sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Café, um raro prazer.

café é, ao lado da cerveja, a bebida mais popular do planeta. Apesar da preferência, as suas formas de consumo são tão diversas, que podem fazer com que o consumidor mais desavisado tenha grandes surpresas.
Café Arábica
Características dos sabores de cafés da espécie arábica, bebidas finas de alta qualidade, conhecidos no mercado como cafés especiais ou gourmet, enquadradas como do grupo I:
Bebida estritamente mole
Considerada a melhor bebida do café, apresenta aroma muito agradável, é intensamente suave e bastante doce, podendo ser ingerida naturalmente sem adição de açúcar.
Bebida mole
Esta apresenta as mesmas características da bebida estritamente mole, só que a suavidade e a doçura são menos intensas.
Bebida apenas mole
Apresenta pouca suavidade e doçura; percebe-se leve adstringência no fundo.
Bebida dura
Apresenta um travo na língua, transmitindo uma sensação de secura e aspereza na boca, como se tivéssemos comendo uma fruta verde com cica. Ainda dentro da espécie coffea arabica, temos as bebidas fenicadas de sabores químico medicinal enquadradas como do grupo II:

Riada
Apresenta um leve aroma e sabor químico medicinal, que lembra gosto de remédio.
Rio
Tem aroma e sabor químico medicinal mais acentuados que a bebida riada.
Rio zona
O aroma e o sabor químico medicinal dessa bebida são muito fortes, podendo ser percebidos com muita facilidade.

Podemos concluir que as bebidas riada, rio e rio zona têm o mesmo aroma e sabor, estando a diferença entre elas associada à intensidade dessas características em cada uma das bebidas.
Café robusta/conilon
Característica e sabor do café da espécie coffea canephora:
Esse café apresenta um gosto rústico característico e sui generis que se assemelha ao aroma e gosto do milho torrado. Atualmente, os degustadores vêm adotando três faixas de avaliações para essa bebida.
Muito leve gosto do conilon (bebida neutra)

Quando o gosto do conilon é quase imperceptível ao paladar, considerado bebida neutra, não sofrendo influência no sabor dos defeitos ou outro gosto estranho, a bebida do conilon é considerada como de excelente qualidade.
Médio gosto do conilon
O classificado nessa faixa é realizada quando começa a ocorrer influência dos defeitos na bebida. Dessa forma, o gosto do conilon fica mais acentuado, sendo considerado como de média qualidade.
Forte gosto do conilon
Quando a bebida apresenta acentuado gosto dos defeitos e o sabor do conilon fica muito forte e muito amargo, é considerada imprópria para o consumo.
http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php/index.php?tipo=ler&mat=30397


A lenda do café
Não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem.
Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio.
O pastor notou que as frutas eram fonte de alegria e motivação, e somente com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.

Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge apanhou um pouco das frutas e levou consigo até o monastério.


Ele começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.



As cafeterias
Foi em Meca que surgiram as primeiras cafeterias, conhecidas como Kaveh Kanes. Cidades como Meca, eram centros religiosos para reza e meditação e a religião muçulmana proibia o consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica. Desta forma, os Kaveh Kanes se transformaram em casas onde era possível se passar à tarde conversando, ouvindo música e bebendo café. A bebida conquistou Constantinopla, Síria e demais regiões próximas.
As cafeterias tornaram-se famosas no Oriente pelo seu luxo e suntuosidade e pelos encontros entre comerciantes, para a discussão de negócios ou reuniões de lazer.
O café conquistou definitivamente a Europa a partir de 1.615, trazido dos países árabes por comerciantes italianos. O hábito de tomar o café, principalmente em Veneza, estava associado aos encontros sociais e à música que ocorriam nas alegres Botteghe Del Caffè.
Em 1.687 os turcos abandonaram várias sacas de café às portas de Viena, após uma tentativa frustrada de conquista, e estas foram usadas como prêmio pela vitória. Assim é aberta a primeira coffee house de Viena e difundido o hábito de coar a bebida e bebê-la adoçada com leite - o famoso café vienense.
As cafeterias desenvolveram-se na Europa durante o século XVII, enquanto florescia o Iluminismo e se planejava a Revolução Francesa. Durante tardes inteiras, jovens reuniam-se em torno de várias xícaras de café, discutindo o destino das nações, declamando poemas, lendo livros ou simplesmente passando o tempo.
Atualmente, algumas casas famosas como o Café Procope, em Paris, e o Café Florian, em Veneza, ainda preservam o glamour dessa época.
Até hoje os cafés são locais onde pessoas se reúnem para discutir assunto importantes ou simplesmente passar o tempo, sendo o ritual do cafezinho uma tradição que sobreviveu a todas as transformações.
 
Nos últimos anos, houve uma onda provocada pelas modernas máquinas de café expresso, que revolucionaram o hábito do cafezinho, permitindo um crescimento vertiginoso das cadeias de lojas de café.

A técnica de gerenciamento por meio do sistema de licença da marca também permitiu um rápido desenvolvimento dessas lojas especiais, voltadas para um mercado mais exigente, o de café Gourmet.

http://www.abic.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=38#


Atualmente o Brasil é o maior produtor mundial de café, sendo responsável por 30 % do mercado internacional, volume equivalente à soma da produção dos outros seis maiores países produtores. É também o segundo mercado consumidor, atrás somente dos Estados Unidos.
   
As áreas cafeeiras estão concentradas no centro-sul do país, onde se destacam quatro estados produtores: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. A região Nordeste também tem plantações na Bahia, e da região Norte pode-se destacar Rondônia.
   
A produção de café arábica se concentra em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e parte do Espírito Santo, enquanto o café robusta é plantado principalmente no Espírito Santo e Rondônia.

Existem seis regiões que chamam a atenção pela qualidade e quantidade de grãos produzidos. São elas: Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Bahia, Mogiana Paulista, Espírito Santo e Paraná.
Minas Gerais é o estado brasileiro que mais produz café no país, cerca de 50% do total. São, em média, 700 municípios que plantam e colhem o grão em cerca de 1,1 milhão de hectares e empregam mais de quatro milhões de pessoas. Juntos rendem para o estado cerca de R$ 4 bilhões, aproximadamente 25% do PIB do agronegócio mineiro. No 13º Prêmio de Qualidade, realizado pela Illycaffè em 2.004, os 10 primeiros colocados eram produtores mineiros. 
O estado produz mais da metade do café nacional. As principais regiões cafeeiras do Estado são o Sul, e o Cerrado.
Sul de Minas
O Sul de Minas Gerais é o mais importante centro de produção de café do Brasil. Compreendendo cerca de 14 municípios, a região responde, em média, a 30% da produção brasileira de café.
Diversos fatores contribuem para que o Sul de Minas tenha maior competitividade na cafeicultura: aptidão de clima e solo para maior produtividade e qualidade; infra-estrutura das propriedades; profissionalismo do cafeicultor; sistemas de produção variados; qualificação de mão-de-obra; organização em cooperativas; geração de tecnologia; assistência técnica competente; tradição e sustentabilidade. O relevo montanhoso é ideal para produção de café. A altitude varia de 950 a 1.300 metros e a temperatura anual permanece em torno de 22 a 24ºC.
Sul de Minas está estrategicamente localizado, equidistante das três maiores capitais do país e dos portos de Santos e Rio de Janeiro. Caracteriza-se pela produção de cafés de excelente qualidade, devido às suas condições de clima e solo favoráveis ao desenvolvimento da cultura. O café é produzido em solos sob vegetação de cerrado e em solos mais férteis, nas regiões montanhosas. São mais de 28 mil propriedades que cultivam cerca de 1,2 bilhão de covas de café, numa área de aproximadamente 545 mil hectares. Predominam as pequenas e médias propriedades cafeeiras. Cerca de 95% das fazendas de café do Sul de Minas possuem menos de 50 hectares.
Na região sulmineira está a maior concentração de cooperativas de cafeicultores do Brasil, distribuídas nas várias micro-regiões produtoras, prestando serviços de assistência técnica, análises de solo e foliar, fomento, benefício e rebenefício, armazenamento e comercialização de café.
Algumas das principais cidades produtoras de café da região do Sul de Minas são Três Pontas, Campos Gerais, Nepomuceno, Boa Esperança, Machado, São Gonçalo do Sapucaí, Guaxupé, São Sebastião do Paraíso, São Tomás de Aquino, Itamogi, Alpinópolis, Santa Rita do Sapucaí, Botelhos, Poços de Caldas, Varginha, Machado e Alfenas.
A cafeicultura foi inserida na região na década de 1.850 e muitas cidades surgiram a partir das grandes fazendas. A região produz café Arábica. As variedades mais cultivadas são o Catuaí e o Mundo Novo. Porém, novas variedades produtivas e resistentes já estão sendo difundidas entre os produtores. A região é conhecida por ter bebidas finas. Trata-se de um café doce e suave, com aroma acentuado e acidez cítrica; se apresenta mediamente encorpado e adstringente, o que proporciona um aftertaste prolongado após sua degustação.


A média do Sul de Minas é de quatro mil cafeeiros por hectare, o que representa o sistema de cultivo semi-adensado. Apesar de ter um terreno com muito declive, os cafeicultores fazem muito uso da mecanização em suas lavouras.
A região também se destaca como pioneira no cultivo de café orgânico (ecologicamente correto).
O grande alcance social da cafeicultura no Sul de Minas pode ser medido pelo número de empregos que oferece: mais de 1,5 milhão de pessoas dependem das atividades nas lavouras de café.
Cerrado Mineiro
No Cerrado, o café foi introduzido na década de 70, com sofisticadas pesquisas agronômicas e tecnologias específicas para a região, já que os fazendeiros buscavam um café moderno.
As estações bem definidas, com verões quentes e chuvosos, seguidos de invernos frios e secos e a altitude acima de 800 metros formam o clima ideal para o cultivo do café de alta qualidade. A produtividade média do Cerrado, caracterizada por médias e grandes fazendas, é uma das mais altas do mundo. Com cerca de 4.300 fazendas de café em uma área de 135 mil hectares, chega a 24 sacas/hectare.
Os principais municípios produtores de café presentes na região do Cerrado Mineiro são Araguari, Indianópolis, Aimorés, Monte Carmelo, Patrocínio, São Gotardo, Coromandel e Araxá. Hoje, apesar de muitos municípios terem diversificado as culturas agrícolas, o café continua tendo influência na economia da região. Algumas cidades, como Patrocínio, dependem muito dele.
É a região ideal para plantio de cafés naturais, secos em terreiros ao sol. Este método de secagem permite a migração dos açúcares da popa para o grão, favorecendo o cultivo de cafés equilibrados em corpo e acidez, e proporcionando uma bebida mais adocicada e com aroma intenso. Dentre os cafés Arábicas cultivados no local, a predominância é de plantas das variedades Mundo Novo e Catuaí, das quais são obtidas principalmente bebidas duras.
Nesta região privilegiada pela natureza, com tecnologias modernas incorporadas a um negócio tradicional, o resultado não poderia ser diferente. O aroma e a doçura dos frutos contribuem para o delicioso sabor da bebida, bastante apreciada nos Estados Unidos, Europa e Japão.
Cerrado Mineiro apresenta certificado de “Indicação de Procedência”
Desde o mês de abril de 2.005, com uma simples leitura ótica de um código de barra, os distribuidores europeus ou de outras regiões importadoras do café do Cerrado Mineiro têm uma rastreabilidade completa do produto que estão comercializando.
Esse código de barra indica o nome do produtor, a propriedade, o exportador, o importador, o torrefador e as propriedades do café. Isso se tornou possível porque o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) conferiu à região uma “Indicação de Procedência” para o café.
O Cerrado Mineiro é a primeira região no mundo a ser demarcada com uma indicação de procedência. A região aguardou por esse certificado por mais de 7 anos, mas as dificuldades do INPI em estabelecer parâmetros ao certificado, devido ao processo inusitado, justificaram a demora.

A região demarcada do Cerrado Mineiro, composta por 55 municípios produtores de café, passa a receber o “status” de uma região vinicultora, como a dos Vinhedos no Sul, a de Bordeaux na França, ou a do Porto em Portugal.
Essa indicação de procedência para o café é importante porque o mercado consumidor fica cada vez mais exigente.
Além disso, em cinco ou seis anos, essa será um exigência para todos os produtos alimentares como frutas, carnes e bebidas.
A indicação de origem de procedência é importante porque define as características próprias do café da região. A análise sensorial indica aroma, corpo, sabor e acidez do café. 
http://www.markcafe.com.br/
http://www.markcafe.com.br/economia-cafeeira/principais-produtores/17-brasil/774-minas_gerais




De acordo com Concetta Marcelina, em sua apostila “A onda dos cafés e o papel do barista” existem novas formas de se pedir o café. São elas:
Expresso Normale
Aproximadamente 40 a 50 ml de uma bebida preparada com 7 a 9 gramas de café e água pura, a uma temperatura entre 88ºC e 93ºC.
Expresso Curto
Café mais forte. É um expresso que tem menor volume de água, em torno de 35 ml ou meia xícara; e 7 a 9 gramas de café à uma temperatura entre 88ºC e 93ºC. Resulta num café mais concentrado por que contém os componentes da primeira extração.
Expresso Carioca ou longo
Em uma xícara de 50 ml, coloque aproximadamente 20 ml de água quente e extraia o expresso curto, desta forma conserva-se o creme da bebida. O segredo está em diluir bem. É o mais fraco e agradável para paladares exigentes.
Macchiato 
Em uma xícara de 50 ml, extrai-se o expresso normal ou curto (conforme a preferência do cliente) e mancha-se com o leite vaporizado.
Café Latte
Em uma xícara de 150 ml, extrai-se 1 expresso curto e acrescenta-se leite vaporizado e uma fina camada do creme do leite vaporizado. 

Expresso Dópio
Em uma xícara de 150 ml, extrai-se dois expressos. A variação poderá ser de expresso curto ou normale.
Expresso Correto
Em uma xícara de 50 ml, acrescente aproximadamente 20 ml de um destilado branco ou licor e extraia um expresso curto. Na Itália utiliza-se a Grappa. Em Portugal utiliza-se a Bagaceira.
Expresso Romano
Em uma xícara de 50 ml, extrai-se o expresso normal ou curto (conforme a preferência do cliente) e serve com um pedaço de casca de limão.
Expresso com Panna
Em uma xícara de 50 ml, extrai-se o expresso normal ou curto (conforme a preferência do cliente) e completa a xícara com a adição de creme de leite fresco batido na hora com chantilly ou o próprio chantilly.
Cappuccino
Em uma xícara de 150 ml, extrai-se 2 expressos curtos, acrescenta-se o leite vaporizado e camada do creme do leite vaporizado. A medida utilizada no mundo todo para o cappuccino é 1/3 da xícara de café, 1/3 de leite e 1/3 do creme vaporizado.
Café Mocha
Em uma xícara de 150 ml, coloca-se uma camada de calda de chocolate e extrai-se 1 expresso curto, acrescenta-se o leite vaporizado e camada do creme do leite vaporizado.

Café Brulot
Tradicional mistura flambada de Nova Orleans, consiste de uma mistura de café com especiarias, casca de limão, laranja, brandy.

http://www.markcafe.com.br/o-cafe/tipos-de-cafe/1124-

anovalinguagemdascafeterias

Dispor de um local agradável para ler. Saborear um delicioso café. E por que não mais? A convidativa combinação dessas duas coisas pode ser uma experiência extremamente rica. Esta foi a razão da criação do The Comics Cafe. Uma cafeteria de quadrinhos na web, espelhada na tradição das melhores cafeterias do mundo e com um espaço agradável para a leitura. Gostamos de contar histórias e queremos que elas possam ser apreciadas num ambiente sofisticado e único.
http://www.thecomicscafe.com/news/?page_id=570
A revista World Hum fez uma lista das melhores cidades do mundo para tomar café. E, infelizmente, nenhuma cidade brasileira aparece na disputa. (Isto quer dizer que, com toda certeza, a revista não veio à Florianópolis conhecer o Café Cultura.)
A seleção foi feita pela jornalista Terry Ward e traz “as sete melhores cidades do mundo” para apreciar um bom café. A lista não é apenas baseada na qualidade dos grãos, mas também no histórico da cidade em relação ao café e a relação de seus habitantes com a bebida.
Veja abaixo algumas das justificativas usadas para a seleção das cidades:


Viena, Áustria
Kaffeehauskultur (cultura de cafeterias) em Viena vem desde o século 17, quando os turcos dominaram a cidade. Hoje, experimentar kaffee und kuchen (café e bolo) nos cafés vienenses do século 19 é um rito de passagem para visitantes e um ritual para os locais, que o fazem na companhia de jornais ou amigos.



Amsterdam, Holanda
Na Holanda, o chá é a bebida mais popular. Mas os cidadãos do país são muito sociáveis e adoram se encontrar com amigos para um copo de café nas centenas de cafés da cidade.
Roma, Itália
Nenhum ritual é mais autenticamente romano do que visitar um bar para saborear o melhor da Itália – uma dose de expresso. Turistas invadem os cafés com vista para a rua, mas a verdadeira experiência romana é tomar seu café em locais menos óbvios. Siga a dica dos locais e tome seu expresso nos balcões dos cafés para evitar a taxa de serviço.



Melbourne, Austrália
A capital do café da Austrália deve muito de sua tradição à imigração de italianos e gregos durante a 2ª Guerra Mundial. Mas foi só depois da década de 80 que a cultura dos ótimos cafés em Melbourne realmente floresceu.

Wellington, Nova Zelândia
Dizem que em Wellington existem mais cafés per capita do que em Nova York. Então achar um bom local é muito fácil.
Buenos Aires, Argentina
De conversas casuais às discussões de negócios, todos os tipos de encontros acontecem sobre os copos de café em Buenos Aires. Na cidade, o conceito de “café para viagem” não funciona e os apreciadores da bebida preferem tomar sua dose diária de expresso nos bares e restaurantes locais.


Seattle, Estados Unidos
A cidade é sinônimo de Starbucks, que foi fundada ali em 1971. O local original da rede atrai até hoje milhares de apreciadores de café de todos os lugares do mundo.

Fonte: Cafezeiro.com
http://www.cafeculturafloripa.com.br/blog/os-melhores-cafes-do-mundo.html


Resultado de constantes pesquisas e inovações, o Café Cultura está em frequente mudança. Do cardápio ao ambiente, dos serviços aos produtos especiais, a inovação faz parte do seu DNA.
Tudo para trazer à Florianópolis as novidades mais interessantes dos melhores cafés e bistrôs do mundo.
O LUGAR
Café Cultura é um charmosos café-bistrô que desde 2.004 vem mudando o conceito de cafeteria em Florianópolis. Com duas unidades localizadas na charmosa Lagoa da Conceição e na histórica Praça XV, o Café Cultura conquistou o exigente público local e os milhares de turistas que visitam a cidade todos os anos, graças ao seu conceito diferenciado, que reune ambiente moderno e descontraído, cardápio especial, serviços diferenciados e grande variedade de cafés especiais de alta qualidade.
Um dos diferenciais do Café Cultura é seu ambiente aconchegante e democrático. Frequentado por pessoas de todos os tipos, idades e nacionalidades, as lojas Café Cultura são uma verdadeira miscelânea cultural. Lugar ideal para reunir os amigos, conhecer pessoas, visitar exposições de artes plásticas, tendo a sua disposição o melhor cardápio da cidade.
http://www.cafeculturafloripa.com.br/conheca.html

Na agitada metrópole de São Paulo, os paulistanos não são muito habituados a sentar em mesas de cafés e ficar conversando e saboreando um bom café. Mas se quiserem fazê-lo, existem ótimos lugares.
Il Barista Cafés Especiais
Endereço: Rua Verbo Divino, 1.385 - Chácara Santo Antônio (Zona Sul) - São Paulo - SP.
É fácil ficar indeciso na cafeteria da mineira Gelma Franco. A diversidade começa pelo expresso, que pode ser suave, forte e orgânico. Também há três versões de cappuccino: tradicional, light (com leite desnatado) ou temperada por especiarias. Essa última é recomendada para os apreciadores do sabor marcante do gengibre.
http://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/il-barista-cafes-especiais-chacara-santo-antonio-zona-sul
Suplicy Cafés Especiais - Jardins
Endereço: Alameda Lorena, 1430 - Jardim Paulista - São Paulo - SP
O melhor lugar para atestar seu padrão de qualidade é em sua loja de rua dos Jardins. Para não abusar das calorias, vá de expresso básico, sempre bem tirado. Mas, se a balança não for problema, permita-se provar o moccha, uma xícara média com muita calda de chocolate na base, café, leite e chantili. Para acompanhar as bebidas, o sanduíche new york leva cream cheese e pastrami de peru no bagel.
http://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/suplicy-cafes-especiais-jardim-paulista


STARBUCKS

Especialista em cafés quentes ou gelados, a rede norte-americana possui filiais espalhadas pela cidade. Para quem adora bebidas geladas, a cafeteria traz o Iced Capuccino, uma mistura de expresso, leite frio e gelo, coberto por cremosa espuma. Outra sugestão que faz sucesso na casa é o Iced Café Latte, uma combinação de expresso e leite com gelo, além de essência para escolha do cliente nos sabores coco, avelã e baunilha.

http://www.guiadasemana.com.br/restaurantes/noticia/onde-tomar-cafe-em-sao-paulo


Casa Pilão
É possível beber cinco "blends" de expresso da marca neste café que fica longe da praça de alimentação do shopping. A bebida também é extraída no coador, na prensa francesa e no globinho -composto de duas bolas de vidro, uma com pó de café e outra com água. Para comer, prove a queijadinha e a tapioca recheado de goiaba e queijo fresco.

Av. Roque Petroni Jr., 1.089, piso térreo - Vila Gertrudes - São Paulo. 



http://guia.folha.uol.com.br/guloseimas/1260679-conheca-10-otimas-cafeterias-que-servem-delicias-em-sp.shtml



Octavio Café & Bistrô

Esta megacafeteria, em espaço de 1.200 m², abriga ainda show-room da marca, com grãos da região da Alta Mogiana (SP). Há confortáveis sofás e poltronas de couro, em que é possível se refastelar e pedir um expresso simples ou misturas como o premiado e caro drinque Favorito (café, vodca, chá, redução de pêssego, licor de laranja e baunilha.


O grão também pode ser preparado nos métodos turco, italiano, francês, aeropress, chemex, hario, coador e sifão. O cardápio é extenso e traz pratos elaborados no almoço e no jantar, caso do bife de tira com arroz biro-biro e salada.

Av. Brig. Faria Lima, 2.996 - Jardim Paulistano, São Paulo.

http://guia.folha.uol.com.br/guloseimas/1260679-conheca-10-otimas-cafeterias-que-servem-delicias-em-sp.shtml
O-coffee-lab
Um laboratório de sensações. Um espaço único. 
Uma escola de baristas. Uma cafeteria especial.
O Coffee Lab é um laboratório de torra, degustação e preparo de cafés de qualidade, focado em micro lotes com características singulares, responsabilidade eco-social e rastreabilidade do pé ao pacote.

Selecionamos alguns dos melhores cafés brasileiros a cada nova safra, e desenvolvemos perfis de torra específicos para cada café que vendemos. Testamos exaustivamente como cada grão se comporta em diferentes perfis de torra até definir aquele em que cada café demonstra toda sua potencialidade.
Nossa cafeteria é considerada uma das melhores do mundo e já recebeu diversos prêmios, como o de melhor cafeteria de São Paulo pelo Veja Comer & Beber 2.012. Nela, nossos baristas altamente treinados preparam, de acordo com as técnicas mais modernas utilizadas internacionalmente, os cafés que selecionamos e torramos. Todos os baristas estão treinados para conversarem com nossos clientes para tirar suas dúvidas e explicar mais sobre esse complexo e fascinante universo de cafés especiais de alta qualidade.
Nossa escola forma profissionais segundo as mais modernas teorias e técnicas em vigor internacionalmente. Formamos baristas, mestres de torra e degustadores profissionais. Também oferecemos cursos para leigos, que não pretendem trabalhar com café mas que se interessam por aprender mais sobre este produto apaixonante.


http://raposeiras.com.br/index.php/o-coffee-lab


Aqui no Coffee Lab, nós selecionamos os melhores cafés brasileiros que encontramos em cada safra. Mantemos relações próximas com os melhores produtores, e nos certificamos de que nossos cafés foram cultivados de acordo com nossos altos padrões de exigência, tanto em termos de qualidade e atenção no processamento do produto quanto da responsabilidade social e ecológica que foi empregada durante o processo produtivo na lavoura.
Trazemos para o Coffee Lab estes microlotes de cafés especiais selecionados e desenvolvemos perfis de torra específicos para cada um, com o objetivo de valorizar todo o potencial de cada café na xícara do nosso consumidor.
O desenvolvimento de perfis de torra é um processo longo e muito técnico, através do qual testamos exaustivamente a forma como cada café se comporta com relação a alterações nas variáveis envolvidas no processo de torra, como temperaturas iniciais, finais e sua curva, tempo, e fluxo de ar no interior do tambor. Chegamos a testar dezenas de perfis diferentes até chegarmos naquele que consideramos o melhor possível para aquele determinado microlote, e só então o utilizamos em nossa cafeteria e o colocamos em nossas gôndolas.
Somos perfeccionistas, metódicos e, acima de tudo, apaixonados por café. O resultado de tanta dedicação é a qualidade em todos os cafés que servimos, que pode ser percebida tanto por leigos quanto pelos mais exigentes especialistas.

http://raposeiras.com.br/index.php/nossos-graos


Ao contrário dos paulistanos, os argentinos adoram curtir as mesas dos cafés em Buenos Aires , onde ficam horas conversando e saboreando um bom café.
Café Tortoni - Av. De Mayo 825/29 - Centro - Buenos Aires, Argentina.
O Café Tortoni é o paradigma de Buenos Aires, mas pouco se sabe de suas origens. Apenas um imigrante francês chamado Touan decidiu inaugurar no final de 1.858, com o nome emprestado de um estabelecimento do Boulevard des Italiens, que reuniu a elite da cultura parisiense do século XIX.


No final do século, o bar foi comprado por outro francês: Don Celestino Curutchet.
O local era frequentado por um grupo de pintores, escritores, jornalistas e músicos que formaram a Associação das Pessoas de Letras e Artes, liderada por Benito Quinquela Martin.
Em maio 1.926 La Peña pediu a  Don Celestino Curutchet, para deixá-los usar a adega subterrânea. O proprietário aceita alegremente, porque nas suas palavras ... "artistas gastam pouco, mas dão brilho e fama ao café".
Neste café parece que o tempo parou, nele as pessoas jogam bilhar, cartas, ou apenas tomam um café com os amigos. O lugar está se tornando uma parte indispensável da história de Buenos Aires.
Fundado em 1.858, o Café Tortoni é o mais antigo da Argentina.
Entre as suas paredes revestidas, com suas mesas de carvalho e mármore verde, sentou-se Alfonsina Storni, Quinquela, Carlos Gardel, Baldomero Fernández Moreno, Luigi Pirandello, Federico Garcia Lorca e Arthur Rubinstein entre outros artistas, escritores e parlamentares que trespassaram alguma personalidade a este café tradicional e inseparável da história de Buenos Aires.
http://www.cafetortoni.com.ar/html/tortoni.html



Localizado em uma tradicional avenida da cidade de Buenos Aires, a Avenida de Mayo, o Los 36 Billares se apresenta ao mundo plantado como um pedestal da historia argentina. Com mais de 115 anos de existência, o lugar representa um clássico de Buenos Aires e uma parte da cultura portenha.
se apresenta ao mundo plantado como um pedestal da historia argentina. Com mais de 115 anos de existência, o lugar representa um clássico de Buenos Aires e uma parte da cultura portenha.

Em 1.894, em pleno coração do centro portenho se fundou este café na Avenida de Mayo, com suas linhas do século XIX, fortemente influenciado pela colonia espanhola.
A edificação, obra dos arquitetos Colmegna y Tiphaine, tem vários setores que se destinam a usos determinados.




No subsolo, os jogos de bilhar, dados e dominó, marcando um território predominado por homens. Contribuem para este ambiente tradicional as mesas de madeira e as grandes janelas para a rua, e especialmente a relação do café com o jogo.


Por suas mesas passaram notáveis escritores como como Federico García Lorca, que morava perto do Hotel Castelar, e o argentino Abelardo Arias. Jornalistas como Miguel Ángel Bavio Esquiú o Timo Zorraquín.


Reconhecido por seus valores recebeu inúmeras distinções, entre elas a outorgada em 1.987 pelo Museu da Cidade e o arquiteto José María Peña, que reconheceram  "Los 36 Billares" como uma testemunha viva da memória da cidade de Buenos Aires.


 http://www.los36billares.com.ar/index.htm


Na faixa de pontos turísticos clássicos da cidade de Buenos Aires, uma das referências mais animadas e qualificado é La Biela.
O histórico bar no elegante bairro da Recoleta mantém intacto o prestigio histórico e permanece como ponto de reunião de uma clientela regular e também atrai visitantes ocasionais que passam por Buenos Aires.
La Biela, é um dos redutos que dão à cidade o seu ar inconfundível de elegância cosmopolita. 
Histórico Cafe em Recoleta 
La Biela é um café habitual de Buenos Aires. Não só por causa de sua história, que começou há mais de 150 anos, mas também pela sua decoração, conforto, localização, serviços prestados e os cuidados que são fornecidos pelo seu pessoal qualificado.

Em sua sala de estar espaçosa, com capacidade para 400 pessoas confortavelmente sentadas, pode desfrutar de uma agradável conversa de café ou beber um clássico das delícias de sua culinária. As cadeiras confortáveis ​​tornar agradável a estadia no lugar e as mesas bem espaçadas.
Dentro, a decoração simples adiciona um toque de distinção ao meio ambiente. As cortinas nas janelas e a combinação com a madeira tornam um lugar quente e acolhedor. Nas paredes você pode ver os clássicos radiadores Hispano Suiza, núcleos, lanternas  e buzinas de carros antigos. Podemos encontrar fotografias de grandes nomes de corridas como Juan Manuel Fangio, cinco vezes campeão mundial de Formula Um, Jose Froilan Gonzalez, Clay Reggazzoni entre outros.
http://www.labiela.com/esp/detalle.php?a=el-cafe&t=1&d=1



Também em Paris, os cafés são lugares muito frequentados e concorridos.

Sentar nas mesas na calçada, pedir um café, ficar olhando a vida passar é das coisas mais gostosas de fazer em Paris. Aproveitem para descansar, as cadeiras ficam viradas para a rua, parece um cinema.




Geralmente as pequenas mesas dos cafés parisienses são disputadíssimas quando a temperatura é mais agradável. O assédio aos cafezinhos pode ser menor durante o inverno, mas os amantes de um bom café sempre terão um espaço na cidade luz. Faça chuva, faça sol ou faça neve, é possível ver amigos e homens de negócios procurando abrigo nestas mesinhas, mas desta vez, do lado de dentro.

Se há um hábito tipicamente francês, que combina muito com o clima de Paris, é tomar um café em um dos diversos e famosos Cafés Parienses. O passa-tempo mais comum da França é visitar um bom café para ler um livro, tomar uma bebida, e sociabilizar com alguém.
Os cafés parisienses são uma das instituições mais famosas da França. São pontos de encontro, pontos de observação do movimento das pessoas, ou, simplesmente, um local para ler. A “cultura do café” atrai franceses e  turistas.


http://www.cristinamello.com.br/?p=1693


O Café de la Paix é uma instituição parisiense por um século e meio. Combinando história, tradição e modernidade, uma cozinha "clássico contemporâneo" espera por você em um ambiente excepcional.
Junto com o restaurante, o Café de la Paix oferece durante todo o dia em seu terraço interno , uma seleção de fast food e bom tempo, a esplanada em frente ao Opera Garnier flamboyant.

O Opera Café oferece vistas deslumbrantes sobre a Opera House''. Está aberto diariamente para o café da manhã, almoço e jantar, oferecendo uma fórmula simples e saborosa. A sua localização ideal também permite a criação de eventos privados, refeições para 20 pessoas ou coquetéis para 40 pessoas.
A Praça da Ópera , na grande alcova situada na periferia da sala principal, em frente à Place de l'Opera, pequenos-almoços anfitriões, almoços ou jantares privados com capacidade para quarenta pessoas.
Área de copa e bar, magnífico jardim de inverno de 800 m² montado no centro do hotel. Um refúgio majestoso longe da azáfama da cidade.
À noite, uma atmosfera acolhedora e elegante lentamente ganhando lugares. 

O bar oferece um ambiente íntimo e acolhedor sob as luzes ofuscantes.
Este café é considerado um patrimônio histórico pelo governo da França, desde 1.975. Se você gosta de artes plásticas e poesia, este é um café emblemático para você visitar na França. O recinto é decorado com referências a Ópera de Paris Garnier, transformando este lugar em mais que um simples café, um grande museu com inestimável valor cultural e histórico. Diversos escritores franceses frequentaram este café, fazendo dele um ambiente lendário em Paris.
http://www.cafedelapaix.fr/fr/index.php
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De Picasso a Scott Fitzgerald, este café foi visitado por diversos importantes intelectuais da história, servindo de ambiente, sem dúvida, para o surgimento de muitas ideias geniais que mudaram a humanidade. Antigamente, o toque clássico do Le Select era a fumaça no ar, com as leias anti-fumo esta característica desapareceu, mas o ar misterioso e magnífico do café Le Select permanece, um bom lugar para ler um livro e tomar um bom café ou chá.
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Ele apareceu no início da Terceira República em 1.885. Seu nome vem uma escultura da deusa Flora  no lado oposto da avenida. É também neste café que o Jornal Ação Francesa foi fundado em 1.899.
O café  se torna palco de uma elite intelectual, a chamada «  idade de ouro » do café.
Um cliente assíduo, Jean-Paul Sartre se refugiava no café para escrever “O Ser e o Nada”, a obra fundamental da teoria existencialista e era lá que ele e Simone de Beauvoir passavam horas com seus amigos. Também no café foram redigidas obras como “Sous le signe de Flore” de Charles Maurras, e segundo a lenda, muitos outros escritores redigiram suas obras no café por ser um dos únicos lugares aquecidos de Paris durante a guerra.

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Café Procope, o mais antigo café em Paris, aqui o cenário é excepcional.

Templo da Literatura, os maiores escritores voltaram a este lugar para desfrutar de um café, sorvete ou limonada e falar sobre literatura.
Este é o primeiro café artístico, literário em Paris, onde Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Verlaine e outros passaram dias e noites excepcionais.
Café Procope, na rua então conhecida como rue des Fosses-Saint-Germain-des-Prés , começou como um café , onde senhores podiam beber café , a bebida exótica que já tinha sido servido em tabernas, ou comer um sorvete , servido em xícaras de porcelana por garçons em trajes exóticos.
http://en.wikipedia.org/wiki/Caf%C3%A9_Procope
http://www.emporioarmanicaffe.fr/histoire/cafs-paris/

NEW YORK CAFÉS
Once Upon a Tart  é um café que serve o bairro de Soho, em Nova York nos últimos 17 anos.
Moradores esperam pela manhã, para começar o dia com café e biscoitos fresquinhos e muffins.
Durante a hora do almoço, que fica lotado com os habitantes locais, trabalhadores de escritório, mentes criativas e marinheiros de primeira viagem que anseiam por sanduíches, sopas, saladas e combos.

Na parte da tarde, as pessoas parar para ler, conversar ou fazer uma pausa de um dia agitado e provam diversos tipos de tortas, biscoitos, cookies, cafés e chás.

Além da comida que Once Upon a Tart ... oferta, as pessoas vêm para ver e apreciar a famosa vitrine da loja que é reorganizada sazonalmente.

http://www.onceuponatart.com/




The New York Café em Budapeste possui o título de "a mais bela casa de café do mundo", além disso, é uma das oficinas de restauração de topo em Budapeste.

Não é só a reforma da Gastronomia húngara e estabelece a chamada "gastronomia húngara Essencial", mas também é considerado como o líder entre os criadores de tendências gastronômicas internacionais.
The New York Café viveu muitas eras, sistemas políticos e pontos de viragem histórico. Ainda assim, sempre renasce, espumante e ocupada por aqueles que ansiavam por seus confortos: artistas, membros da nobreza e plebeus. O Grupo Boscolo reconstruiu-o de uma forma que reflete a tendência de recuperar sua antiga patina e reputação classificando-o como o O café mais bonito do Mundo.
http://www.newyorkcafe.hu/





O Caffè Florian  
Inaugurado em 1.720, na Piazza San Marco, em Veneza, Caffè Florian é o mais antigo Café da Itália. Sentado em uma das salas do café ou do lado de fora ouvindo a orquestra na praça, pode-se desfrutar de um serviço impecável e produtos da melhor qualidade. 


Famosa por sua rica história como uma encruzilhada de arte, cultura, política e entretenimento, hoje a Florian também é conhecida por seus produtos elegantes da marca: café, chás, chocolates, biscoitos, porcelanas e objetos de design. 

http://www.caffeflorian.com/






O Café Central é uma conhecida cafeteria da cidade de Viena. Se encontra no distrito número 1 da capital austríaca, no número 14 da rua Herrengasse, um edificio neo renascentista que atualmente recebe o nome de Palais Ferstel em honra a seu arquiteto, Heinrich von Ferstel.
O café abriu suas portas em 1.860. Em fins do século XIX se transformou em um dos pontos de encontro mais importantes da intelectualidade vienesa, em parte graças ao fechamento do Café Griensteidl. Alguns dos clientes habituais do Central foram, entre outros, Peter Altenberg, Egon Friedell, Hugo von Hofmannsthal, Anton Kuh, Alfred Adler, Sigmund Freud, Adolf Loos (que desenhou o interior do Café Museum), Leo Perutz e Alfred Polgar.


Até 1.938, o Café Central recebia também o nome jocoso de "universidade do xadrez", pois era frequentado por muitos aficionados por este jogo. Hoje em dia, o Café Central é por um lado uma atração turística e por outro uma cafeteria que vive da reputação de seu passado literário.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caf%C3%A9_Central

O Café Imperial em Praga sempre foi um local frequentemente visitado. Era um local de encontro para todos e para tudo. Agora a tradição continua.
Mesmo depois de quase 100 anos, ainda mantém uma atmosfera inesquecível no estilo do Grand Café.
Quer se trate de pequeno-almoço, chá da tarde ou um evento privado, estamos prontos para cuidar de todos os detalhes.
O menu oferece o melhor da cozinha checa.
Café e bolos no café deste estilo é sempre um elemento importante. Nossas sobremesas são algo extra.
Café Imperial é outro tempero para o mundo da culinária de Praga. Ansioso para conhecê-lo!
http://www.cafeimperial.cz/cs/cafe-imperial



Confeitaria Colombo – Fundada em 1.894

Há mais de 100 anos a Confeitaria Colombo faz história no Rio de Janeiro.
Em seus espaços grandiosos reluzem espelhos belgas e imperam o belíssimo mobiliário em jacarandá e as bancadas de mármore italiano. São mais de cem anos de história.

Desde de 1.894 a Colombo, símbolo máximo da belle époque da cidade, faz parte do Patrimônio Histórico e Artístico do Rio de Janeiro.
Mas não são apenas os grandes salões, palco de recepções a visitantes ilustres como o rei Alberto da Bélgica, em 1.920, a rainha Elizabeth da Inglaterra, em 1.968, ou mesmo políticos, escritores e artistas, que marcaram a história.

Baixelas de prata portuguesa, louças da Cia Vista Alegre, mais de 500 cardápios antigos, fotos e embalagens de produtos comercializados pela Confeitaria no século passado fazem parte do belíssimo acervo, exposto no Espaço Memória. Criado em 2.002, o Espaço pode ser reservado para eventos com até 30 pessoas.

A tradição Colombo com vista para o mar.
Localizado em pleno Forte de Copacabana, o Café do Forte fica de frente para um dos mais belos cartões-postais da cidade, a Praia de Copacabana. Aqui você encontra o cenário perfeito para tornar seu lanche ainda mais especial. Além dos tradicionais doces, salgados e waffles, nosso cardápio conta ainda com saladas, sanduíches e massas.
Oferecemos serviço de café da manhã, almoço e chá da tarde. De terça a sexta (exceto feriados) o Café do Forte oferece também um menu especial de almoço à la carte. Mais perfeita tradução da qualidade e sofisticação Colombo, o Café do Forte tem muito orgulho de integrar o roteiro turístico da Cidade Maravilhosa.
http://www.confeitariacolombo.com.br/site/historia/
O café mais caro do mundo, conhecido como Kopi Luwak, é comercializado a mais de 250 euros por kilograma.
O seu nome “Kopi Luwak” vem da palavra bahasa (indonésia) para “café” e de “luwak”, um pequeno primata asiático que seleciona com os seus critérios, os grãos de café que lhe são apresentados, para os comer. Os preparadores recolhem depois das fezes do “Luwak” cada grão de café, lavam-nos cuidadosamente e produzem assim aquele que os especialistas consideram o melhor café do mundo.

Os grãos conhecem uma pequena fermentação natural no estômago dos “Luwak”, o que lhes confere um sabor levemente achocolatado.
Embora altamente valioso, não é possível produzir mais do 100 Kg de “Kopi Luwak” por mês.


http://cafekopiluwak.blogspot.com.br/




Fontes : além das já citadas








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