, os cozinheiros franceses já era considerada os melhores nessa arte e seguiram se aprimorando até hoje.
Tanto se aprimoraram que, a partir do século 18, mais exatamente da Revolução Francesa, que Paris passou a ser considerada a Capital Gastronômica do Mundo, concentrando recursos culinários de todas as espécies: os melhores cozinheiros, os melhores e mais diversificados ingredientes e os paladares mais sensíveis estavam em Paris. As províncias francesas contribuíam para a glória da cozinha nacional enviando à Capital seus presuntos, salsichas, queijos, peixes, aves, ervas aromáticas e, até mesmo, tortas. 
Paris foi ainda, nessa mesma época, berço de outra revolucionária novidade no campo da alimentação quando, em 1765, Monsieur Boulanger, um vendedor de sopas, um homem de marketing nato, resolveu colocar em seu estabelecimento da Rue Bailleul, perto do Louvre, algumas mesas à disposição de seus clientes que, até então, tomavam seus caldos restauradores (bouillons restaurants) em canecas e em pé.
Entretanto, Monsieur Boulanger e seus imitadores estavam estabelecidos em lugares simples e modestos e serviam uma comida que, embora melhor e bem mais variada que a das tabernas, era ainda muito rudimentar, não atendendo, em absoluto, às expectativas de pessoas oriundas da aristocracia e das camadas superiores ou instruídas do Terceiro Estado que, vindas das províncias, afluíam à “efervescente” Paris revolucionária interessadas em conservar em suas refeições uma certa linha gastronômica a qual estavam acostumadas.
Na França os cozinheiros são respeitados, os Chefs são admirados e os Grands Chefs são honrados tanto quanto os chefes militares ou estadistas. Ao longo de séculos, Chefs franceses têm se espalhado por todos os cantos da Terra, difundindo a cultura de seu país e perpetuando a arte dos grandes Chefs ao lado dos quais aprenderam.
Mas, na verdade, fazem bem mais que isso, pois ao compartilharem seus conhecimentos e seus talentos artísticos com os profissionais nativos, eles contribuem de forma decisiva para o desenvolvimento de uma cultura gastronômica nos países onde se instalam.
E assim, de geração em geração, pela disposição de seus Chefs em questionar o passado, inovar, rever e criar, novos estilos continuam a surgir e a cozinha francesa continua dinâmica, incendiando paladares e garantindo sua inigualável reputação em todo o mundo.
Fonte: Espaço Gourmet Gastronomia

http://www.diparma.com.br/post/um-pouco-da-historia-dos-restaurantes-e-da-alta-cozinha-francesa

Sobrino de Botín (Calle de los Cuchilleros 17, 28005 Madrid , Espanha ) é um restaurante fundado em 1.725, o que, com quase a mesma idade do Den Gyldene Freden (inaugurado em 1.722), faz com que seja um dos restaurantes mais antigos nas instalações originais em todo o mundo. O artista Francisco de Goya trabalhou lá como garçom enquanto esperava para ser aceito na Academia Real de Belas Artes. O restaurante também é mencionado no livro de Fortunata y Jacinta de Benito Pérez Galdós (publicado em 1.886-1.887).


O restaurante foi fundado pelo espanhol James Botin e sua esposa, e foi originalmente chamado de Casa Botín. Ele foi herdado por um sobrinho dele chamado Candido Remis, explicando, assim, a mudança de nome para Sobrino de Botín, que sobrevive até hoje.

O Sobrino e sua especialidade cochinillo assado (leitão assado) são mencionados nas páginas finais do romance de  Ernest Hemingway, The Sun Also Rises . Sua outra especialidade é uma sopa de ajo (um ovo escaldado em caldo de galinha, e temperado com xerez e alho).
http://en.wikipedia.org/wiki/Sobrino_de_Bot%C3%ADn


Sobrino de Botín (Calle de los Cuchilleros 17, 28005 Madrid , Espanha )
O Restaurante
Filosofia da empresa
Quando o casal Emilio González e Amparo Martín projetou as suas ilusões, fundindo a alma com o espírito centenário de um antigo restaurante madrileno, estabeleceram-se as bases para uma bela aventura que, desenvolvida pelos seus filhos Antonio e José e continuada até aos nossos dias pela terceira geração da família, permanece firmemente arreigada no coração do "Madrid dos Áustrias".
A filosofia que tem regido os passos do restaurante Botín ao longo destes anos reflete-se fielmente nas ideias que Antonio González Martín exprimiu em certa ocasião:

"O que mais nos importa é agradar ao cliente. Se o público aceita a Casa, sincera como é, cómoda, mas sem luxos e com os melhores produtos que se possam oferecer, isso basta-me."
Nestas singelas palavras está resumida a filosofia de Botín. Procuramos, antes de mais, a satisfação do cliente, com tudo o que isso implica.
E, para conseguir este objetivo, pensamos que todas as pessoas que fazem parte da empresa, da primeira à última, devem estar envolvidas. O conceito concretiza-se em três vertentes: hospitalidade, bom serviço e boa cozinha.
Hospitalidade
A hospitalidade é algo mais fácil de sentir do que de explicar. Há que dar ao cliente um tratamento caloroso e acolhedor, que o faça sentir à vontade.
Bom serviço
Esta área abarca um vasto leque de tarefas:
É necessário cuidar da aparência do local, das instalações e do pessoal.
Devemos oferecer fiabilidade, dando ao cliente o que espera de nós, assim como reagir rapidamente (capacidade de resposta), caso surja algum problema ou queixa. E, sempre que seja possível, temos de tentar antecipar-nos às dificuldades.
Urge demonstrar profissionalismo, mantendo e atualizando os nossos conhecimentos e capacidades.
A cortesia e a acessibilidade também são fundamentais.
O cliente deve ser tratado com respeito, consideração e simpatia, respondendo ao seu pedido de informação com uma linguagem que possa entender.
E é importante que, em dado momento, tanto o cliente como o pessoal possam ter acesso aos responsáveis da empresa.



É necessário criar um ambiente seguro tanto para os clientes, como para o pessoal.
A confiança e honestidade projetadas pela empresa e pelo seu pessoal conferem-lhe credibilidade perante o cliente.

Boa cozinha
Uma elaboração cuidada e a utilização dos melhores produtos que possamos encontrar são os segredos para que os nossos pratos tradicionais continuem a ir ao encontro do gosto do cliente.

http://www.botin.es/?q=pt/el_restaurante

Stone Crab Joe , também conhecido como Joe´s Stone Crabs , é um restaurante americano, em Miami Beach, Florida . O restaurante foi inaugurado em 1.913, por Joe Weiss, que começou sua carreira Miami Beach como cozinheiro no Casino Smith  em 1.913.
Apesar de caranguejos de pedra ser seu prato mais famoso agora, o peixe foi servido, ao invés de caranguejos, após a abertura do restaurante.
Quando um ictiólogo Weiss perguntou por que ele não serviam caranguejos de pedra, ele respondeu que ninguém iria querer comê-los. Ele acabou por estar errado e eles descobriram logo após cozinhá-los. 
Stone Crab Joe é frequentemente visitado por políticos, atores e atletas. Ele foi destaque no filme The Mean Season em 1.985. O restaurante foi referenciado no romance " Goldfinger ", de Ian Fleming , em que James Bond comeu a melhor refeição que já tinha comido em sua vida.
http://en.wikipedia.org/wiki/Joe's_Stone_Crab



Churrascaria do Keen, NYC

O que começou como um clube privado de fumar cachimbo, que se gabava de ter 90.000 membros, é agora um dos melhores e mais histórica churrascarias em todo o mundo. Depois de servir a melhor carne de cordeiro com salada há mais de 125 anos. O teto é coberto com milhares de tubos, muitos pertencentes a frequentadores famosos como Babe Ruth e Einstein, enquanto recordações históricas cobre as paredes, incluindo o cartaz que Lincoln  estava segurando quando foi baleado no Teatro Ford.
Keen é um lugar amplo de painéis de madeira pesada, e você pode comer nas principais salas de jantar, um menor no andar de cima, em uma pequena sala, como sala de estar, ou no bar, que também tem a maior seleção da cidade de uísques e ofertas especiais de vinho e uísque por dia. De seus aperitivos para bifes de cordeiro e frutos do mar frescos, o Keen nunca perde e é um dos destaques do jantar em New York no passado, presente, e espero que por um longo futuro.

http://www.forbes.com/pictures/ehkj45hghe/keens-steakhouse-nyc/



O Café Procope é um famoso e um dos mais antigos cafés - restaurantes de Paris . Ele está localizado na 13, rue de l'Ancienne Comédie , no 6 º distrito . Também é acessível pela passagem do Cour du Commerce Saint-André .
Café de artistas e intelectuais, ele estava ocupado no século XVIII por Voltaire , Diderot e d'Alembert . Centro ativo durante a Revolução Francesa , ele continua a ser um ponto de encontro para escritores e intelectuais.
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1.789 é reproduzido nas paredes das salas. As portas do banheiro com a indicação "Cidadão" e "Cidadã", respectivamente para homens e mulheres de e muitos documentos referentes à Revolução Francesa estão presentes nas paredes. Um chapéu de Napoleão é especialmente indicado na inscrição.
A fachada com varandas em ferro forjado , e o telhado correspondente, tenham sido objeto de registo em monumentos históricos por um decreto de 20 de  janeiro  1.962.
http://fr.wikipedia.org/wiki/Caf%C3%A9_Procope


Ye Olde Union Oyster House , aberto a clientes, desde 1.826, é o mais antigo restaurante no Estados Unidos da América . Ele está localizado na 41-43 Union Street Boston, Massachusetts . O edifício foi listado como um marco histórico nacional em 27 de maio de 2.003.
O prédio foi construído antes de 1.714, provavelmente em 1.704.  Em 1.771 a impressora de Isaiah Thomas publicou seu jornal, The Massachusetts Spy , a partir do segundo andar. O restaurante foi inaugurado como o Atwood & Bacon Oyster House em 3 de agosto de 1.826. 
Com uma história tão longa e ilustre, o Union Oyster House teve sua parcela de pessoas famosas na história como comensais, incluindo o clã Kennedy e Daniel Webster . Talvez o mais surpreendente, em 1.796, Luís Filipe , rei da França  viveu no exílio no segundo andar. Ele ganhava a vida ensinando francês para mulheres jovens. Primeira garçonete da América, Rose Carey, trabalhou lá a partir do início dos anos 1.920. Sua foto está na parede da escada até o segundo andar. Economista do Trabalho e presidente do Haverford College John Royston Coleman trabalhou aqui incógnito como um "homem de salada-e-sanduíche" por um tempo em 1.970 e documentou a experiência em seu livro The Journal Blue Collar . 




A comida é tradicional de Nova Inglaterra, incluindo frutos do mar , como ostras , mariscos e lagostas , bem como de aves , feijão , bife e costeletas . O palito foi dito ter sido popularizado na América começando no Oyster House.
http://en.wikipedia.org/wiki/Union_Oyster_House



St. Elmo Steak House, Indianapolis
A corrida de automóveis mais famosas do mundo, a Indy 500, foi realizado pela primeira vez em 1.911 - quando St. Elmo Steakhouse já tinha nove anos de idade. 






Nos últimos 110 anos, praticamente todos que estiveram na Indy,  jantaram aqui, junto com os políticos estaduais e municipais (e até AC / DC, Angus Young), e a maioria de suas fotos cobrem as paredes deste enorme restaurante do centro do chão ao teto. St. Elmo é uma churrascaria clássica, com grandes cortes de carne vermelha envelhecida e muita madeira escura e de bronze, mas tem algumas tradições únicas.


Cada prato principal é servido com a escolha inicial da  sopa de feijão ou um copo de suco de tomate. O suco de tomate é de Indiana,marca Red Gold. Um item do menu mais famoso é o coquetel de camarão muito picante. 

Da nossa churrascaria para sua casa, agora você pode desfrutar do nosso ardente molho de cocktail em qualquer lugar que você desejar.
Ganhou o título de "mais picante comida do mundo" pelo conhecido crítico gastronômico Alison stein Wellner, em parceria com o canal de viagem.
http://www.forbes.com/pictures/ehkj45hghe/st-elmo-steak-house-indianapolis/
http://www.stelmos.com/cocktail-sauce/st-elmo-steak-house-bottle-cocktail-sauce/


O Oyster Bar, oficialmente a Grand Central Oyster Bar &amp Restaurant, é um restaurante de frutos do mar localizado no nível inferior do Grand Central Terminal em 42nd Street e Vanderbilt Avenue , em Manhattan , em Nova York . Foi inaugurado junto com o próprio terminal em 1.913 e está no negócio desde então, embora brevemente fechado para reformas, depois de um incêndio em 1.997.
Como o próprio nome sugere, é especializado em frutos do mar . Tornou-se ao longo dos anos um dos marcos da cena culinária de Nova York, visitado por famosos.
Sua arquitetura apresenta os tetos abobadados com azulejos Guastavino, comuns na época de sua construção. O arco em frente ao restaurante também é famoso por uma acústica peculiaridade tornando-se uma galeria de sussurros pelo qual alguém de pé em um canto pode ouvir alguém parado no canto oposto perfeitamente, não importa como eles falam suavemente.

Jerome Brody em 1.974 assumiu o Oyster Bar e iniciou uma grande recuperação do lugar que estava decadente.
"A condição sine qua non do nosso sucesso esperado era que seria preciso uma rede dos melhores fornecedores, e que eu pessoalmente e minha esposa, Marlene procuramos.
Em Maine buscamos lagosta. Em Gloucester, Massachusetts, o melhor peixe do Grand Banks, em Virginia, ostras e caranguejos da Baía de Chesapeake. Deste este dia, a Grand Central Oyster Bar & Restaurant continua a cultivar e receber um grande número de fornecedores internacionais, que vão desde grandes corporações a pescadores individuais, com quem ao longo dos anos nós desenvolvemos uma relação privilegiada".

Jerome Brody  vendeu o Oyster Bar aos funcionários em 1.999, e morreu em 2.001. 
O bar pode ser visto como o pano de fundo para os atores nas apresentações de abertura atuais de Saturday Night Live .
http://en.wikipedia.org/wiki/Oyster_Bar
http://www.oysterbarny.com/history/






A salada Waldorf é uma salada tradicionalmente feita com produtos frescos, maçãs , aipo e nozes, com maionese , e geralmente servida sobre uma camada de alface como um aperitivo ou uma refeição ligeira.

A salada foi criada pela primeira vez entre 1.893 e 1.896, no Hotel Waldorf, em Nova York (o precursor do Waldorf-Astoria Hotel , que surgiu com a fusão da Waldorf com o adjacente Astoria Hotel, inaugurado em 1.897).
Oscar Tschirky , que era maître d'hôtel no Waldorf desenvolveu ou inspirou muitos pratos, e a ele é creditado a criação da receita.
Em 1.896, Salada Waldorf apareceu em The Cook Book, o "Oscar do Waldorf". A receita original não continha nozes, mas eles foram adicionadas no Waldorf , no momento em que a receita apareceu em O Reitor Cook Book em 1.928. A salada tornou-se popular o suficiente para que Cole Porter apresentasse em sua canção de 1.934 " Você é o máximo . "



A salada também foi popularizada por seu papel central na trama da "Salada Waldorf" episódio da comédia britânica Fawlty Towers .

Outros ingredientes, como frango , peru , uvas e frutos secos são por vezes adicionadas. 




http://en.wikipedia.org/wiki/Waldorf_salad


Renomado restaurante do Chef Daniel Boulud encanta os sentidos, com um ambiente elegante, serviço cortês e menus deliciosos no coração do Upper East Side de Manhattan. Ganhou o prêmio do Relais & Châteaux de cozinha francesa contemporânea, que é inspirado pelas estações do ano e acompanhados por vinhos de classe mundial.
O ambiente distinto apresenta mobiliário contemporâneo e acabamentos em cima de grande arquitetura neoclássica do restaurante. DANIEL oferece a  sala Bellecour para um jantar privado e um ambiente aconchegante no acolhedor Bar & Lounge, onde os hóspedes podem desfrutar de cocktails criativos, à la carte e suntuosas sobremesas.
O restaurante também é um destino diferente para casamentos e jantares e é um dos poucos restaurantes de Manhattan a ter uma cobiçada classificação três estrelas Michelin.
Eddy Leroux, Chef de Cuisine
A paixão de Eddy Leroux por comida começou como um estudante. Criada na cidade de Douai, no norte da França, perto da fronteira belga, ele cresceu em um bairro diversificado e frequentou a escola com os marroquinos, poloneses e outros europeus do Leste.
Na hora do almoço, curioso sobre os pratos de seus colegas trazidos de casa, Eddy começou a negociar suas próprias refeições com as deles, e cada vez mais a amar os seus pratos mais exoticamente temperados.
Na idade de 14 anos, Eddy começou treinamento culinário formal e aos 18 anos foi um dos finalistas no concurso nacional para melhor aprendiz francês.
Com 23 anos, Eddy estava trabalhando rapidamente seu caminho nas cozinhas do restaurante de Paris, Lucas Carton, 3 estrelas Michelin. Ali, sob chefe Alain Senderens, um dos fundadores da la nouvelle cuisine, Eddy aperfeiçoou sua técnica e abriu a boca para a variedade de ingredientes de luxo em suas mãos. Durante o seu mandato de cinco anos com Senderens. Eddy tomou uma atribuição de quatro meses na Tailândia, trabalhando como Chef de Cuisine do renomado Le Normandie no Oriental Hotel, Bangkok. No Le Normandie. Eddy cozinhou ao lado de chefs internacionais com estrelas Michelin, ao mesmo tempo explorando os sabores, temperos e produção de cozinha tailandesa em seus dias de folga. Curioso para descobrir mais da Ásia, Eddy viajava para a Coréia do Sul e Mianmar, antes de voltar novamente para Paris e o Lucas Carton.

Logo, o apetite de aventura de Eddy seduziu-o para Nova York, onde assumiu o posto de Chef de Cuisine no Laurent Gras no Waldorf Astories. Ele passou quatro anos lá até que uma noite, em 2.002, ele cozinhou para Daniel Boulud. Em pouco tempo, Boulud convidou para se juntar a ele no Daniel como Sous Chef Executivo. Em junho de 2.005, Eddy foi promovido a Chef de Cuisine de Daniel.
http://www.danielboulud.com/restaurants/
http://danielnyc.com/about


Jean-Georges inaugurado em 1.997 e aclamado pela crítica. A jóia do império do Chef Jean-Georges Vongerichten, o restaurante oferece o melhor em refeições requintadas. Consistentemente premiada com quatro estrelas pelo New York Times e três estrelas Michelin, Jean-Georges apresenta pratos requintadamente trabalhados misturando influências francesas, americanas e asiáticas.
O mercado local do agricultor é a força motriz por trás do menu sazonal, em constante mudança. Chef Jean-Georges é um mestre em manter a essência dos ingredientes e sabe usá-los criativamente para produzir o melhor sabor. Elegante e intimista sala de jantar Jean-Georges foi redesenhado por Thomas Juul-Hansen, com iluminação marcante por L'Observatoire.
Serviço impecável, os preparativos tableside do chão ao teto com vista deslumbrante para o Central Park e Columbus Circle, tudo contribui para uma experiência inesquecível. Jean-Georges oferece um menu prix-fixe e dois menus de degustação de seis pratos e de três pratos.
Trump Hotel Central Park 1 Central Park West , New York, NY 10023

http://www.jean-georges.com/restaurants/united-states/new-york/jean-georges/


JoJo oferece um jantar elegante em dois andares de um lugar pitoresco no Upper East Side. O primeiro dos restaurantes  de Jean-Georges em Nova York, foi inaugurado em 1.991, com várias críticas. Ele foi eleito o melhor novo restaurante do ano, pela revista Esquire Magazine e manteve seu status de três estrelas do New York Times por 21 anos.
Quanto ao nome, JoJo foi apelido do Chef Jean-Georges 'como um jovem rapaz. Jojo é um ambiente hospitaleiro para um jantar casual, ocasião especial, ou festa privada. Os frequentadores podem se sentir confortáveis em jeans ou em traje de noite. O cardápio francês contemporâneo ainda apresenta alguns pratos originais. 

160 East 64th Street, 
New York, NY 10021
http://www.jean-georges.com/restaurants/united-states/new-york/jojo/


Balthazar bistrô serve pratos tradicionais do café da manhã até a ceia de fim de noite. Aberto por Keith McNally, na primavera de 1.997, o Balthazar oferece um menu francês preparado pelo chef de cuisine Shane McBride. Os comensais também podem escolher entre uma extensa lista de vinhos, um bar de frutos do mar crus, e pães e bolos da padaria Balthazar.
Balthazar é conhecido porseu design excepcional. O edifício foi convertido a partir de um armazém atacadista de couro para um espaço arejado, que pode acomodar mais de 200 pessoas na sala de jantar e no bar de zinco. Balthazar também está disponível para acolher o seu evento especial .  
http://www.balthazarny.com/



Noma é um restaurante duas estrelas do guia Michelin localizado em Copenhagen, Dinamarca, fundado em 2.004, dirigido pelo chef René Redzepi. Em 2.010 e 2.011 foi classificado como o melhor restaurante do mundo pela lista San Pellegrino Awards (SPA).







O restaurante está localizado em um antigo armazém no porto, no Christianshavn bairro do centro de Copenhagen.
http://en.wikipedia.org/wiki/Noma_(restaurant)


Alejandro Arizmendi, economista de profissão e hospitalidade por vocação, está na vanguarda do estabelecimento. Com base genuína "Grill Fronton I", e respeitando o seu clássico e simples, oferecem atualizou a impressão pessoal local Arizmendi marca para fazer a nova referência gastronômica na cozinha basca-Navarra em Madrid.  O restaurante oferece 27 mesas com capacidade para 90 pessoas e um salão reservado para festas com capacidade máxima de 12 pessoas.  A organização do espaço, com amplo espaço entre as mesas, favorece a privacidade e gozo de desktops longos.
O Arizmendi é uma cozinha da família, sem artifício, feitos com o melhor do mercado de matérias-primas. A experiência de jantar tradicional, que se funde com novas influências culinárias de dar um novo visual para a cozinha Basca-Navarre.  Nossos chefes são mestres na técnica do grelhado, cada prato preparado com cuidado, apenas carvão de carvalho Flameworked, no ponto certo.
O resultado é um restaurante em Madrid, onde pode desfrutar de pratos típicos da cozinha basca-Navarre, com as grades do passado, apostando na mais alta qualidade sem sacrificar um bom preço.
O restaurante se localiza na Plaza de Tirso de Molina, que leva o nome do dramaturgo de Madrid, tornou-se um mercado de flores original, composto por oito cubos de metal e design moderno de madeira em que você pode encontrar plantas e flores de todos os tipos todos os dias da semana. Localizado no coração de Madrid, pode caminhar até a Puerta del Sol e Plaza Mayor, em menos de dez minutos e também o bairro de La Latina, Plaza Lavapiés e museus mais importantes Capital:. The Prado, Reina Sofia e Thyssen Bornemisza.
http://www.asadorarizmendi.com/index.html

Paul Bocuse, Chef do Século
O lendário cozinheiro francês Paul Bocuse, de 85 anos, recebeu em 2.011 em Nova York, o prêmio “Chef do Século”. A recompensa foi concedida pela prestigiosa escola americana Culinary Institute of America. “Ele é um dos maiores e mais  emblemáticos ‘chefs’ de todos os tempos”, declarou Tim Ryan, presidente do instituto.
VEJA – Edição 1936 -  21 de dezembro de 2.005
Gastronomia
Três estrelas e três mulheres
A vida extraordinária de Paul Bocuse, o chef do século XX, que chega aos 80 anos celebrando o apetite à mesa e na cama.
Antonio Ribeiro, de Paris.
Nas panelas fumegantes da cozinha está sendo preparado o jantar para 200 convivas. No salão do restaurante, o chef francês Paul Bocuse está de braços cruzados, ereto, imóvel. O porte imponente, devidamente paramentado de brim branco e chapéu de copa cilíndrica alta, emerge entre as mesas – a visão lembra a de um busto de mármore sobre um amplo pedestal.
Uma senhora aproxima-se dele, desmancha-se em elogios e, ao se despedir, pede o cartão de visita. “A madame queira me desculpar, eu não tenho cartão, mas meu nome está nos guias de culinária.” E como está. A começar pelo mais famoso deles, o Guia Michelin, no qual Bocuse figura há quarenta anos, ininterruptamente, com nota máxima: três estrelas. Caso único. Os grandes cozinheiros lutam para ganhar uma boa nota, chegam a se matar, literalmente, só com o boato de uma avaliação desfavorável – como fez o chef Bernard Loiseau, que se suicidou em 2.003 com um tiro de cartucheira na cabeça. A dois meses de completar 80 anos, Paul Bocuse mantém sua lenda em alta com o lançamento de uma biografia com o título adequadíssimo de O Fogo Sagrado.


O livro relata a trajetória de Bocuse, o “cozinheiro do século XX”. Se fosse um prato, o livro estaria mais para a culinária baiana. É muito picante. Para começo de conversa, o grande nome da culinária francesa conta sem rodeios que nos últimos trinta anos dividiu sua intimidade com três esposas. Poligamia? “Sou fiel a três mulheres”, confessa Bocuse. Todas com pleno conhecimento mútuo, firmes ao lado do chef. Em julho passado, Bocuse passou pela mesa operatória. Além das três estrelas e das três mulheres, agora ele tem três pontes de safena.

Paul Bocuse e Brigitte Bardot
“Eu trabalho para viver 100 anos e festejo como se a morte estivesse a minha espera amanhã”, disse Bocuse ao Blog de Paris. Os cinqüenta dias de convalescença da cirurgia deram ao agitado Bocuse a oportunidade para colocar a vida em pratos limpos. Apressou-se a publicação da biografia. “Melhor escrever as memórias quando ainda se tem memória.” A razão não foi só essa. Bocuse completa: “Não queria deixar os biógrafos escreverem besteiras comigo ausente, incapaz de desmenti-los”.
O cozinheiro confiou sua história à enteada Eve-Marie Zizza-Lalu, talentosa escritora de 38 anos. Ela conhece Paul desde menina. “Ele passava lá em casa na hora do chá”, conta Zizza-Lalu, que é filha de Patricia, responsável mundial pelos produtos com a marca Paul Bocuse. Patricia é uma das três mulheres a quem o cozinheiro é fiel e a única com quem ele não teve filhos. “Ele sugeriu terminar a biografia com a frase: Paul Bocuse não pode morrer.” Zizza-Lalu descartou a proposta. Ela fez questão, sobretudo, de não deixar Paul Bocuse morrer sem antes falar das suas mulheres. Com isso garantiu que a mãe não fosse citada apenas como uma funcionária eficiente e zelosa. Em O Fogo Sagrado, Bocuse arremata uma vida gloriosa sem cair na dissimulação.

Paródia da Santa Ceia com Paul Bocuse ao centro
Quando o pai de Bocuse ganhou a primeira estrela, o filho Paul já comandava a cozinha, mas a família não tinha direito comercial sobre o nome Bocuse estampado na placa do vizinho.

O restaurante dos Bocuse era apelidado pelos lioneses de Bocusoff. A revanche chegou junto com a notoriedade de Paul. Ele comprou a parte do sócio do pai e readquiriu a antiga propriedade da família, onde montou o restaurante Auberge du Pont de Collonges. Lugar inconfundível pela fachada de cores fortes com um imenso letreiro: Paul Bocuse.
Bocuse e Giscard
Uma sopa é até hoje o prato mais lendário do restaurante. Ela é feita com caldo de carne, vinho branco, trufas negras, foie gras, cenoura, cebola, salsão, carne cortada em pedaços finíssimos, pitadas de sal marinho e pimenta-do-reino. O toque distintivo: crosta de massa folhada para preservar o calor e os aromas. A iguaria custa 80 euros (226 reais) no Auberge du Pont. Ela foi servida pela primeira vez em 1.975, num almoço no palácio presidencial do Eliseu, em Paris. Chama-se VGE, as iniciais do então presidente francês Valéry Giscard d’Estaing. Mesmo o requintado Giscard d’Estaing confundiu-se com o novo prato e não soube como abordar a sopa. “Quebre a casca, presidente”, disse Bocuse. Giscard acabou por espetar a comenda da Legião de Honra no avental do cozinheiro.
O desempenho de Bocuse ficará na história como a maior contribuição para alçar os cozinheiros à posição de chef e torná-los reconhecidos como artistas. Antes restritos à cozinha, eles passaram a circular no salão, tornaram-se celebridades. “Ele nos permitiu ser quem somos”, disse ao Blog de Paris Alain Ducasse, chef do exclusivo restaurante Plaza Athénée. Hoje, muitos chefs estrelados comandam seus restaurantes longe das panelas – pelo menos não tão perto quanto Bocuse. Um jantar a dois com um grande vinho pode custar o preço de um carro popular e é preciso reservar lugar com meses de antecedência. O fenômeno atiça vaidades, nem sempre bem digeridas pelos fregueses. Diz Bocuse: “Se esses chefs me permitissem um conselho, eu diria: ‘voltem para a cozinha’”.

A nouvelle cuisine cumpriu a trajetória das novidades artificiais: foi da glorificação ao escárnio, a ponto de ganhar a pecha de “tudo na conta, nada no prato”. Diz Bocuse: “Esse negócio de cortar uma ervilha em quatro partes não é comigo”. Alguns críticos reprovam Bocuse por não mais inovar no menu e na decoração dos seus restaurantes – além do original de Collonges, ele tem cinco brasseries em Lyon. Aos que clamam por novidades, ele decreta com desdém: “Se os senhores se referem à cozinha molecular, tenho o maior prazer em dizer que não a praticamos. Lamento também informá-los que ninguém come em museus nem vem aos meus restaurantes para comer as cortinas, só existe uma culinária: a boa”.
http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/tag/paul-bocuse/





Restaurante Le Meurice, Paris
Hôtel Le Meurice
228, rue de Rivoli 
75001 Paris, França
Alain Ducasse convida você a descobrir a essência da sua cozinha.
A cozinha pura que se transforma em simplicidade. Volta para a sua verdade, sem qualquer ingrediente supérfluo. As preparações são purificadas para deixar espaço para a força do bom gosto.

Voltando ao básico é também respeitar o ritmo das estações do ano, quando o produto está no seu melhor momento. Para Alain Ducasse, a refeição conta uma história, a mesa é um palco. A nova mesa encontra o seu caminho até o restaurante Le Meurice. Objetos de mesa exclusivos para dar o ritmo. Criações originais de Pierre Tachon, ou valiosas peças de artesanato japoneses por Shinichiro Ogata.
Inspirado no Salon de la Paix, no Château de Versailles, a sala majestosamente se impõe: espelhos antigos, lustres de cristal, bronze, mármore e afrescos ... Elegância romântica, decoração atemporal refinada. E depois, há a vista encantadora, que se materializa através de grandes janelas, com vista para os vizinhos Jardin des Tuileries.
http://www.alain-ducasse.com/en/restaurant/restaurant-le-meurice



O restaurante Les Ambassadeurs 
Aqui, poderá desfrutar de uma refeição num restaurante refinado com um estilo clássico luxuoso e uma atmosfera formal e romântica.
Os peritos referem-se a este estabelecimento como um dos melhores locais para comer da cidade. Deverá tentar reservar uma mesa com vista para a praça. Composição de cores definida aqui principalmente por tonalidades claras. O interior é confortável e elegante.
Localizado ao lado de Place de la Concorde, no Hotel Crillon.
O restaurante encontra-se situado num elegante edifício histórico. Este edifício data do século XVIII.
Se gosta de uma cozinha French da maior qualidade, então esta é uma excelente escolha. Alta cozinha original! A primeira estrela da Michelin foi já atribuída, seguindo-se certamente outras mais.
Os pratos no menu são de tipo artístico. O acompanhamento é muito artístico. Apenas são utilizados os melhores ingredientes.
Irá ver principalmente casais e clientes elegantes aqui. Os homens são obrigados a usar um casaco ou blazer.
A refeição é complementada pelo serviço amistoso e formal. Os empregados vestem-se com um estilo profissional e formal.

http://pt.happzy.com/restaurants/franca/paris/les-ambassadeurs


Le Grill Monte-Carlo
LE GRILL
Place du Casino 
Ser atraídos para descobrir todas as sutilezas da gastronomia mediterrânea, entre o mar, o céu ea terra, no Grill ...
Desde o último andar do Hotel de Paris em Mônaco e com vista para o Principado, apreciar o azul deslumbrante do mar vista panorâmica interminável le Grill (que recentemente celebrou um jubileu) Tem para oferecer.

O teto se abre para um céu estrelado, revelando a famosa rotisserie visível para os convidados, com um menu Mediterrâneo magistralmente equilibrado completar a experiência. Entre as opções de sobremesa, o famoso suflê, no menu desde 1.898, é um favorito o tempo todo ... Um endereço lendário!

Alguns dos pratos lendários, grades do passado e do presente incluem: Scallops, Chimney braised radicchio, Herb crusted rack of Sisteron Lamb.  

http://www.alain-ducasse.com/en/restaurant/le-grill




La Bastide de Moustiers Moustiers-Sainte-Marie
Chemin de Quinson 
04360 Moustiers-Sainte-Marie, França
Uma pousada no coração de campos de lavanda e oliveiras, cozinha mediterrânica interpretado por alguém que realmente conhece a região, todo o charme da Provence!
Nesta casa agradável no coração da Alpes de Haute Provence o cardápio muda diariamente, após a mudança das estações e os conteúdos da horta. Chef Christophe Martin transmite com precisão a generosidade e o sabor da cozinha provençal. Cada prato é concebido como uma história para compartilhar.
Algumas delícias sazonais sugeridas pelo chef: ervilha Chilled e sopa de feijão, carne de cordeiro pré-alpes assada na lareira ou cocotte de legumes primavera cozidos com azeite Bastide ...

http://www.alain-ducasse.com/en/restaurant/la-bastide-de-moustiers
Em 1.998, a Fortaleza do Guincho transformou-se numa unidade hoteleira, onde a gastronomia é um bem fundamental. O já conhecido Chefe francês, Antoine Westermann, assumiu o cargo de Consultor, levando para Portugal três profissionais de cozinha para fazer a sua abertura. Marc Le Ouedec, Vincent Farges na cozinha e Fabian N’guyn, na pastelaria. Começou assim a história da Fortaleza do Guincho.
Ficando, algum tempo depois, o Marc Le Ouedec sozinho.
Hoje, Vincent Farges, que regressou a um país que diz acreditar no seu futuro, já fez algumas alterações. Foi há pouco mais de um ano, que o novo Chefe de cozinha assumiu as suas funções. Desde então, a cozinha sofreu algumas mudanças, mas a estrela Michelin permaneceu intacta. O objectivo agora passa pela conquista da segunda.
Influências portuguesas
Vincent Farges voltou para marcar a diferença. Respeitando o trabalho já feito pelo seu antecessor, o Chefe quis fazer algumas mudanças na cozinha da Fortaleza do Guincho. Hoje, quem quiser uma refeição ligeira, baseada em produtos portugueses poderá encontrá-la nesta Fortaleza. Uma alteração que vem, também, da abertura de Antoine Westermann. O Consultor já não se limita, apenas, a valorizar os produtos de Estrasburgo, estando agora aberto a outras influências. Desta forma, Vincent Farges consegue dar o seu toque pessoal numa cozinha que continua a manter o espírito Westarmann.
O novo Chefe de cozinha conserva a base da cozinha francesa, mas inclui os produtos nacionais. Vincent Farges apaixonou-se pela cozinha tradicional portuguesa e os seus sabores. Mesmo procurando reproduzir esses sabores, não encontrará na Fortaleza do Guincho um prato típico português. O objectivo é transmitir um sabor e não um prato já conhecido, não correndo o risco de ser criticado. Para Vincent Farges, os pratos típicos são sempre melhor confeccionados pelas mães e avós, não querendo, então “competir” com sabedorias passadas.
Para as suas pesquisas gastronômicas, o Chefe tenta almoçar e jantar em casas de amigos. Porque, para ele, a verdadeira cozinha é aquela que se come em casa familiares. Vincent Farges diz mesmo que esta cozinha não se encontra em restaurantes da capital, nem na própria Fortaleza do Guincho. O principal objetivo da desta unidade é fazer algo diferente, respeitando o produto.
Agora o próximo passo de Vincent Farges, mais que conservar a primeira estrela, é conquistar a segunda estrela Michelin. Os investimentos foram feitos, agora é só esperar.
http://www.chefesdecozinha.com/index.php?s=2&eid=25



Fasano é um restaurante localizado nos Jardins, em São Paulo, e que anteriormente se localizava no Conjunto Nacional, na avenida Paulista, na mesma cidade.
Foi fundado em 1.930 por Vittorio Fasano no centro antigo de São Paulo.






Posteriormente, o Restaurante Fasano abriu uma filial na avenida Paulista. Ruggero Fasano abriu neste espaço gastronômico uma confeitaria e um jardim de inverno.
Era, também, uma casa de espetáculos, onde desfilaram nomes famosos como o cantor americano Nat King Cole, o ator inglês David Niven, a atriz alemã Marlene Dietrich e a atriz americana Ginger Rogers. O príncipe de Gales, Eduardo VIII, o presidente americano Dwight Eisenhower e o presidente da República de Cuba, Fidel Castro. Nos finais de ano, o salão do restaurante era ocupado por bailes de formatura animados pelas melhores orquestras do Brasil, entre elas se destacava a do maestro Silvio Mazzuca.

O Restaurante Fasano deixou a avenida Paulista em 1.982, tendo sido sucedido pela Liquigás e hoje ocupa um espaço no inédito e sofisticado Hotel Fasano, à rua Vitório Fasano, nos Jardins, sendo aclamado, desde sua inauguração, pela grande crítica.
É um dos restaurantes mais premiados pela revista Veja São Paulo e é considerado um dos maiores e mais conceituados restaurantes de São Paulo sendo eleito em 2.012 como o melhor restaurante de São Paulo pelo público e o melhor restaurante italiano pelo júri em pesquisa feita pela Datafolha.

O restaurante tem uma filial em Ipanema, no Rio de Janeiro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Restaurante_Fasano



Il Sogno di Anarello
Fiel ao clima e decoração genuinamente italianos, o Il Sogno Di Anarello proporciona um ambiente calmo e descontraído. Proprietário e chef de cozinha, o napolitano Giovanni Bruno é o grande responsável por esta cantina e todas as maravilhas servidas.
Massas como tortellini verde com cogumelo seco, creme de leite e parmesão, carnes como a perna traseira de cordeiro, assada com ervas e corada com cogumelo e verduras, risotos, entre outros são parte do cardápio. O já consagrado Il Sogno Di Anarello está localizado na Vila Mariana, em São Paulo.

http://sao-paulo.restorando.com.br/restaurante/il-sogno-di-anarello

Windhuk era o nome de um navio alemão que foi lançado ao mar em 15 de outubro de 1.936, com capacidade para 160 passageiros na primeira classe e 380 na classe turística, além de 250 tripulantes. Tinha 176 metros de comprimento, deslocava até 16.662 toneladas, a distância da ponta do mastro até a quilha era de 52 metros e sua largura era de 22 metros, atingia a impressionante velocidade de 18 nós.
O Windhuk partia de Hamburgo (Alemanha), ancorando em diversos portos até a África do Sul. Em 1.939, na sua 13ª viagem, quando estava na África, muitos países declararam guerra aos alemães, por este motivo, o navio Windhuk não conseguiu mais retornar à Alemanha, desta forma o capitão resolveu ir em direção ao Brasil, que até então permanecia neutro na guerra e assim foi feito e o Windhuk ancorou no porto de Santos em 7 de dezembro de 1.939.


Em 1.942, quando o Brasil declarou guerra contra a Alemanha, toda a tripulação foi presa e conduzida para campos de concentração no interior de São Paulo e lá ficaram presos até o fim da guerra em 1.945.



Em 1.948, um dos ex-tripulantes do navio Windhuk que aqui permaneceu, fundou o Bar Windhuk em Moema, passando assim por alguns proprietários, até que Valfrido Krieger (brasileiro, natural de Santa Catarina) ingressou no bar como funcionário em 1.964 e nove meses depois, por sua força e dedicação tornou-se proprietário.

O Restaurante Windhuk possui 280 lugares em um ambiente amplo, onde você pode degustar todos os principais pratos da culinária alemã, além de deliciosos petiscos e um chopp cremoso e geladíssimo tirado de uma chopeira à gelo que recebe o chopp vindo diretamente da camara fria, passando antes por mais de 100 metros de serpentina coberta por gelo.
http://www.windhuk.com.br/index.asp


Localizado em uma tranquila rua dos Jardins, o restaurante Brasil a gosto integra o projeto da chef Ana Luiza Trajano de pesquisa e difusão da cultura e da gastronomia brasileiras.
O ambiente charmoso e agradável se destaca pela luminosidade natural, com janelas de vidro e jardim interno. Nas paredes, tons claros valorizam a decoração, que se combina às cores vivas e alegres dos detalhes, como cortinas e mesas com tampo colorido.

O projeto arquitetônico, assinado por Leiko Motomura, harmoniza-se com a proposta do local e reflete o compromisso com a sustentabilidade em um ambiente moderno e urbano. A cerâmica está ligada ao preparo dos alimentos desde o início dos tempos. Resistentes ao fogo, esses objetos permitiram ao homem incrementar seus métodos de cozinhar.
Hoje, essas peças chegam às mesas dos restaurantes com um novo propósito: complementar o trabalho dos chefs. Além de mais atraentes, mantêm a temperatura dos alimentos.
No Brasil a gosto, os objetos do restaurante levados à mesa, como moringas, pratos, petisqueiras e xícaras, são de cerâmica. Com formas arredondadas, são inspirados em moldes orgânicos, como a cabaça, o jerimum, o cuité, o cesto, o feijão e a casca de coco.
Herança de suas avós cearense e mineira, a ligação da chef com a cozinha e os ingredientes brasileiros vem desde a infância no interior de São Paulo. Já nessa época, não entendia porque, em ocasiões especiais, a comida brasileira não fazia parte do cardápio.
Com isso na cabeça e convencida de que seu destino estava entre panelas e fogões, mesmo já formada em administração de empresas, partiu para a Itália.
Lá estudou em importantes instituições culinárias, caso do Istituto per la Promozione delle Cultura Alimentare, em Milão e do Costigliole d´Asti, no Piemonte, encerrando o período italiano como aprendiz na cozinha do restaurante Beccofino, em Florença.
Ao voltar ao Brasil, em 2.003, iniciou seu trabalho de pesquisa, uma verdadeira expedição culinária por todas as regiões brasileiras, em busca de conhecimento sobre os ingredientes, receitas e a importância cultural de cada prato.
Certa do enorme potencial da comida brasileira, em 2.006, inaugurou o restaurante Brasil a gosto para difundir a cultura do País, com base na gastronomia nacional.
Periodicamente, realiza viagens para descobrir novos ingredientes e receitas e renovar, a cada três meses, os menus de seu restaurante.
http://www.brasilagosto.com.br/#/ana-luiza-trajano


Desde setembro de 1.996 no Itaim, o Cantaloup faz sucesso entre os clientes mais exigentes. A começar pelo ambiente, que reflete um design contemporâneo, valorizando a iluminação natural, o verde, a amplitude de espaços e elementos diversos como madeira, ferro e tijolos de demolição.
O menu, como não poderia deixar de ser, tem toque de mestre com receitas criativas baseadas em peixes e frutos do mar. Em anexo, está o Cantaloup Living Room, idealizado como um complemento ao restaurante. Um espaço para as pessoas degustarem bons vinhos, drinques e canapés criativos, enquanto ouvem boa música.
O elegante Cantaloup leva ao Itaim cardápio contemporâneo baseado em peixes e frutos do mar.
http://www.guiadasemana.com.br/sao-paulo/restaurantes/restaurante/cantaloup



No 23º andar do hotel Tivoli São Paulo - Mofarrej nos Jardins, está localizado o primeiro restaurante, nas Américas, do multiestrelado chef espanhol Sergi Arola. O Arola Vintetres implanta o conceito de “Tapas Gourmet”, porções sofisticadas que podem ser saboreadas no balcão do bar, no lounge ou degustadas como entradas. Além das tapas, o Arola Vintetres oferece pratos e sobremesas receitas consagradas nos restaurantes de Sergi Arola.



Em harmonia com este ambiente, a adega do Arola Vintetres com capacidade para mais de 2.500 garrafas oferece uma extensa e completa seleção de mais de 750 vinhos. A decoração do restaurante valoriza a vista espetacular da cidade de São Paulo. Pelas imponentes paredes envidraçadas aprecia-se uma visão panorâmica das torres da Avenida Paulista, do Parque Trianon e de toda a região dos Jardins.
O Bar
Além da sua excelente gastronomia, o Arola Vintetres apresenta um espaço para animar ainda mais as suas noites.
Destacam-se uma completa e variada carta de coquetéis e destilados e a seleção de músicas tocadas pelo DJ residente do Arola Vintetres.
Viva essa experiência e curta o clima agradável e sofisticado do lounge bar do Arola Vintetres, apreciando a incrível vista panorâmica da cidade de São Paulo.

A cozinha de Sergi Arola conhecida como “Cocina de Autor” pode ser apreciada nos menus de seus restaurantes em Madrid e Barcelona, na Espanha, em Sintra, Portugal, em Santiago, no Chile, e em São Paulo, no Brasil, transformando esses locais em referências incontornáveis nos guias gastronômicos internacionais.
A marca de prestígio Sergi Arola começou a se desenhar ainda na adolescência na cozinha do seu avô e, desde então, o chef catalão nunca mais abandonou a cozinha.
O segredo de todo esse sucesso está relacionado à sua paixão pela criação de pratos que se tornam tendências gastronômicas e pelo seu empenho em seduzir o paladar dos clientes.
Multipremiado e com duas estrelas no renomado Guia Michelin, Sergi Arola é uma celebridade em meio aos grandes cozinheiros do mundo. 


http://www.arolavintetres.com.br/


Em 1.954, os franceses Roger Henry e sua esposa Fortunée inauguraram o La Casserole, em frente ao Mercado das Flores, no Largo do Arouche, onde se encontra até os dias atuais. A culinária e os ares franceses estão presentes em cada detalhe, desde o delicioso cardápio até a decoração.
Entre as muitas opções há entradas como Terrine du jour- “Terrine” do dia (de acordo com os melhores ingredientes encontrados pelo nosso chefe), Terrine au canard et pistaches- “Terrine” de pato e pistache, Salade aux pousses de cresson, courgettes légèrement grillées,port salut et tomates- Salada de mini agrião, lâminas de abobrinha, tomate assado, queijo “port salut” e tapenade de azeitonas.


Como pratos principais carnes, peixes, crustáceos, aves e caças, como o Fricassé de lapin, sauce au vin Blanc et moutarde em grains, risoto au parmesan et cresson – coelho em pedaços ao molho de vinho branco e mostarda em grãos, risoto ao parmesão com agrião, estão entre as várias opções. A tradição de quem entende do assunto.


http://sao-paulo.restorando.com.br/restaurante/la-casserole/






O Grupo Le Vin foi criado em 2.000, quando Nancy Mattos e Francisco Barroso – proprietários do Café Antique - abriram o primeiro Le Vin Bistro, no bairro dos Jardins, em São Paulo. 
A ideia era trazer para a cidade a autêntica cozinha de bistrô francesa: descomplicada e muito saborosa, com um menu repleto de pratos característicos de todas as regiões do país, servidos em ambiente descontraído e charmoso. 
Com o sucesso da primeira casa, não tardou para que os restaurateurs ampliassem os negócios.  Em 2.001 veio a Le Vin Patisserie, confeitaria ao estilo francês, para a produção das sobremesas da casa.



Quatro anos depois inauguraram o Le Vin Bistro no Itaim Bibi.
O Le Vin dedica-se à tradição francesa de bistrô, com pratos rápidos e clássicos, servidos em ambiente descontraído e charmoso. A fórmula é repetida com sucesso desde a primeira casa do Grupo, na Alameda Tietê, até os dias de hoje, também nas filiais do Rio de Janeiro e Brasília.
As toalhas xadrezes, as fotos de família nas paredes e mesas nas calçadas são a marca registrada do Le Vin Bistro. Clientes novos e fiéis são bem-vindos todos os dias, seja para o almoço ou jantar, como também para bebericar com amigos ou comer algo leve.
No Le Vin Bistro você tem a certeza de encontrar a autêntica cuisine bistrotière. O menu – com opções para todo tipo de refeição – é repleto de clássicos de diversas regiões francesas. 
Entre os favoritos dos clientes estão o Steak Tartare (carne crua cortada na ponta da faca e temperada ao estilo francês), o Confit de Canard (coxa e sobrecoxa de pato confitadas), as Moules et Frites (mexilhões e batatas fritas) e o Polvo à provençal (salteado no alho e azeite). Um balcão de ostras frescas, vindas de Santa Catarina, completa o clima típico de locais assim na França.
http://www.levin.com.br/#/home


A mistura da cultura italiana com a culinária típica do interior paulista foi a inspiração que o chef Jefferson Rueda usou para criar o restaurante Attimo (“momento” em italiano). Única, a casa é fruto da amizade entre Rueda e o restaurateur Marcelo Fernandes, proprietário dos reconhecidos Kinoshita, Clos de Tapas e Mercearia do Francês.
Amigos há anos, os dois, que se aproximaram através da relação de chef e comensal, passaram meses resgatando tradições, desvendando sabores e testando combinações.
Criado na roça, Rueda viu seus avós italianos adaptarem as receitas da família usando ingredientes brasileiros. 
O resultado é uma cozinha ítalo- caipira, 
como o próprio chef optou por chamar.
Os elementos deste recém-criado conceito foram salpicados por todo o restaurante: a decoração aconchegante como em uma sala comunal de uma grande fazenda, dos 142 vinhos - mais da metade são italianos - expostos na adega climatizada localizada acima do salão principal, e até uma horta orgânica com pimentões, abóboras e ervas para temperos ladeando a parte externa da casa. Há também uma carta especial de cachaça com 40 variedades.
Da cozinha, saem pratos inspirados nas duas Itálias de Jefferson, a paulista e a europeia, como o Ravióli surpresa de galinha caipira e quiabo ao leve molho do
assado, Noque de batata doce roxa assada com orelha de porco, espinafre europeu e vinagre balsâmico envelhecido 25 anos e Carne de porco à moda caipira em quatro versões: medalhão com bacon, linguiça da casa, pancetta e codeguim.
Outro destaque é o bar da casa: aberto durante todo o dia, o bar tem três pratos especiais, que podem ser degustados a qualquer hora – Noque de batata ao molho de tomate italiano e peccorino trufado, Fusilli caseiro de ragu de linguiça calabresa e peperoncino e Milanesa de coxão mole, legumes, salsa verde e mostarda de Cremona -     uma seleção de drinques, cervejas e cachaças,   além de 
de comidinhas de bar, entre elas Mini coxinhas recheadas com galinha caipira e fonduta de catupiry, Pão de queijo caseiro recheado com linguiça levemente defumada e Canudinho de festa de casamento ao creme de camarão e ovas de peixe Mujol.

http://www.attimorestaurante.com.br/


O chef Adriano Kanashiro, do restaurante Momotaro, tem o dom de cozinhar. Ama o que faz. O resultado é uma culinária japonesa reconhecidamente “criativa” e “ousada”. Não são apenas duas palavras da moda. São conceitos que brotam naturalmente na boca de quem experimenta seus pratos. Kanashiro é um daqueles seres perfeccionistas, que não descansam enquanto não encontram os melhores ingredientes. Depois, busca os cortes e cozimentos exatos. As misturas equilibradas. E, muitas vezes, acrescenta um item desconcertante, como quando passou a utilizar foie gras, uma iguaria francesa, com sushi. E a mágica foi feita!
Quando a novidade criada por ele virou moda em outros restaurantes japoneses, Kanashiro já estava em outra, pesquisando, errando e acertando. Mais acertando do que errando, como quando criou um sashimi de salmão enrolando finíssimas fatias de palmito pupunha, um ingrediente brasileiríssimo.

Em cima, ovas de mujol com molho wasabi e limão siciliano. É uma obra de arte com sabor marcante, que faz parte do cardápio do Restaurante Momotaro, na Vila Nova Conceição, em São Paulo.
Kanashiro pertence a um seleto time que pratica alta gastronomia na culinária japonesa. Gosta de inovar, provocar, dar toques modernos na mistura de ingredientes e cozinhas. Mas tem uma “base clássica”, como gosta de dizer, pois começou sua carreira aos 19 anos em restaurantes tradicionais da Liberdade, em São Paulo. Não demorou para que o aprendiz virasse mestre. Passou pelo tradicional Shigue, abriu o lendário By Adriano Kanashiro, onde pôde exercitar sua cozinha autoral. Em seguida, foi convidado para asssumir o comando do Kinu, no estrelado hotel Grand Hyatt.
Kanashiro é neto de japoneses que migraram de Okinawa, um conjunto de ilhas no extremo sul do Japão, conhecido por suas praias paradisíacas, e por sua culinária marcante.

Ele nasceu em Londrina, no Paraná, onde aprendeu a comer sashimi de peixe de rio com sua família e seu pai tinha um famoso bar que vendia batidas.
A culinária está no sangue de Kanashiro.
A arquitetura e a decoração do restaurante japonês Momotaro, do chef Adriano Kanashiro, fazem um casamento perfeito com sua proposta: oferecer alta gastronomia, mas com alma de izakaya, os informais botecos japoneses, onde são servidos petiscos e bebidas.
“Criamos uma arquitetura com personalidade, original e sofisticada. Mas, ao mesmo tempo, descontraído, com o jeito do Adriano, que está sempre bem humorado, agregando pessoas”, afirma o arquiteto Roberto Kubota.
O restaurante tem cinco ambientes com identidades próprias, mas que, no conjunto, ajudam a definir a personalidade do restaurante.
A entrada é uma extensão da espera e, ao mesmo tempo, antessala do bar. Desse espaço, já é possível visualizar parcialmente os principais espaços do restaurante japonês.
O bar, que fica integrado à uma bela adega de mais de 40 rótulos de saquês, informa aos clientes a vocação de izakaya do local. Quem quiser sentar-se nas banquetas do bar vai interagir com os bartenders e conferir o preparo dos drinques e coquetéis, enquanto aguarda uma mesa.
http://www.restaurantemomotaro.com.br/

O Rive Gauche Cuisine foi inaugurado em novembro de 2.012 e nasceu da paixão da restauratrice  Ida Maria Frank (Due Cuochi Cucina e Le Marais Bistrot) pela gastronomia e produtos franceses.  Esse encantamento pela culinária francesa surgiu durante o período  em que ela viveu em Paris e que a fez ingressar na aclamada escola de culinária Lenôtre. A ideia de Ida com o Rive Gauche foi  trazer ao shopping mais charmoso de São Paulo, o Shopping Cidade Jardim,  um restaurante com cardápio franco-italiano, explorando o melhor de cada uma dessas cozinhas, num ambiente que seguisse o estilo dos bistrôs franceses, com uma vista privilegiada. O nome da casa (margem esquerda, em francês) é alusivo à localização do Shopping Cidade Jardim, que fica na margem esquerda do Rio Pinheiros.

Para a realização desse projeto, a restauratrice chamou o chef francês Marc Le Dantec, que tem em seu currículo passagens por  renomados restaurantes e prêmios de melhor chef. Para desenvolver a seção dedicada aos pratos italianos, que representa cerca de 30% do cardápio, Ida contou com a experiência do jovem  e talentoso chef executivo do Due Cuochi, Giampiero Giuliani.  A combinação deu muito certo.
O Rive Gauche Cuisine está instalado no 3o piso do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo,  ao lado do 'restaurante-irmão' Due Cuochi Cucina, com o qual divide o mesmo  jardim.
http://www.rivegauchecuisine.com.br/home


TOMATTO, pioneiro no cenário da enogastronomia paulistana, reconhecido pela Accademia Italiana della Cucina, abriu as portas em 1.983, como único ponto de encontro numa área nobre, na zona Sul, que originariamente abrigava casas e clubes, mas foi povoando-se com centros comerciais, escritórios e transportes públicos, até incorporar-se ao tecido urbanístico da cidade.
A iniciativa de abrir um restaurante para atender um grupo de clientes sofisticados e exigentes, para oferecer uma verdadeira pizza italiana e pratos apreciados em todo o mundo, foi resultado do empreendorismo de uma residente daqueles dias: a condessa Giulia Lantermo di Montelupo.
O TOMATTO, que conta ainda com a mesma equipe original de vinte colaboradores e fiel escolhas iniciais na área gastronômica.
Recentemente um toque de modernidade em suas linhas arquitetônicas, ganhou uma dimensão multifuncional, em sintonia com os tempos. Os atuais janelões de vidro na fachada criam, doam luz e alegria ao restaurante, em cuja sala central imperam dois gloriosos fornos a lenha, presentes desde a inauguração. Há bom aproveitamento dos espaços internos proporciona uma maior distância entre as mesas, que, aparelhadas com toalhas e guardanapos de linho claro, de acordo com as refinadas idéias da dona da casa, podem acolher até cinquenta hóspedes.

Um amigável bar, com várias mesinhas, que permite enganar a espera com prazer, e a abertura de um salão de recepções para até 40 pessoas completam a multifuncionalidade das instalações, para atender as exigências dos clientes de hoje.


http://restaurantesdomundo.blogspot.com.br/2013/01/restaurante-tomattocozinha-italiana.html

Ele é o responsável pelo sucesso do restaurante La Tambouille, em São Paulo. Comida e serviço estão sempre impecáveis e, o lugar, um charme só.  Bolla recebe os clientes como convidados em sua casa, daí seu sucesso há mais de três décadas. 
Giancarlo Bolla, 61, começou a vida em São Paulo trabalhando como garçom. Nascido em San Remo, na Itália, chegou ao Brasil em 1.956. Aqui, passou por casas renomadas como o Roma, o Rubayat e o estrelado restaurante do hotel Ca'd'Oro.
Com apenas 24 anos, já era um dos maîtres mais jovens da cidade. No Ca'd'Oro, aprendeu com o chef Emilio Locatelli os segredos da culinária e a sensibilidade para criar receitas.
Atualmente, é dono de cinco casas em São Paulo e supervisiona a cozinha de todas: O Leopolldo, PianoForte, Bar des Arts e o pastifício e restaurante Sapore di Pasta, além do estrelado La Tambouille. 
Aberto em 1.971, o La Tambouille figura entre os restaurantes mais tradicionais da cidade. Seu cardápio segue a linha franco-italiana. Empresários são frequentadores assíduos do lugar. Procuram no ambiente com ar de villa da Itália um espaço para realizar almoços de negócios.
Além de massas, o cardápio traz carnes, aves e peixes.
Um dos pratos mais conhecidos - e pedidos - é a trilogia de cordeiro. Filé, contrafilé e costeleta vêm à mesa regados com molho de pimenta e acompanhados de risoto milanesa. Outra sugestão é o badejo grelhado com ervas, que tem como guarnição panquecas recheadas. Uma dica é aproveitar o clima mediterrâneo para experimentar a caipirinha de frutas silvestres.
http://www.guiadasemana.com.br/sao-paulo/restaurantes/restaurante/la-tambouille
http://www.fiordipasta.com.br/latambouille.html
Considerado como um dos melhores restaurantes de frutos do mar de São Paulo, o Don Curro tem como sua maior especialidade a famosa “Paella”, feita com lagostas, mariscos, camarões, frango e especiarias importadas da Espanha.
A 150 metros da cozinha, o Don Curro possui ainda uma peixaria própria e um viveiro com capacidade para armazenar até 800 lagostas vivas. Uma enorme parede de vidro separa o salão da cozinha, permitindo visualizar a atividade de dezenas de funcionários, cada um dedicado a uma função específica: limpeza dos ingredientes, pré-preparo, etc.

Venha conhecer o Don Curro e apreciar a Paella, acompanhada da tradicional Sangria, além de desfrutar dos melhores vinhos espanhóis cuidadosamente armazenados em nossa adega climatizada.
Depois de 12 anos de touradas em Sevilla (Espanha), Francisco Rios Dominguez , o Don Curro, veio para o Brasil junto de sua esposa Carmen, neta de uma das cozinheiras do Palácio Real de Granada.
Aqui no Brasil Don Curro inaugurou em 1.958 seu restaurante, e hoje os filhos Rafael e José Maria – este, campeão de coquetelaria – são os atuais responsáveis pela excelente qualidade do restaurante.
Os pratos servidos pelo Don Curro matem as características tradicionais da cozinha espanholas trazidas pelos criadores do restaurante em 1.958.
Quando saíam de madrugada para o trabalho, nos séculos 16 e 17, os camponeses da região de Valência, na Espanha, levavam azeite, arroz, sal e uma panela redonda, ampla e rasa, com alças, a que davam o nome de “paella” – e não “paellera”, como dizem alguns atualmente.
Ainda de manhã, capturavam um coelho ou pato selvagem, caracóis nativos e colhiam legumes da estação.
Ao meio-dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almoço. Era um momento de sociabilidade e congratulação. Na “paella”, utensílio derivado de “patella”, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecundação da terra, colocavam azeite, carnes, vagens, águas, favas, sal, caracóis, açafrão e arroz. Só mais tarde acrescentaram o tomate, ingrediente originário da América, que chegou à Espanha após a viajem pioneira de Cristóvão Colombo, e o frango, nobre a caro demais para os padrões rurais da época.
Essa é a história oficial da “paella”, o prato de origem espanhola mais preparado no mundo. Ao migrar para ouras regiões, a receita valenciana sofreu interessantes aculturações. Surgiram a “paella marinera”, feita com peixes e frutos do mar; a “mista”, à base de peixe, frutos do mar e carnes; a “negra”, com tinta de lula. Além disso, apareceram “paellas” apenas com verdura, alcachofra, fígado ou morcela. Mas existe uma variante da “paella” com massa, a “fideuà”. O nome vem de “fideo”, que em espanhol significa aletria, macarrão. No poro de Gandia, em Valência, conta-se que a “fideuà” surgiu acidentalmente. Os pescadores usaram massa porque não tinha arroz para juntar aos ingredientes.
A “paella” é sobretudo um prato festivo, que os espanhóis saboreiam em batizados, casamentos, feriados religiosos e fins de semana. Como o churrasco brasileiro, sua preparação compete ao homem, geralmente ao chefe da casa. É feita de preferência ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha e da conotação feminina que ela possui. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico, recebe elogios e ocasionais aplausos.
Apenas aos filhos homens transmite os truques herdados dos ancestrais ou que descobriu na exibição culinária. Com essa conotação machista, a “paella” se espalhou pela Espanha e chegou ao Brasil, no final do século 20. Hoje, muitos homens de São Paulo e Rio de Janeiro já trocam o churrasco pelo seu preparo.
Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. O domínio da chama, com seus significados ambivalentes – simboliza purificação e castigo, superioridade e transformação – engrandecia a exibição viril.
Localizado junto ao Mediterrâneo, o território de Valência possui raros bosques naturais. A falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de arvores frutíferas, sobretudo com laranjeiras, cultivadas há séculos na região. Esse material, de composição ácida, produzia brasas miúdas, uniformes, de calor intenso. Por outro lado, seu perfume agradável impregnava e temperava suavemente a comida.
A tecnologia moderna criou o fogo a gás e a “paella” o incorporou. O prato nacional da Espanha perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter importância social. Não nos referimos aqui à “paella” feita no dia-a-dia, no fogão de casa. Tem expressão cultural de natureza diversa.
O sucesso da “paella” depende de inúmeros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional porque ela possui muita base e pouco fundo. 
É a única capaz de cozinhar o arroz em extensão e não em altura, como manda a receita.
Sua superfície ampla garante a perfeita evaporação da água. O grão do arroz deve ser médio, com 5,2 a 6 milímetros de comprimento. É o que absorve melhor os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes.
Na prática, funciona como uma pequena esponja. O ponto de cozimento também é importante. O arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, rompe o grão e desperdiça o amido. O sabor diminui e a textura se trona pastosa.
Como o arroz não pode ser mexido durante o cozimento, há quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. É o “socarrat”, ou seja, os grão que pegam na “paella”, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante.
A quantidade de azeite deve ser bem dosada, pois a “paella” não pode ser gordurosa. Finalmente, também se dá muita importância ao volume de água. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento. Muitos valencianos acreditam que a verdadeira “paella” é feita com água de sua terra natal. Na Espanha, esse zelo regional dá origem a piadas. Mesmo assim, sempre que vão preparar a receita longe da casa, alguns continuam a carregar água valenciana.
Ao ser considerada pronta, a “paella” se converte no epicentro da refeição.
É um cardápio completo. O ideal é que os presentes se sirvam à vontade. O clima envolve gula e sociabilidade. No passado, o cerimonial era ainda mais comunitário. O autor dividia a “paella” em partes iguais, desenhando no arroz triângulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de comensais.
Cada um ficava com uma porção e respeitava as que cabiam aos demais.
Evidentemente, a pronuncia mais correta é a espanhola, algo próximo de “paelha”. Um fundamentalista valenciano afirmou que, chamada de “paeja”, a receita perde a autenticidade.
No restaurante Don Curro é possível provar a especial “Paella Don Curro com Lagostas”, preparada com arroz e açafrão espanhol, mariscos, camarões, lulas, frango, pimentões, ervilhas e a lagosta.
OBS: O Don Curro agradece a J. A. Dias Lopes pela colaboração na elaboração deste texto.
http://www.doncurro.com.br/index_int.php?pag=restaurante


CHEF FRANCISCO FRASSON
O Chef Francisco Frasson nasceu em 26 de setembro de 1.959, em Santa Cruz do Rio Pardo, cidade do Vale do Paranapanema, no Oeste Paulista. 
Foi assim, por acaso, que o Chef Frasson descobriu sua vocação. Com 12 anos já era o braço direito da patroa. Com 14 foi trabalhar numa lanchonete, fazendo pizza. Aos 16 voltou para o primeiro emprego onde ficou por mais dois anos, até resolver fazer o curso de cozinheiro do Senac de Águas de São Pedro. Formado, continuou na escola por mais três anos, como instrutor.



Em 1.981, veio para São Paulo, trabalhar no Hotel San Raphael do Largo do Arouche. Mas só um ano depois, conseguiu realizar um grande sonho: trabalhar no Hotel Caesar Park da Rua Augusta, na época, um dos mais importantes da cidade. Começou no garde-manger e em oito anos e meio no Hotel, foi cozinheiro, cozinheiro líder, chef de garde-manger e sous chef.


De lá foi para o Maksoud Plaza como sub-chef executivo e durante sete anos e meio passou por todos os badalados restaurantes do Hotel. Atualmente, é o chef executivo do Hotel Gran Meliá WTC São Paulo, apontado pelo Guia 4 Rodas 2.003 como "O melhor hotel de luxo do Brasil & melhor hotel para executivos top".
Casado, pai de dois filhos, o Chef Frasson é um profissional talentoso e criativo, um trabalhador incansável e um mestre dedicado, com discípulos espalhados por importantes cozinhas. Em 2.000, ele e sua equipe do Gran Meliá, venceram o concurso de garde-manger America's Cup, da Fispal, uma das grandes feiras nacionais de gastronomia profissional. Atencioso, sempre encontra um tempinho para uma volta pelo salão do restaurante GOYA para cumprimentar a clientela. Apaixonado por seu oficio, seus olhos brilham quando o assunto é cozinha.
Querido e respeitado, Francisco Frasson tem levado sua arte a festivais gastronômicos de diversos países e é um dos grandes chefs brasileiros que com seu trabalho vêm contribuindo para o engrandecimento da culinária e do paladar nacional. 
Em 2.008, o chef Frasson retornou ao Maksoud Plaza, assumindo a chefia executiva das cozinhas do hotel. 
Virgínia Brandão
Chef Frasson participa de Festival Gastronômico no hotel Meliá México
O chef Francisco Frasson responsável pelo restaurante Giallo do charmoso hotel TRYP Higienópolis, administrado pela rede Meliá Hotels International, participou no período de 09 a 16 de novembro do Festival Gastronômico do Brasil, intitulado “L’ Albufera”, organizado pelo hotel Meliá México, com apoio da LATAM Airlines e da Embaixada do Brasil. Frasson foi convidado pelo Meliá México para participar do festival devido ao sucesso que apontou em festivais gastronômicos de diversos países e por ser um dos grandes chefs brasileiros que vem contribuindo para o engrandecimento da culinária e do paladar nacional.

Frasson é um profissional talentoso e criativo, um artista incansável e um mestre dedicado, com discípulos espalhados por importantes cozinhas. Em 2.000, ele e sua equipe do Gran Meliá, venceram o concurso de garde-manger America's Cup, da FISPAL, uma das grandes feiras nacionais de gastronomia profissional. Atencioso, sempre encontra um tempinho para dar uma volta pelo salão do restaurante Giallo para cumprimentar a clientela. Apaixonado por seu oficio, seus olhos brilham quando o assunto é cozinha.
Segundo Frasson, este foi um evento de grande importância para sua carreira, pois teve a oportunidade não só de levar experiências e sabores do Brasil, mas também aprender algumas variantes da culinária mexicana, assim como métodos de elaboração de cardápios específicos mexicanos. “O acolhimento que recebi dos colegas mexicanos foi muito caloroso e, ao final do evento, fui tomado por um grande sentimento de dever cumprido e de orgulho por ter representado a cozinha brasileira”, declarou.
http://gastronomiatop.blogspot.com.br/2012_12_01_archive.html
http://correiogourmand.com.br/info_01_cultura_gastronomica_05_chefs_do_brasil_06.htm


Inaugurado em 1.960 por Fuad Zegaib, apaixonado pela gastronomia, o Dinho´s é um dos restaurantes mais tradicionais de São Paulo.
A seleção de carnes de qualidade, excelentes fornecedores e serviço de primeira consolidaram a história do restaurante nos Jardins, com uma clientela fidelizada que valoriza a localização privilegiada e as instalações sofisticadas do estabelecimento.
No cardápio, além dos tradicionais cortes, os comensais conferem no buffet servido diariamente ou nas opções à la carte o talento do chef Paulo Zegaib, filho do fundador da casa, e dono de um currículo com passagens por restaurantes e hotéis da Europa.
Com uma preparação cuidadosa, a feijoada é servida todas as quartas-feiras e sábados, e no  Dinho´s é também gratinada, e  vem à mesa com guarnições especiais.



Pioneiro em apresentar a iguaria no formato de buffet, o Dinho´s estendeu o serviço para sua filial no Itaim Bibi, o Dinho’s Steak House.
Sua atmosfera é acolhedora e moderna já que o restaurante está sempre transformando-se e atualizado-se  aos novos tempos.
Com decoração sofisticada do mobiliário em madeira de lei, a iluminação traz leds âmbar que acolhe os clientes logo na entrada, onde também está posicionada a moderna loja de vinhos.

Uma adega climatizada, com prateleiras em vidro divide a loja integrando os ambientes.
O restaurante conta com três salões de capacidade para 240 pessoas, uma área reservada para festas e eventos para até 120 pessoas e funcionários altamente qualificados para atender aos clientes.
http://www.dinhos.com.br/
Paulo Zegaib
O empresário e chef Paulo Zegaib costuma dizer que “nasceu dentro da cozinha”. Filho de Fuad Zegaib, fundador da churrascaria Dinho’s Place, começou a trabalhar oficialmente com o pai aos 15 anos. A paixão pela culinária o levou à França, onde estagiou na rede hoteleira Accor, e depois para a Itália, onde viveu um ano trabalhando em diferentes cozinhas.
Em 1.989, abriu o seu primeiro restaurante, a churrascaria Rose Bif. A esse empreendimento seguiram-se outros, como os restaurantes Narciso, Público e Casa Pizza. Atualmente, Paulo está no comando do Dinho’s Steak House, que abriu suas portas em outubro de 2.012 para reformular o conceito do então Mabella.
Dinho’s Steak House, intimo e discreto, é lá que os clientes do Itaim desfrutam à la carte os pratos tradicionais do Dinho´s. Com paredes de madeira e pedra, e decoração minimalista, a casa mantém ar mais cosmopolita e clean.
O salão com capacidade para 83 pessoas traz ainda uma parede texturizada em tons de bege, com espelhos e sofás em uma das laterais e piso de lajotas para uma atmosfera descontraída. O projeto de iluminação proporciona claridade ao espaço, ao mesmo tempo em que suaviza o ambiente.
http://blogdojeriel.com.br/2013/04/academia-da-grelha-dinhos-steak-house-abre-novas-turmas-para-aula-de-churrasco/
http://www.dinhos.com.br/ambiente-dinhos-steak-house/


Fundado há 52 anos, o Baby Beef Rubaiyat é comandado por Belarmino Iglesias, pai e filho, em dois endereços na cidade de São Paulo - no Paraíso e no Itaim. O restaurante serve carnes da Fazenda Rubaiyat, situada em Dourados, no Mato Grosso do Sul, com especial cuidado na manipulação e no preparo. 

Em 2.008, o Baby Beef Rubaiyat foi eleito pelo décimo segundo ano consecutivo o melhor restaurante de carnes da cidade pela revista Veja S. Paulo, e pelo oitavo ano consecutivo, a melhor churrascaria de São Paulo pela revista Gula. 



Em 2.009, sua aclamada carta de vinhos recebeu o prêmio da revista Veja S.Paulo, como a melhor carta da cidade e desde 2.005 faz parte dos restaurantes selecionados no guia da Wine Spectator, a conceituada revista norte-americana que anualmente elege as melhores cartas de vinhos do mundo.
No Rubaiyat da alameda Santos, além do menu a la carte, temos o Gran Buffet de Pescados de España servido todas as sextas-feiras, com uma grande variedade de frutos do mar, como ostras, lulas e mexilhões, além de peixes espanhóis e paellas. 
Nos demais dias da semana, os clientes podem optar pelo Gran Buffet Mediterrâneo, exceto às quartas-feiras e aos sábados, dias reservados à feijoada. 



O farto buffet inclui Baby Pork e Baby Javali da Fazenda Rubaiyat, nove tipos de batidas, uma caipirinha de aguardente Espírito de Minas ou Vodka, couvert, saladas, uma cerveja e buffet de sobremesas, com doces e frutas variadas. 

BUFFET DE PESCADOS DA ESPANHA
Este buffet é servido todas às Sexta-feiras no Rubaiyat Al. Santos.
Pratos Quentes: Paella Valenciana, Bacalhau Pil Pil, Bacalhau Curranero, Peixe ao Sal, Salmão, Polvo a feira, Robalo a Salsa Verde, Lula en su Tinta. 
Pratos Frios: Mexilhões ao Vinagrete, Carpaccio Peixe, Escabeche de Pescados, Salpicão de frutos do mar, Anchova com Abacate, Alcachofra com Camarão, Boquerones, Camarões, Peixes Grelhados: Lagosta, Camarão, Vieiras, Linguado.

BUFFET MEDITERRÂNEO

A Cozinha mediterrânea é considerada mais leve e natural do mundo, ela é mais próxima dos pratos tropicais. 

No Rubaiyat da Al. Santos é servido todos os dias o Buffet Mediterrâneo exceto as quartas-feiras e sábados e sextas-feiras. 
São mais de 10 pratos quentes entre eles Paella Valencia, Peixe ao Sal, Bacalhau, Baby Javali, legumes ao forno, e 20 tipos de pratos frios entre eles: Camarões, Endivia, Palmito, Cogumelos confitados, salmão marinado, Saladas Verdes, Presunto Ibérico Pata Negra, Bressaola, Queijos (emental, brie, Roquefort).

http://www.rubaiyat.com.br/

Onde tudo começou...
... na cidade de Tours, na França, à beira do Rio Loire, uma bela região de forte apelo gastronômico, famosa pela produção de excelentes vinhos e saborosos queijos de leite de cabra onde nasceu Honoré de Balzac. Trata-se de uma simpática região da França onde se fala a língua francesa de maior perfeição do país. No século XIV, durante todo o reinado de Luiz XI, Tours foi a capital da França.
Este fato acrescentou à cidade um expressivo desenvolvimento nas artes, na cultura monárquica e especialmente no requinte gastronômico. A propósito, a gastronomia “de France”, a partir de então assumiu, simultaneamente, caracteres de sofisticação e simplicidade com requinte no sabor e no preparo, fortalecendo assim, a elegância e o glamour que consagrou, internacionalmente, a tradição familiar da cozinha francesa. Conhecendo um pouco da tia Nicole... 
A minha tia Nicole é irmã do meu pai Francois Anquier. Este laço da minha família traz, nas veias, a paixão pela culinária e a magia de todas as emoções da gastronomia francesa. Trata-se de uma filosofia de tradição na família Anquier, de pai para filho há 3 (três) gerações, ou seja, o prazer de proporcionar prazeres ao ofertar um “preparo” mais do que especial tal e qual o deleite do paladar, do degustar e de descobrir um sabor consistente e agradável somados à alegria da integração familiar ao redor do simbolismo da mesa, a união da família, o convívio, o diálogo... valores.
Afinal, para os franceses a cozinha é a alma da casa, assim como em qualquer lugar do mundo. A minha tia Nicole é até hoje uma cozinheira de “mão cheia”. O destino reservou à tia Nicole o seu casamento com monsieur Jacques Gaignier; diplomata, cônsul da França em vários países do mundo. A minha tia, por sua vez, tornou-se uma nobre consulesa ao estilo francês, anfitrião “de receber”. Nicole sempre fez questão de recepcionar os convidados nos consulados franceses do Panamá a Bulgária, do Irã ao Congo cozinhando, ela mesma e com enorme sucesso, sempre fiel à centenária tradição culinária da nossa família. Meu tio Jacques agradece... O ineditismo do bistro “l’Entrecôte d’ Olivier”...
Para nós brasileiros o “entrecôte da minha tia” é o entrecôte da tia Nicole. O entrecôte é um corte nobre e tipicamente francês de carne bovina, regado a um molho tradicionalmente suculento, próprio de cada família, que acabou por se tornar um prato histórico na cozinha familiar francesa.
Não é raro, na França, ouvir: "A minha mãe faz o melhor entrecôte do mundo". No meu caso, é o entrecôte da minha tia Nicole. Como dizia, em 1.903, o grande chef, August Escoffier: "Na culinária francesa, o molho é tudo!". É isso mesmo, o preparo do molho é o segredo da minha tia Nicole, molho este que estou trazendo, para você, no Brasil, no nosso bistrô.



O bistro “l’Entrecôte d ' Olivier”, com um conceito de menu único, não por acaso, possui uma alma como a minha casa na França.

De entrada uma salada de folhas com o tempero característico a base da mostarda francesa... Como prato principal um entrecôte generoso regado com o molho delicioso da minha tia Nicole acompanhado das surpreendentes batatas fritas, de verdade mesmo, servidas sem limite... A sobremesa é um prazer à parte, a qual será a única opção que pode variar segundo sua escolha.

O carro chefe da casa, o Royal de Chocolate, mousse delicado e de sabor intenso, chega até você em uma travessa, tamanho família e servida com uma “colher de bom tamanho”... Mortal! Quem falou que na casa dos franceses se come pouco?! Bem vindo a nossa casa! 


Olivier Anquier 
http://www.entrecoteolivier.com.br/mobile/index.html


Svanen, o único restaurante escandinavo tradicional à moda viking em São Paulo
Neste texto entenderemos um pouco mais da cozinha escandinava clássica, nos ambientando um pouco em como eram as refeições dos tempos vikings, passando pela segunda guerra mundial e as mudanças sofridas e em seguida um pincelada sobre o restaurante Svanen, situado no Campo Belo, São Paulo.
O prato tradicional escandinavo é a grande mesa fria chamada de “smorgasbord”. Isso vem desde as cruzadas antigas dos vikings, que saiam e navegavam durante meses e quando estavam de volta, o ritual funcionava da seguinte maneira, eram mais de 120 pratos diferentes com frios baseados praticamente em peixes e carne de porco. 

Eles também faziam seus próprios embutidos, entre eles vários tipos de salsichas e linguiças. Onde pratos quentes, queijos, frutas e sobremesas eram compartilhados fartamente na mesa. A história conta que os vikings sentavam e comiam por dias, até que um deles caísse da cadeira e o almoço de boas-vindas de regresso se encerrava.

Svanen significa cisne o pássaro nacional da Dinamarca. Aberto quase há 15 anos no Campo Belo, a casa escandinava é aconchegante e despojada. O conceito do restaurante é proporcionar um momento do tempo, onde a pessoa possa apreciar a história e a cultura de um país, que mesmo indo para lá, a pessoa não vai fazer essa mesma viagem gastronômica. “Porque, você indo hoje para a Escandinávia, seja a Dinamarca ou Suécia a aventura de vivenciar a comida como é oferecida aqui, você não terá por lá, por consequência da globalização. As cozinhas se reformularam e com isso não se tem o mesmo princípio, aqui tudo é bem tradicional”, conta a chef e proprietária do Svanen Vera Jacobsen
A essência da gastronomia escandinava que ficou remanescente desta época viking se encontra no único restaurante escandinavo de São Paulo, onde o cliente se dispõe de tempo para degustar das iguarias diferentes dentro de vários tipos de preparo do mesmo peixe, que seriam os arenques em molhos agridoces. Ervas e condimentos presentes nessa culinária tão singular são: basílico, alecrim, salsa crespa, zimbro, pimenta, pimenta branca, erva de provence e principalmente o endro dill introduzido nos peixes, conhecido também como dill, que dá o bouquet final no aroma do prato.


O perfil de público que frequenta a casa de ambiente calmo com música ambiente é variado, desde casais, membros da colônia escandinava a orientais e famílias com filhos. No jantar aos finais de semana, o cenário muda com outras toalhas sobre as mesas e iluminação à luz de velas.
http://cozinhaeuropeia.wordpress.com/2012/10/02/svanen-o-unico-restaurante-escandinavo-tradicional-a-moda-viking-em-sao-paulo/

Inaugurado em 2.004, o General Prime Burger surgiu com a proposta de transformar sanduíches tradicionais em verdadeiras receitas gourmet. Com um açougue próprio responsável por toda a produção de hambúrgueres, nossa rede tem uma estrutura completa que cuida de tudo – do recebimento da matéria-prima e de sua conservação, feita em câmaras frigoríficas especiais, até o preparo, que utiliza sempre ingredientes de primeira – para que a carne chegue sempre fresca e saborosa.
O General Prime Burger possui também um Programa de Desenvolvimento de Novos Produtos que testa novidades a cada três meses, buscando incluir no cardápio aquilo que mais agrada ao nosso público. São hambúrgueres, sanduíches, steaks, massas, saladas e sobremesas que se renovam constantemente e atraem uma clientela bastante variada, de diferentes estilos e idades.
Em franca expansão, o General Prime Burger conta hoje com três unidades localizadas em São Paulo, uma em Campinas e uma em Alphaville.
Assinado pelo premiado chef Paulo Barroso de Barros, o cardápio do General Prime Burger igualmente premiado, une carnes, ingredientes e temperos de primeira para fazer uma releitura gourmet de receitas de burgers tradicionais.
A rede dispõe também de uma seleção de grelhados, hot dogs com salsichas especiais, saladas e sobremesas – com destaque para os nossos premiados milk-shakes!

Além do cardápio fixo, todas as unidades do General Prime Burger oferecem também um buffet de saladas e grelhados para o almoço executivo e um menu infantil com delícias em porções reduzidas, na medida exata para o apetite da garotada.
http://www.primeburger.com.br/

Skye Restaurante&amp Bar
Bem-vindo ao Skye bar e restaurante, a alma do Hotel Unique. 
Localizado na cobertura do hotel, o Skye possui uma piscina avermelhada e um fabuloso lounge com vista panorâmica para o Parque do Ibirapuera e todo o horizonte de São Paulo. No Skye, os maravilhosos sabores apresentados pelo Chef Emmanuel Bassoleil, a exuberância visual e o serviço único despertam todos os sentidos dos visitantes. 
Convidamos você a descobrir este espaço único. 

O Skye restaurante e bar é comandado pelo Chef Emmanuel Bassoleil. Nascido na tradicional cidade gastronômica de Dijon, na França, Bassoleil sempre foi um profundo conhecedor da alta gastronomia.
Como Chef Executivo do Unique e do Skye, dedica-se a transformar os paladares. Inspirado pela diversidade e estilos encontrados em São Paulo, Bassoleil serve um menu eclético, com pratos típicos brasileiros, franceses, italianos e japoneses, além de bebidas para todos os gostos e ocasiões. Assim, o Skye reflete o caráter cosmopolita e multicultural do Unique.
http://www.hotelunique.com.br/interna.php?s=skye#


La Risotteria Alessandro Segato

Rua Padre João Manoel - 1156 - Jardins - São Paulo - SP



Cozinha clássica mediterrânea comandada pelo chef Alessandro Segato. O ambiente "rústico-chique" proporciona uma atmosfera de conforto.



Logo ao chegar, pelo lado de fora, há um deck com algumas mesas ao ar livre onde pode-se tomar desde um simples café até uma taça de prosecco.

Ao entrar na casa as luminárias temáticas chamam a atenção. 

Entre outros refinamentos, provamos uma ostra empanada em farinha de pão, acompanhada de ovas de salmão e três pãezinhos – calabresa, passas e aveia. Como entrada as sugestões são a salada de polvo com batata e pesto e as bruschettas de linguiça de cordeiro, feitas diariamente. 





No cardápio, para o prato principal, Alessandro indica o risoto de rã a provençal ou o ravióli de queijo brie e trufas negras. Mas vale mesmo provar algum de seus quinze risotos, que sem dificuldade sustentam o nome da casa. Dentre eles estão o risoto aos cogumelos frescos do bosque e foie gras fresco. 





Para a sobremesa como a panelinha de caramelo com sorvete de canela e bananas flambadas e o tiramisú, que é leve e muito saboroso, geralmente acompanhadas com um mimo, como uma folhinha de ouro. 

A casa dispõe ainda de uma extensa e variada carta de vinhos, com rótulos de vários países.



http://www.seurestaurante.com.br/restaurante.php?id_rest=225


Localizado na Rua Azevedo Soares, 1.580, no Tatuapé em São Paulo, o Bacalhoeiro serve a tradicional culinária portuguesa. O chef Francisco Everaldo da Silva comanda a cozinha e prepara pratos como saladas, sopas, massas, carnes e as muitas especialidades de bacalhau. O ambiente, inspirado nos vinhedos portugueses, ainda conta com o Espaço Kids, uma área de lazer com playground onde as crianças podem se divertir na companhia de monitores.
É o palácio, ou a choupana. Os rapapés da corte, ou a informalidade dos bares. Parece não haver muito meio-termo entre os restaurantes portugueses de São Paulo. Ou se enquadram no estilo Antiquarius ou seguem uma linha mais próxima à das tascas. No caso do imponente Bacalhoeiro, a opção é claramente pelo grupo mais luxuoso. Mas com dois aspectos mais particulares.

O primeiro é que ele não descende unicamente da casa fundada pela família Perico. Traz também certo DNA da Bela Sintra - que por sua vez, nasceu do Antiquarius. (Numa abordagem de tragédia grega, digamos que ele é filho e neto da mesma pessoa.) O segundo é o fato de ter ousado abrir fora do eixo mais badalado da cidade. E, no Tatuapé há quase três anos, o restaurante parece ir bem.
http://sao-paulo.restorando.com.br/restaurante/bacalhoeiro
http://www.estadao.com.br/suplementos/paladar/not_sup4443,0.shtm


Adega Santiago
Inaugurado em 2.006, o Adega Santiago tem inspiração nas tabernas e tascas da Península Ibérica. O restaurante privilegia vinhos da região - com uma cartela de 150 rótulos - e a culinária da fronteira entre o Portugal e Espanha.


O ambiente informal abriga um espaço rústico, revestido por madeira e tijolos aparentes, criando um clima aconchegante. 
Para começar, destaque para o croquete de pato e as alheiras, sardinhas assadas na lenha. Entre os principais, o Polvo à Tasquinha, preparado no forno à lenha com batatas ao murro, cebola e limão, e a Bacalhoada na Lenha, que leva pimentões, tomate, cebolas, batatas, ovos e azeitonas.
Eleito pela Veja SP como o Bar de Melhor Cozinha da cidade, o ótimo cardápio do Adega Santiago é inspirado em especialidades de Portugal e Espanha, tendo como destaque os peixes e frutos do mar.
Rua Sampaio Vidal 1.072 Jardim Paulistano-São Paulo.
http://www.guiadasemana.com.br/sao-paulo/restaurantes/restaurante/adega-santiago


Considerada a pizza mais tradicional do Brasil, o Babbo Giovanni apresenta um irresistível cardápio de pizzas, com grande variedade nos sabores das pizzas salgadas – como a Babbo Giovanni (com molho de tomate, tomate fatiado, filés de anchova, alho e manjericão), além de pizzas doces, por exemplo a pizza M&M (chocolate derretido, coberto com mini M&M), lights, como a Pescara (colho de tomate, blanquet de peru, queijo cottage e rúcula), e deliciosos calzones, nos sabores Calzone (recheado com ricota, presunto e mussarela) e Calzone Mamma Celeste (recheado com ricota, mussarela, escarola ao alho e óleo, coberta com molho de tomate, alho e parmesão). 
Os Tussatos, família de imigrantes italianos que se fixaram no interior de São Paulo, no início do século 20, enfrentaram enormes dificuldades, porém contando com muita determinação e duras jornadas de trabalho, criaram os filhos, formando uma nova geração de empreendedores que pelos seus anseios e necessidades, partiram para a conquista de novos espaços.
Foi assim, que saindo das plantações de café de Ribeirão Preto, vieram para a Capital de São Paulo, estabelecendo-se no ramo de extração de areia do rio Tietê.
Foi então que Giovanni Tussato, o mais jovem dos Tussatos conhece e apaixona-se por Celeste, e diante da necessidade de aumentar seus rendimentos para poder casar-se, tenta outras alternativas de trabalho.
Após várias tentativas, ingressa no ramo de panificação, onde rapidamente aprende todos os segredos da especialidade, desenvolvendo a arte de preparação de saborosas pizzas.
Era ano de 1.917, e Giovanni Tussato tornava-se o primeiro pizzaiolo do Brasil de que se tem notícia. Foi nesse ano que Valentin e Giovanni Tussato apresentaram pela primeira vez a receita que reunia na Itália famílias inteiras ao redor da mesa e que viria a ser uma das maiores paixões do paulistano.
Rua Alfredo Pujol, 668 - Santana - São Paulo- SP.

http://www.babbogiovanni.com.br/
http://sao-paulo.restorando.com.br/restaurante/babbo-giovanni-santana/?restaurant_id=babbo-giovanni-santana

Desde 1.984 o Restaurante Scavollo surgiu para fazer história na sociedade brasileira. Com muita história pra contar, a começar pela evolução gastronômica de Curitiba, o Scavollo surgiu como um badalado endereço de ‘Pizza Bar’ – referência que fez a cabeça da high society brasileira na década de 80. A moda era batizar os estabelecimentos com sobrenomes de personalidades.
A inspiração do Scavollo surgiu de um renomado fotógrafo italiano, Francesco Scavullo. Em 1.984, em sua inauguração, o Scavollo com seu projeto arquitetônico assinado pelo arquiteto Washington Fiúza (super prestigiado) causou frisson na sociedade curitibana pelos ares de modernidade.
Após uma trajetória de muito sucesso, o Scavollo deixou o nome Bar para trás, mas a pizza de borda fina continua sendo um dos ícones da casa. Hoje o principal carro-chefe da casa é o mignon que divide a atenção com as massas, que transformaram o estabelecimento em um autêntico restaurante italiano. Atualmente o Scavollo destaca espaços exclusivos para conferir privacidade a pequenos grupos.

Um deles é o aconchegante porão, que acomoda 50 pessoas. Já para quem prefere reunir amigos, família ou colegas de trabalho em torno de uma única mesa, a charmosa sala VIP é o espaço ideal. Todos os ambientes são climatizados e impactados pela música ao vivo, executada ao som de piano.

Sempre atento aos desejos do consumidor e as novas tendências, o restaurante Scavollo até hoje é referência de gastronomia de qualidade. 
Os festivais gastronômicos são uma das marcas registradas do restaurante Scavollo e respondem, em grande parte, pelo sucesso da casa. Entre os festivais que já entraram para o calendário anual do restaurante, destaque para o Festival de Fondue e o Festival de Mignon – ocasiões em que a casa sugere aos clientes efetuar reserva antecipada.
Festival de Italiano
O Scavollo oferece uma deliciosa Sequência de Massas, além de um extenso cardápio a la carte com pratos bem servidos para duas pessoas no horário do almoço.
A Sequência de Massas é servida sábados e domingos das 11:30 as 15:30 (Buffet de Saladas + Massas + Acompanhamentos: polenta, asinha de frango, mignon ao molho madeira, polpetta recheada coberta com molho ao sugo, etc) . O Scavollo destaca o buffet de saladas, servido todos os dias junto a Sequência de Massas. 
Festival de Fondue
Quando a temperatura começar a esfriar e as noites pedirem um clima mais aconchegante, o Scavollo abre a clássica temporada do Festival de Fondue. O cardápio especial destaca opções que variam das tradicionais fondues de queijo, acompanhadas por pães e pequenas batatas cozidas, até as doces, de chocolate, acompanhadas de frutas da estação, marshmallows e carolinas. Outra pedida interessante são as fondues de carne e frango, que trazem à mesa uma seleção de molhos especiais.
Quem quiser desfrutar de um espaço diferenciado para degustar o Festival de Fondue pode solicitar reserva no charmoso porão da casa. O espaço, que comporta até 50 pessoas, conta com decoração rústica, com direito a lareira e iluminação à luz de velas.
Festival do Mignon
Na reta final do ano, os cardápios começam a ganhar clima de festa e, o aclamado Festival do Mignon coroa os últimos dois meses do ano com harmonizações cuidadosamente selecionadas.
Além das tradicionais sugestões do cardápio, que valorizam diferentes acompanhamentos para a carne nobre, todos os anos a casa apresenta receitas novas, de dar água na boca.
Sempre atento aos desejos do consumidor e as novas tendências, o restaurante Scavollo até hoje é referência de gastronomia de qualidade, com menu a la carte que destaca pratos bem servidos para duas pessoas. A casa abre diariamente para o jantar, inclusive nos feriados, e aos domingos para o almoço.

http://www.scavollo.com.br/index.php

Radicado no Brasil, o chefe alemão Heiko Grabolle é dono de um conhecimento gastronômico diversificado e multicultural. Com uma trajetória variada, que inclui passagens por restaurantes e hotéis em países como, Suíça, Itália, Espanha e Inglaterra, desde 1.993 o chefe aprendeu a unir sua formação profissional com sua criatividade para inovar e experimentar novos sabores.

Nascido na região da Vestefália, no oeste da Alemanha, Heiko Grabolle cresceu num pequeno vilarejo com cerca de mil habitantes.
Lá o jovem alemão aprendeu a respeitar a natureza e a típica gastronomia germânica, porém a curiosidade por outros mundos e o desejo de buscar novas experiências o levaram mais longe.
Em seu primeiro estágio, no requintado restaurante Alter Wartesaal, em que então também trabalhava seu irmão mais velho como chefe, ele se apaixonou pelos aromas da cozinha profissional e, logo depois da conclusão do segundo grau, mudou-se para a cidade de Colônia.
Inspirado pelo aroma das ervas da cozinha, Heiko foi estudar na escola profissional para chefes Fischbacherberg e voltou a trabalhar no restaurante Alter Wartesaal, no centro de Colônia. Durante seus três anos de formação, destacou-se por seu comportamento perante superiores e colegas.
Para enfim realizar seu grande sonho, Heiko vai até Ushuaia, na Argentina de onde parte no luxuoso cruzeiro de exploração MS Bremen. No navio, executou a função de chef de partie, primeiro no posto de poissionier e depois no de gardemanger. A infra-estrutura, a logística e a administração peculiares da embarcação foram as novas experiências para o chefe. A viagem o levou da Antártica ao Alasca, passando pelo Amazonas, Caribe, Canal do Panamá, até no norte de Sibéria, finalizando seu trajeto em Vancouver, no Canadá. Realizado seu sonho, Heiko volta ao Brasil, desta vez para a cidade de São Paulo, onde permaneceu por quatro meses. Embora encantado pelo estilo de vida do país, retorna a Londres, para trabalhar no restaurante Chez Gérard.

Em seu primeiro emprego em terras brasileiras, no restaurante Bragança Gastronomia, Heiko descobre as diferenças entre os hábitos das cozinhas brasileira e européia. Aprende ainda mais sobre os valores e a gastronomia local e percebe o talento e interesse dos jovens chefes, ao começar a lecionar nas universidades de Santa Catarina. Aprende a língua portuguesa no curso para estrangeiros da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina e na sala de aula com seus alunos.

Hoje
Heiko GrabolleCom sua habilidade em línguas e conhecimento nas técnicas culinárias alemã, italiana, francesa, euro-asiática e brasileira, Heiko já ensinou mais de 2.500 alunos de diversas universidades em cursos de gastronomia em Santa Catarina. É chefe convidado em cursos técnicos, bacharéis, de graduação e pós-graduação e elabora suas próprias apostilas e palestras, além de participar de vários eventos nacionais e internacionais.
Heiko Grabolle é chefe, consultor e professor de gastronomia.
Ele acredita no potencial da gastronomia brasileira e atualmente escreve seu primeiro livro. 


http://www.heikograbolle.com/o-chef.html



Restaurante Pérgula - Hotel Copacabana Palace!!!
O Restaurante Pérgula está situado à beira da piscina e oferece um extenso bufê de café da manhã, almoço a la carte ou bufê e jantar a la carte em um ambiente agradável e relaxante. As mesas estão disponíveis no salão com ar-condicionado ou no terraço à beira da piscina.

O Brunch de domingo no Restaurante Pérgula é bastante conhecido e um dos mais famosos no Rio de Janeiro. Uma das particularidades mais impressionantes do brunch é a ampla seleção de frutos do mar frescos preparados pelo Chef Executivo Francesco Carli.  
A tradicional Feijoada de sábado também é servida no Restaurante Pérgula. Esta é uma refeição tipicamente brasileira que consiste em uma grande variedade de carne seca, bacon, pedaços de porco e costela, diferentes linguiças e o mais importante: orelha, rabo e pé de porco. A Feijoada é servida com arroz branco, farofa (farinha de mandioca frita), couve, laranjas fatiadas e molho de pimenta vermelha.
http://rw-rjnews.blogspot.com.br/2011/04/restaurante-pergula-hotel-copacabana.html



Restaurante Cipriani - Hotel Copacabana Palace
Conhecido como um dos melhores restaurantes do Rio, batizado em homenagem ao hotel mais sofisticado de Veneza, este premiado estabelecimento oferece pratos excepcionais da culinária do norte da Itália.
O incrível menu do chef Nicola Finamore combina o que há de melhor entre os ingredientes brasileiros e italianos. Pratos inovadores fazem companhia às receitas clássicas pertencentes à família de Finamore há gerações.
Mesa do Chef
Localizada no coração da cozinha do Restaurante Hotel Cipriani, a Mesa do Chef é uma das mais exclusivas aventuras gastronômicas do Rio. Os clientes são convidados a acompanhar o chef Finamore enquanto ele prepara uma sequência de pratos inspirados pelos ingredientes mais frescos do dia. Este menu especial conta com uma seleção cuidadosa de vinhos. É preciso fazer sua reserva na Mesa do Chef com 48 horas de antecedência.
http://www.copacabanapalace.com.br/web/orio_pt/rio_restaurants.jsp


O Antiquarius é um dos restaurantes mais conhecidos do Rio de Janeiro, onde você poderá degustar a tradicional cozinha portuguesa. Com vários prêmios gastronômicos em seu currículo, o Antiquarius deve o seu nome ao fato de sua decoração lembrar uma loja de antiguidades.
Entre as especialidades da casa, estão a Perna de cordeiro à moda de Braga e a Cataplana de frutos do mar, entre outras iguarias. Além disso, você poderá escolher entre mais de 50 variedades de pratos à base de bacalhau, sempre acompanhados por uma ampla seleção de vinhos.
http://dreamguides.edreams.pt/brasil/rio-de-janeiro/antiquarius


Mauá
No alto do Museu de Arte do Rio funciona há menos de um mês a mais nova casa do restaurateur Roberto Maciel. Dono ainda do francês Chez L’Ami Martin, da rede de cozinha rápida Emporium Pax, do contemporâneo Pax Delícia e do variado Victoria, o empresário aposta agora na culinária brasileira. Para pilotar os fogões, escalou o onipresente chef Marcones Deus, responsável por todas as cozinhas do grupo — com exceção do bistrô, reduto de Pascal Jolly.
À vontade na tarefa, o cozinheiro baiano elaborou um menu apetitoso, marcado por pratos bem-apresentados. A isca de jacaré envolvida por casquinha crocante, ao lado de molho de maracujá, valeu pela curiosidade — no sabor, a carne lembrou peito de frango, um tanto sem graça. Mais instigante estava o peixe em vinagrete, de correta acidez.
Na irrepreensível etapa principal, a moqueca de peixe e camarão ganhou molho bem equilibrado no dendê, além de guarnições de arroz e farofa amarela com amendoim. Outro acerto, o mignon de sol, entremeado com queijo manteiga, é acompanhado de cebolinha, banana grelhada e farofa. Na sobremesa, caíram bem as lâminas de banana brûlée com creme inglês e sorvete de creme, polvilhadas de canela.


http://vejario.abril.com.br/comer-e-beber/restaurantes/maua-restaurante-museu-de-arte-do-rio-751911.shtml

Enotria
Com mais de 30 anos de trajetória, o estrelado chef Joachim Koerper utiliza produtos mediterrâneos e contemporâneos, com toque de brasilidade, o que garante autenticidade a sua cozinha autoral. A trilha, a cavaquinha, as ostras, o bacalhau e o foie gras estrelam o menu da casa.

Para começar, sugestões inusitadas de entrada, como a salada de camarão com ravioli de manga e vinagrete de tamarindo. Entre os pratos principais, risoto com coco, caril de Madras e camarão; trilha sobre cama de espinafres e cenoura ao molho de maracujá; tartare de filet mignon sobre rosti de mandioquinha e sua pequena salada; vitela de leite em baixa temperatura com ravioli de fondue de tomate e manjericão.


O príncipe de Mônaco já provou. Agora, quem quiser conferir o novo menu criado pelo chef Joachim Koerper pode encontrá-lo no Enotria (2431-9119). São seis serviços (R$ 150), incluindo o robalo sobre purê de batata-baroa defumada.
http://rioshow.oglobo.globo.com/gastronomia/restaurantes/enotria-por-joachim-koerper-525.aspx

Danio Braga enriqueceu a gastronomia no Rio de Janeiro com o Enotria. Ex-dono da Locanda della Mimosa, em Petrópolis, ele agora abre o restaurante Sollar, em Búzios
Por Walterson Sardenberg S° // Fotos Antônio Rodigues
Em 1.978, o italiano Danio Braga viajou para a América do Sul, com o encargo de comprar bebidas e alimentos para a seleção de futebol de seu país. Eram tempos de Copa do Mundo, realizada e vencida pela Argentina. Com a eliminação da Azzurra na competição, o jovem de 24 anos, formado em enologia, ganhou três dias de férias e resolveu conhecer o Rio de Janeiro. A esticada mudou sua vida. Na efêmera estada carioca, decidiu-se, de supetão, pela compra de um restaurante, havia pouco fechado, em Copacabana. Era o início do lendário Enotria.
"Foi uma dessas loucuras de um jovem inconsequente, mas cheio de energia", admite aos 58 anos, no mês em que está abrindo sua nova casa, denominada Sollar, na bela cidade fluminense de Armação de Búzios. Do Enotria ao Sollar houve um longo percurso. Em 34 anos de Brasil, Danio esteve à frente da Champanheria, de brilho fugaz, mas intenso e, sobretudo, da Locanda della Mimosa, o restaurante-pousada de Petrópolis, comandado por ele ao longo de 20 anos - e o primeiro da América do Sul a ser escolhido pela conceituada associação Les Grands Tables de Monde. Danio se desvinculou do negócio há pouco mais de um ano, quando também se separou da mulher, Lilian Seldin, com quem dividia a sociedade.

Nascido em Emilia-Romagna, no norte da Itália, ele fala hoje com a desenvoltura carioca e um discreto sotaque da língua natal. "Pelo tempo vivido lá e cá, já sou mais brasileiro que italiano", avalia. O Brasil agradece. Na área da gastronomia, Danio lembra uma figura renascentista, capaz de dominar múltiplos talentos e ensinar a quem estiver ao redor - muitos aprendizes tiveram essa sorte.
Além de chef, sommelier e empresário, ele é, também, nas suas palavras, "um grande organizador do salão de refeições". Empreendedor, fundou a Associação Brasileira de Sommeliers (que ainda preside, no Rio), a Associação dos Restaurantes de Boa Lembrança (onde participa do conselho permanente) e foi consultor gastronômico da antiga Varig, cargo que ocupa agora em outra companhia aérea, a Tap. Sem papas na língua - bem treinada em distinguir sabores -, Danio não vê azedume em criticar o serviço em geral nos restaurantes brasileiros. "Temos de recomeçar do zero", diz.
http://www.revistagosto.com.br/portal/entrevistas/danio-braga/danio-braga-entrevista-template.aspx

O Sollar Búzios é composto de dois ambientes, um salão climatizado e outro no solar da casa, ambos com vista para a praia da Armação. Nossa cozinha aberta convida você a visitá-la. Ambiente e decoração dialogam com o clima do balneário para que você fique a vontade e, ao sair da praia, possa nos visitar sem cerimônias.
Além do serviço altamente qualificado, no Sollar Búzios você dispõe de uma adega refinada, com a marca Danio Braga.
De quarta à sexta há o almoço especial com 9 opções diferentes a cada dia, para você montar seu prato. Todas as noites e fins de semana ficam por conta do "a La Carte" mais exclusivo da região.
O Sollar Búzios acomoda confortavelmente oitenta pessoas e dispõe de serviço wi-fi para clientes. Nosso funcionamento é de quarta a domingo, das 12 às 24 horas e para sua maior comodidade, aceitamos todos os cartões de crédito.
http://sollarbuzios.com.br/pt/restaurante/


Localizado no térreo do Hotel Arpoador Inn e comandado pelo chef Leonardo Braga, o Azul Marinho é um bar e restaurante especializado em frutos do mar, oferecendo receitas tradicionais da costa brasileira.
Com mesinhas espalhadas pela calçada, o local se tornou um dos principais pontos para quem quer bebericar e jogar conversa fora até mais tarde.
Apesar de o horário oficial de fechamento ser à meia-noite, não é difícil encontrar o bar aberto até as 2 horas. 
Além de estar a dez passos da areia, sem que seja necessário atravessar pistas movimentadas, o endereço dispõe de um cardápio de tira-gostos criativos, especializado em frutos do mar. Alguns destaques são Casquinha de Siri e Canjiquinha de Camarões Médios, para entrada; e Moqueca à Moda Baiana e Moqueca à Carioca como prato principal. Para sobremesa, os doces caseiros fazem sucesso, como os feitos à base de banana, abóbora, coco, entre outros.
http://www.guiadasemana.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/restaurante/azul-marinho

Restaurante Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.
Instalado na antiga capela que fazia parte da residência da família imperial até 1.822, o restaurante ostenta brasões e exibe móveis do século XVI, em seus três salões envidraçados. Deles é possível contemplar o verde do parque e os funcionários, vestindo trajes de época.



No menu variado, influências da culinária portuguesa, como o bolinho de bacalhau e duas outras versões da iguaria - ao Zé do Pipo e à portuguesa.

Fixos, os pratos do dia podem ser consumidos no almoço, de segunda a sábado. 

Entre os carros-chefe da casa estão o bacalhau ao forno, com cebolas, batatas, azeitonas pretas, pimentões e azeite, e o camarão à D. Pedro (camarão à dorê, servido no abacaxi com arroz de passas e abacaxi salteado).
http://rioshow.oglobo.globo.com/gastronomia/restaurantes/restaurante-quinta-da-boa-vista-637.aspx



O restaurante Olympe é o marco da integração da cozinha evolutiva brasileira com técnicas francesas. Há exatos 32 anos, o chef Claude Troisgros iniciou a investigação de produtos brasileiros ,até então não explorados pela alta gastronomia, como principal fonte de criação para suas receitas. Elementos como batata baroa, maracujá , açaí e mandioca entraram para o menu da casa. Desde a inauguração, até dias atuais, foram criadas parcerias com pequenos produtores e empresas voltadas para a sustentabilidade fomentando a cultura brasileira.
O menu reúne uma experiência única de aromas, sabores e texturas. Fruto do trabalho dos Chefs Claude e Thomas Troisgros que apresentam receitas como Terrine de Palmito Pupunha com Foie Gras, finalizada com rapadura e sal negro ou ainda Lagostins fazem dupla com batata doce crocante. O ovo orgânico ganha destaque no preparo com beterraba, que os chefs chamam de "ovo borsch".
Já na hora da sobremesa, o perfume confundível do cupuaçu toma conta do salão, presente numa  torta de limão com raspas de chocolate.
Representantes da terceira e quarta geração, respectivamente, os chefs seguem a máxima do patriarca da família de cozinheiros: valorizar os tesouros que a terra  proporciona.  
http://www.claudetroisgros.com.br/?page=home


Experimente o universo Giuseppe Grill.

O perfeito contraponto de uma atmosfera sofisticada e ao mesmo tempo rústica e aconchegante.
Todos os detalhes foram caprichosamente pensados: projeto de light design inovador, trilhas sonoras elaboradas com exclusividade, mesas de madeira de demolição, cascata, pé direito altíssimo, paredes de tijolos aparentes e um grande acervo de telas dos maiores artistas plásticos brasileiros.
É neste clima que um time de profissionais apaixonados por boa mesa e pela arte de servir prometem proporcionar um momento delicioso.
Da churrasqueira e do grill a carvão saem suculentos T-bones, picanhas, chourizos entre outros 15 cortes do melhor gado brasileiro. Sem pressa, costelas e paletas chegam a ficar mais de 8 horas assando lentamente na brasa.
As caçarolas da cozinha preparam acompanhamentos à sua escolha. Uma seleção gourmet de arrozes, batatas e farofas dividem a atenção com receitas inventivas da culinária brasileira.
Surpreenda-se com um mercado de peixes em meio ao salão. Todos os pescados e frutos do mar são entregues diariamente, de acordo com a sorte dos pescadores locais, e são assados inteiros, envolvidos em folha de bananeira.
Para harmonizar tantos sabores: a carta de drinks mais estilosa da cidade e 600 rótulos de vinhos na adega.

Indicada pelas revistas Veja, Gula e Prazeres da Mesa, e pelos jornais O Globo e The New York Times, ela é uma estrela da casa.
Atualmente são 634 rótulos diferentes de 16 países. Safras consagradas do velho mundo, novidades fresquinhas do novo mundo, produtores, butique e uma impressionante coleção de Premier Grand Cru Classés descansam neste berço esplêndido.
A adega do Giuseppe Grill é referência por suas raridades, mas também por ser a mais completa carta de vinhos do Rio, atraente a todos os bolsos e gostos. Entre tantas e tão boas opções, fica até difícil fazer a escolha - uma questão deliciosa.

Uma marca do Giuseppe Grill é sua ligação com o mundo artístico. Dentro da cozinha, a arte maior é o paladar, mas note também as tigelas de porquinhos, os utensílios Kitsch e as divertidas panelas de tamanhos, formatos e cores diferentes que chegam até as mesas.
No salão, exposição de tourinhos de todas as parte do mundo, e uma valiosa coleção de telas com o tema 'touro', encomendadas aos maiores artistas plásticos brasileiros.
Também vale dedicar uma espiada ao projeto de luz, que muda de acordo com a iluminação externa, e a trilha sonora. Divirta-se, o show é para você.
Leblon - Rio de Janeiro.

http://www.bestfork.com.br/giuseppegrill/leblon/#




A Locanda é um templo de gastronomia reconhecido internacionalmente e citado com louvor nos melhores guias. A refeição oferecida no restaurante não é um simples serviço de comida e sim uma viagem por sabores e produtos escolhidos de acordo com a estação e com o que há de melhor no mercado em cada época.



O Locanda della Mimosa é desde a sua inauguração há vinte anos um dos restaurantes mais estrelados no Brasil e no exterior. Temos uma comida italiana, feita de maneira moderna, leve, com toque brasileiro.


Os melhores profissionais, sob o comando do chef Paulo Duarte não medem esforços para atender a todos os seus desejos.

O que lhe oferecemos é uma cozinha de padrão internacional, considerada a melhor da Serra e estrelada como uma das melhores do Brasil.
Os nossos pratos são elaborados com os ingredientes achados na estação e por isso temos todos os meses troca de menu para poder oferecer o que temos de melhor no mercado.
Todos os domingos, uma opção sofisticada para os que descem a Serra: o brunch da Locanda, servido de 12:30 às 16:30 horas.
A nossa adega tem história: começou com um grande buraco de oito metros de profundidade, onde foi construída uma bela adega, talvez a única real num restaurante no Brasil. Lá descansam, à temperatura ideal e sempre ao som de uma ópera, mais de seiscentos rótulos de vinhos de todo o mundo.
Peça ao nosso sommelier Antonio que o acompanhe em uma visita. Você sentirá o prazer de estar numa adega real, e poderá escolher ali mesmo o vinho que acompanhará a sua refeição.
Alameda das Mimosas, 30 
(acesso: pelo km 71,5 da BR-040), 

Petrópolis - RJ.

http://www.locanda.com.br/



Pousada Alcobaça
A Alcobaça funciona num casarão construído em 1.914. Da cozinha de Laura Góes saem pratos simples e saborosos, como a carne assada com molho ferrugem. Aos sábados tem feijoada.

Uma vez por mês a anfitriã prepara seu famoso cozido. "Não tem dia certo. Telefono para os clientes e aviso", conta d. Laura. O cardápio traz ainda pratos que ela pesquisou nos cadernos das avós. As verduras e os legumes são cultivados ali mesmo. Na sobremesa, não perca o doce de leite. Depois da refeição, passeie pelos jardins de rosas, bromélias, orquídeas.


Por que ir: pela combinação ímpar de acomodação e hospitalidade que d. Laura oferece
Prove: o famoso cozido de legumes e verduras da horta
Onde fica: R. Agostinho Goulão, 298, Petrópolis,RJ.
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos-paladar,viagem-gourmet-suba-a-serra-do-rio,4363,0.htm

D. Irene
Uma refeição típica da Rússia czarista servida na forma de menu degustação aguarda os clientes. Desfrute o banquete sem pressa.
Destaque do menu: as entradas, que incluem arenque marinado, rodelas de pepino com caviar, pequenas porções de salada e pastinhas variadas 
Não perca: a vodca artesanal na garrafinha coberta de gelo. 

Ambiente acolhedor que lembra a casa dos avós. Atendimento simpático e personalizado. O proprietário vem a mesa e sabe ser atencioso sem ser invasivo.

Preço justo. Comida maravilhosa, são tantos pratos que fica difícil estabelecer um ranking, mas merecem menção honrosa o patê de fígado, a beterraba com gengibre, as asinhas gratinadas e os pirozhkis (pastéis) que acompanham a sopa...

Onde fica: R. Tenente Luiz Meirelles, 1.800, Teresópolis, RJ.
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos-paladar,viagem-gourmet-suba-a-serra-do-rio,4363,0.htm
http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303509-d2235358-Reviews-Dona_Irene-Teresopolis_State_of_Rio_de_Janeiro.html

Quando se fala em gastronomia em Belém, o primeiro nome que vem à cabeça é o do chef Paulo Martins, verdadeiro embaixador da gastronomia paraense. Em seu restaurante, o Lá em Casa, o chef realiza um trabalho de resgate da gastronomia regional com pratos bem executados respeitando os ingredientes e receitas de origem indígena.
Depois de duas mudanças de endereço, o restaurante ocupa agora um confortável ambiente no Espaço das Docas, trabalhando com sistema à la carte no jantar e bufê no almoço (R$ 35) que pode ser uma ótima opção para conhecer uma grande variedade de pratos regionais sem gastar muito.




Primeiro prato: o tradicional Tacacá do Lá Em Casa prato originário dos índios que leva tucupi, goma de tapioca, camarão seco e as elétricas folhas de jambu.



Filhote grelhado: meu peixe de rio favorito, com vatapa paraense, que não leva amendoim nem castanha, mas alfavaca, chicória e um pouco de azeite de dendê para dar a cor amarelada.



Frango no tucupi: uma opção ao tradicional pato. Depois de assada, a carne é levemente cozida no tucupi com seu característico sabor azedinho e servido com jambu e farinha de mandioca.


http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.comni.br/arch2010-03-01_2010-03-31.html



O universo dos grandes chefs

Fontes : além das já citadas




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