sexta-feira, 14 de junho de 2013

Coisas do passado.

Namoro no escurinho do cinema
Cinema é a maior diversão, já diriam as salas da Severiano Ribeiro. Mas quando se trata da diversão também ser algo mais 3D e menos assistida, o cinema se torna palco de histórias tórridas de romances, a ponto de dar inveja aos personagens que estão sendo projetados.



Todo mundo que já beijou alguém na vida já foi ao cinema apenas pra ter um pretexto pra namorar em paz, ou pra dar uma quebrada no gelo pra finalmente beijar aquela pessoa especial… Mas claro, nem sempre a coisa toda dá certo.
Tenha noção de que se as cadeiras escolhidas pro seu filme romântico forem as lá no meio pra que “a experiência seja mais agradável”, o romance encontrará uma série de entraves. Conte aí além do descanso de braço, virá outras pessoas do seu lado, e convenhamos, é uma droga namorar quando tem um moleque do seu lado perguntando pro pai o quê que vai acontecer no filme. Se a idéia é assistir o filme pra só dar umas bitoquinhas de leve, sem problemas. Senão, vá pro fundo, levante o descanso e aninhe sua companhia nos seus braços.
É sempre bom ter uma ideia de que tem determinadas sessões e salas de cinema que não são apropriadas para isso, por causa dos frequentadores. Uma rodada de beijos tórridos, mesmo que seja nas cadeiras de trás do cinema, pode ser interrompida por uma cambada de senhoras e senhores da terceira idade, que mesmo sem querer, arrebentam com todo o climão maneiro que estava em curso. Procure um cinema que não seja tão frequentado por crianças e idosos, para evitar constrangimentos. Se não for possível, procure ir nas sessões de filmes mais pro fim do dia.
http://cenabrasilis.com.br/especiais/papo-de-cinema-namoro-no-escurinho/


Flagra, Rita Lee.
No escurinho do cinema
Chupando drops de anis
Longe de qualquer problema
Perto de um final feliz
Se a Deborah Kerr que o Gregory Peck
Não vou bancar o santinho
Minha garota é Mae West
Eu sou o Sheik Valentino
Mas de repente o filme pifou

E a turma toda logo vaiou
Acenderam as luzes, cruzes!
Que flagra!
Que flagra!
Que flagra!


http://www.vagalume.com.br/roupa-nova/flagra-no-escurinho-do-cinema.html#ixzz2W83zMk5y




Debutante é a palavra usada para designar a adolescente que completa seus quinze anos de idade. A palavra vem do francês débutante, que significa iniciante ou estreante.

O baile de debutantes é um rito de passagem ao qual as jovens são submetidas, geralmente sendo realizado quando as mesmas completam quinze anos.
Completando o décimo quinto aniversário de uma mulher, pedia-se uma linda festa de comemoração, onde ela seria apresentada oficialmente à sociedade, começando assim uma nova fase de sua vida.





A partir do seu "début", a jovem moça passava a frequentar reuniões sociais, a usar roupas mais adultas e tinha permissão para namorar.



Normalmente, na recepção dos convidados, a garota usava um vestido bonito e simples, cheio de detalhes infantis, e depois da meia noite usava um lindo vestido de gala para dançar a valsa com seu pai; tudo para representar que ela deixava de ser menina para se tornar uma mulher.





http://pt.wikipedia.org/wiki/Debutante


Valsa (do alemão Walzer) é um gênero musical erudito de compasso ternário, ou então binário composto (embora muitas vezes, para facilitar a leitura, seja escrita em compasso ternário). As valsas foram muito tocadas nos salões vienenses e muito dançada pela elite da época. A valsa surgiu na Áustria e na Alemanha.


Durante meados do século XVIII, a allemande, muito popular em França, já antecipava, em alguns aspectos, valsa. Carl Maria von Weber, com as suas Douze Allemandes, e, mais especificamente com o Convite à dança (também conhecido por Convite à valsa), de 1.820, pode ser considerado o pai do gênero.

Os compositores mais famosos do estilo são os membros da família Strauss, Josef e Johann Strauss. O estilo foi depois reinterpretado por compositores como Frédéric Chopin, Johannes Brahms e Maurice Ravel. Johann Strauss II compôs mais de duzentas valsas. Atualmente as valsas são regularmente interpretadas pelas mais importantes orquestras mundiais.
O gênero musical gerou danças com braços entrelaçados ao nível da cintura, tornou-se logo uma dança independente com contato mais próximo entre os parceiros. No fim do século XVIII a dança passou a ser aceita pela alta sociedade - especialmente pela sociedade vienense.

A valsa chegou ao Brasil com a transferência da corte portuguesa ao país, em 1.808. A música foi apresentada em salões onde a elite do Rio de Janeiro dançava. Depois chegou outro gênero musical, a polca, em 1.845. Ao longo da segunda metade do século XIX a valsa continuou a ter grande aceitação e foi, nas palavras do estudioso José Ramos Tinhorão, "um dos únicos espaços públicos de aproximação que a época oferecia a namorados e amantes".


Entre os músicos brasileiros que fizeram obras neste gênero estão os compositores Villa Lobos, Carlos Gomes e Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Tom Jobim e Chico Buarque. Além disso, a música sertaneja e a música regionalista tradicionalista assumiu esse ritmo em suas canções, seus representantes mais conhecidos são: Zé Fortuna & Pitangueira e Zé Corrêa.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Valsa



Era o dia 29 de julho de 1.959 quando Santa Cruz do Rio Pardo ganhou um clube considerado luxuoso e imponente para a época. Nascia o Icaiçara Clube, por iniciativa do grupo político dos “azuis”, para rivalizar com o Clube dos Vinte, dos “vermelhos”.


A década seguinte foi de intenso glamour, verdadeiros “anos dourados” onde artistas de TV e políticos percorriam os salões dos clubes.


O Clube dos Vinte foi extinto na década de 90, mas o Ica sobreviveu e se impôs como um dos mais importantes clubes da história de Santa Cruz e região.

O atual presidente, João Nantes, lembra que o clube começou a ser construído no final da década de 50. Segundo o advogado Olímpio Carvalho dos Santos, foram 113 os fundadores do Ica, que se cotizaram após reunião na casa do ex-vice-prefeito José Osiris Piedade, o “Biju”. Parte do terreno foi doado pelo farmacêutico Alziro de Souza Santos, cuja farmácia ficava ao lado do Ica. Ele foi um dos líderes políticos dos “azuis”.
O clube foi batizado pelo professor Wilson Gonçalves, escritor e ex-colunista do DEBATE que morreu em 1.993. Na época com 14 anos, João Nantes trabalhava na farmácia e foi secretário do clube.
Há, inclusive, um “livro de ouro” da época da inauguração, onde personalidades escreveram opiniões sobre o clube. Entre eles estão Abreu Sodré e Carvalho Pinto, ex-governadores de São Paulo.


O prédio foi construído por Guido Salomão, que cortou a faixa inaugural ao lado do primeiro presidente do clube, Agenor Pereira de Camargo. O construtor, por sinal, foi responsável por várias obras de vulto em Santa Cruz, como luxuosas residências e o Grande Hotel. Salomão morreu há 11 anos e a filha, Zilda, conta que muitas vezes ele “dava aulas” para engenheiros. O prédio do Ica, aliás, nunca apresentou problemas estruturais.

Quatro anos depois, em novembro de 1.963, o Icaiçara inaugurou suas piscinas. Foi o marco que diferenciou o clube do rival. Na solenidade, houve um torneio de natação. Numa das fotos dos arquivos do clube, aparece ao fundo a torre da antiga Igreja Matriz, que já estava sendo demolida.
Até o início da década de 70, o Icaiçara promovia grandes eventos, atraindo milhares de sócios para ver artistas da televisão. Vários bailes de debutantes tiveram como paraninfos Francisco Cuoco, Denis Carvalho, Lauro Corona, Carlos Eduardo Dolabella e outros. Nos anos 90 o Ica tentou reviver a fase áurea, trazendo o ator Mário Gomes.
Curiosamente, o ICA conseguiu se desvencilhar da política a partir do final da década de 70, quando escolheu como rainha do clube a filha do então prefeito Aniceto Gonçalves, adversário dos “azuis”.
A partir daí, o Ica abriu as portas para os antigos adversários. “E nunca mais ninguém foi autorizado a fazer político dentro do clube”, garante o atual presidente João Nantes. Não foram poucos os políticos, barrados pela presidência, que pretendiam enviar “recados” durante os bailes. “Até o Onofre Rosa, pessoa muito querida no clube, foi impedido de fazer político no recinto”, contou.
Para João Nantes, um dos fatores que contribuíram para o fim do ranço político foi a união das famílias. “Filhos de políticos de um lado casaram-se com filhas de adversários, provocando um entrelaçamento de várias famílias”.
A política, então, foi relegada a uma espécie de “chá” noturno. Integrantes da velha guarda do clube passaram a se reunir, informalmente, nas noites do meio de semana para discutirem política.



“Mas aí era só conversa entre eles”, lembra João Nantes, citando nomes como Fernando José Santos, Renato Fraga, Wilson Gonçalves, Aquino e Quintilho Rosso, Mário Moreira Martins, Ulysses Butignoli, José Maria Santos, João José Correia e outros.
Nos últimos anos, o Icaiçara comprou vários imóveis ao redor do clube, o que possibilitou a construção de uma terceira piscina — aquecida — e uma quadra de areia. A última aquisição foi a residência do ex-vereador João Capistrano de Paula, mas o clube ainda não revela os planos para a área.
João Nantes vai deixar a presidência do clube, mas foi incumbido de preparar a festa dos 50 anos do Ica, que deve contar com baile, shows, torneios etc. Além disso, haverá homenagem para as personalidades que, de uma forma ou outra, contribuiram para a história do Icaiçara Clube.
Hoje o Ica é talvez o único clube da região que oferece academia de ginástica, saunas, quadras e piscinas. Além disso, os sócios podem usufruir de uma série de atividades monitoradas por professores. O Ica também está construindo um elevador para facilitar o acesso de cadeirantes. O presidente, porém, avisa que o clube não é lucrativo. “Há um déficit mensal que é coberto com a renda de períodos fortes, como carnaval e especialmente o calor”, diz Nantes.
http://www2.uol.com.br/debate/1473/cadd/cadd.htm


Radio Clube Mirim
O advogado e radialista José Eduardo Catalano sentiu novamente a emoção de apresentar programas que fizeram sucesso nas décadas de 50 a 70 em Santa Cruz do Rio Pardo. Na sexta-feira, 30, e no sábado, 1º, ele voltou a apresentar “Radio Clube Mirim” e “Programa do Estudante”, no salão da ACE (Associação Comercial e Empresarial), o mesmo prédio do antigo Clube dos XX onde tudo começou.
Os eventos fazem parte da comemoração pelos 63 anos ininterruptos da carreira de Catalano como radialista. Ele foi o primeiro funcionário da rádio Difusora Santa Cruz, em 1.948. Tinha, então, apenas 14 anos.
Na sexta e ontem, como nos áureos tempos, o auditório ficou lotado. Muitos que foram acompanhar a apresentação de Catalano eram participantes dos primeiros programas.


É o caso do atual desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Fermino Magnani Filho
. Quando criança, ele chegou a chutar bolas no programa de Catalano e ganhou prêmios. Na noite de ontem, voltou à cena como jurado ao lado do irmão Umberto Magnani, do professor da USP João Batista Borges, do cantor Guca Domenico, João Queiroz, João Nantes, José Sanches Marin, Souza Neto e outros.

José Eduardo Catalano vai completar em setembro 63 anos de atividade ininterrupta no rádio. Primeiro funcionário da rádio Difusora, foi ele quem colocou a emissora no ar em 1.948, juntamente com Benedito Camarinha. Tinha, então, 14 anos. Para comemorar a data, o radialista de 77 anos planeja reeditar em setembro, ao menos uma última vez, o programa “Radio Clube mirim”, que fez sucesso nos anos 50 e 60. O palco seria o mesmo daquela época, os salões do antigo Clube dos Vinte, hoje sede da Associação Comercial e Empresarial (ACE).
A ideia é reunir os comunicadores a partir de 1.948 que ainda estão vivos para um reencontro, onde os tempos áureos do programa infantil serão revividos. “A apresentação será para a geração atual, mas muitos que já participaram do programa nos anos 50 e 60 confirmaram presença e dizem, inclusive, que vão cantar”, disse Catalano. O “Programa do Estudante”, outro sucesso nos “anos dourados”, também será lembrado com a promoção de uma gincana entre duas escolas, como o radialista fazia antigamente. A data ainda não está fechada, mas pode ser no dia 30 de setembro. O CPP (Centro do Professorado Paulista) se dispôs a fazer o cadastro dos participantes.
O “Radio Clube Mirim” surgiu nos anos 50, idealizado por Carlos Queiroz, Theófilo Queiroz, João Baptista Borges Pereira, Carmen Queiroz e Olímpia Figliolia. O maestro Jordano e Theófilo compuseram a melodia: “Criança bonita, alegre assim, gosta do programa Radio Clube Mirim”. O programa era aos domingos, após a missa matinal, quando dezenas de crianças “invadiam” o antigo auditório da rádio.
Já o “Programa do Estudante” começou no extinto “Clube do Xadrez”, num sobrado na praça Leônidas Camarinha. “Naquele local eram realizadas às sexta-feiras as sessões lítero-musicais. Deu tão certo que decidimos ampliá-las para um programa juvenil”, conta.
Os dois programas fizeram tanto sucesso que o auditório da rádio ficou pequeno e ambos foram transferidos, no final dos anos 50, para os salões do Clube dos Vinte. Segundo Catalano, o sucesso também se deu pela presença de Mário Nelli, com seu conjunto MN-7.




http://www2.uol.com.br/debate/1591/cidade/cidade07.htm

http://www2.uol.com.br/debate/1582/cadd/cadd.htm


Mi Buenos Aires querido, 
quando eu vê-lo novamente, 
não haverá mais tristeza ou esquecimento.
A lanterna da rua onde eu nasci 
era a guarda de minhas promessas de amor, 
sob a sua luz pouco inquieto vi 
meu pebeta brilhante como um sol.
Hoje sorte quer vê-lo novamente, 
a minha única cidade portuária de amor, 
eu ouço a queixa de um bandoneon, 
em pedir para o seu coração.
Minha Buenos Aires, florida terra 
onde a minha vida vai acabar.
Carlos Gardel nasceu em Tacuarembó ou Toulouse, em 11 de dezembro de 1.890 e morreu em Medellín em 24 de junho de 1.935. 
Foi o mais famoso dos cantores de tango argentino, país ao qual chegou aos dois anos de idade.
Seu lugar de nascimento constitui uma questão controversa. Alguns sustentam que Gardel teria nascido no interior do Uruguai no departamento de Tacuarembó baseando-se em alguns documentos e matérias jornalísticas de época. seria filho do líder político local Carlos Escayola e de Maria Lelia Oliva, que tinha 13 anos.
Outros dizem que Gardel teria nascido na cidade francesa de Toulouse como Charles Romuald Gardès, filho de pai ignorado e de Berthe Gardès (1.865-1.943). Gardel era esquivo sobre o tema e quando indagado dizia: "Nasci em Buenos Aires aos dois anos e meio de idade".
Cantor e ator celebrado em toda a América Latina pela divulgação do tango. Inicia-se como cantor ainda jovem com o nome artístico de El Morocho, apresentando-se em cafés dos subúrbios da capital argentina. Sua primeira interpretação formal se dá no Teatro Nacional da Avenida Corrientes, no qual também se apresenta Don José Razzano, com quem forma uma parceria por vários anos. Pela sensualidade de sua voz, que se presta muito bem à interpretação da milonga – gênero precursor do tango – torna-se conhecido a partir de "Mi noche triste" 1.917.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Gardel


Footing na praça.
Em suas memórias, A menina do sobrado, o escritor Cyro dos Anjos (1.906-19.94) relata desta maneira a Belo Horizonte da década de 1.920: “…já me incorporava ao footing da Praça da Liberdade, onde em noites de retreta Priscilas outras haviam de surgir aos punhados.
Depois do footing, meu pensamento tomava o bonde, apeava na porta do Odeon, entrava na sala de projeções, mirava, guloso, a esplendente platéia”. As lembranças variam de acordo com cada época, mas principalmente na primeira metade do século 20 não havia lazer entre os jovens que não esbarrasse na prática do footing, aquele vaivém descompromissado em que o flerte era regra.
O footing da Praça da Liberdade – foi ali, no final da década de 20, que o então estudante de Medicina Juscelino Kubitschek teria visto pela primeira vez Sarah Gomes de Lemos – e o da Avenida Afonso Pena – ainda amplamente arborizada, com ficus plantados em ambos os lados da via e com trilhos por onde passavam os bondes – são, até hoje, os mais citados como retrato de uma época. 
Mas havia vários outros, como os das praças Raul Soares, Duque de Caxias, Negrão de Lima e Hugo Werneck, das avenidas Paraopeba (atual Augusto de Lima) e Paraúna (hoje Getúlio Vargas) e da Rua Itajubá. De uma maneira geral, os frequentadores iam em seus respectivos bairros. 
Footing, até segunda ordem, era programa para gente solteira. Se um rapaz aparecesse de mãos dadas com uma garota numa praça ou avenida, era porque tinha assumido um compromisso. Desta maneira, estava “inutilizado para outros amores”, em palavras da época.
E perdia seu prestígio entre as jovens. Na Praça da Liberdade ficavam os estudantes. As meninas eram do Imaculada, do Sacré Coeur ou do Santa Maria. Boa parte dos rapazes era do CPOR. Se trajasse terno (os mais chiques, com colete), então as garotas já sabiam que ele era universitário – curso de Medicina ou Direito, certamente. 
Elas usavam vestidos “de footing” – assim como existiam os “sapatinhos de ver Deus”, dedicados às missas dominicais. “Não existia essa coisa de comprar muita roupa. Cada uma tinha no máximo quatro vestidos”, completa Aurora França. Sempre comportados, vale dizer. 

Antes e depois do footing – na Praça da Liberdade ele começava às 19 horas e não ia após as 22 horas – havia outros programas.


Aos domingos, era missa das 10. Quem ia à Igreja de Lourdes, volta e meia rumava de lá para o Minas, nos dias em que era promovido a Missa Dançante. Se a festa fosse durante a noite, ela mudava de nome para Hora Dançante. E para as “moças de família”, o baile não passava da meia-noite. 





http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_29/2009/05/18/ficha_namorado/id_sessao=29&id_noticia=11266/ficha_namorado.shtml



Namoro a moda antiga.
Antigamente, namoro era no sofá da sala sob a supervisão dos pais. A moça tinha horário certo para voltar do baile, para onde só podia ir acompanhada do irmão mais velho. Em muitos casos, beijo na boca era só depois do casamento. Hoje em dia, quanta diferença: os namorados podem passar a noite juntos e pode rolar sexo logo no primeiro encontro. Tanta liberdade ajuda ou atrapalha?
Par constante
Na época da avó da jornalista Juliana, a boa da night era ir para o clube onde rolavam os bailes: "Minha avó conta que colocava seu melhor vestido rodado e esperava que um rapaz a tirasse para dançar. Se os dois se interessassem um pelo outro e continuassem dançando, viravam um par constante". Ju adora conversar sobre o tema com a senhorinha, que lembra a dificuldade de namorar. "O irmão mais velho ficava de olho. Quando ela arrumava um par constante, ele queria ir embora do baile e levá-la junto", diz a jornalista, que não teria nascido se a avó não tivesse enganado o irmão e conhecido o homem com quem veio a se casar.
"A vovó fala que naquele tempo o ritmo era lento, com muito mais romantismo e respeito".
Nos dias de hoje, a história é outra. Em uma micareta, tem gente que beija dezenas de pessoas por noite. Se bobear, o ano inteiro vira um carnaval fora de época: todo mundo fica com todo mundo.
A usuária da rede social do Bolsa de Mulher Pedrita acha que essa facilidade modificou o comportamento dos homens. "Depois que apareceu essa moda de 'ficante', muitos só querem ficar e não querem compromisso sério com as gurias", reclama ela, que diz dar valor aos homens que querem namorar sério, à moda antiga.
http://www.bolsademulher.com/amor/namoro-a-moda-antiga-1/

A Rural Willys é um utilitário que foi produzido pela Willys Overland nas décadas de 1.950, 1.960 e 1.970 no Brasil. Na década de 1.970, passou a ser produzida pela Ford do Brasil, que comprou a fábrica da Willys em 1.967, mantendo inalterados o nome Rural e praticamente todas as características do veículo.
Foi lançado nos Estados Unidos em 1.946 com o nome de Jeep Station Wagon, tendo sido o primeiro veículo do tipo com a carroceria toda em metal, em contrapartida às carrocerias de madeira, então comuns. Com pequenas diferenças, foi produzido também em outros países como o Japão, onde foi fabricado pela Mitsubishi, com o nome J37 e a Argentina, onde foi fabricado pela Kaiser e é conhecido como Estanciera.
O modelo brasileiro foi redesenhado em 1.960 utilizando como inspiração a arquitetura moderna de Brasília, em construção na época. Este desenho acompanhou a Rural até o encerramento de sua produção em 1.977.

A Rural Willys pode ser considerada "avó" dos atuais utilitários esportivos existentes, pois era um veículo com espaço para a família, mas robusto e com vocações off-road, ou seja, capaz de enfrentar ruas e estradas de terra, lama ou mal conservadas.
Em 1.961 entrou em linha a versão picape da Rural, chamada de Pick-Up Willys ou Pick up Jeep e, posteriormente, F-75. A versão militar, amplamente utilizada pelas Forças Armadas do Brasil, denominava-se F-85. Na Argentina, este modelo foi conhecido como Baqueano. A F-75 manteve-se em produção pela Ford do Brasil até 1.981.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rural_Willys

O Isetta foi um dos microcarros produzido nos anos posteriores à Segunda Guerra Mundial. Embora o desenho seja originário de Itália, construíram-se noutros países como Espanha, Bélgica, França, Brasil, Alemanha e Reino Unido.
Em 9 de abril de 1.953 a empresa italiana Iso Automotoveicoli, fabricante de motocicletas e triciclos comerciais, apresentou no salão de Turim um projeto iniciado em 1.952 denominado Isetta, que consistia em um automóvel de baixo custo, voltado para a realidade da economia do pós-guerra italiano. Projetado pelo engenheiro aeronáutico Ermenegildo Preti e seu colaborador Pierluigi Raggi, possuía características peculiares, como porta frontal para facilitar o acesso ao interior do veículo, pequenas dimensões, boa dirigibilidade e performance suficiente para a época (máxima de 80 km/h) com um consumo de até 25 km com apenas um litro de gasolina.
Apesar dos evidentes dotes de racionalidade e economia, sua vida na Itália teve curta duração e sua fabricação encerrou-se em 1956. Isetta apareceu nos filmes "Carros" 1 e 2.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Isetta
O Romi-Isetta foi o primeiro automóvel produzido no Brasil, entre 1.956 e 1.961, pelas Indústrias Romi S.A., com sede em Santa Bárbara d'Oeste, interior de São Paulo.
Em 1.955, a Iso concedeu os direitos de produção do Isetta para a empresa brasileira Indústrias Romi S.A., fabricante de máquinas industriais e agrícolas fundada em 1.930 pelo comendador Américo Emílio Romi e seu enteado Carlos Chiti, com sede em Santa Bárbara d'Oeste (São Paulo).

Em 28 de agosto de 1.955, foi publicada a notícia no jornal Diário de São Paulo informando que as indústrias Romi produziriam o Romi-Isetta no país. Lançado em 5 de setembro de 1.956, o Romi-Isetta, equipado com um motor de dois tempos, se consistiu no primeiro automóvel de passeio de fato fabricado em território brasileiro.
A estratégia de publicidade adotada pelo fabricante visava a expor o modelo a diferentes públicos: de segundo carro para a família ao estudante universitário. Algumas peças publicitárias foram criadas visando o público feminino, como por exemplo o anúncio que exibia uma mulher saindo de uma gaiola para entrar em um Romi-Isetta, com os dizeres "agora sou livre".
Em 1.959 o Romi-Isetta passou a ser equipado com um motor de quatro tempos de fabricação BMW.
Ao todo, no período de 1.956 até 1.961, foram fabricadas cerca de três mil unidades no Brasil, muitas das quais ainda hoje permanecem nas mãos de colecionadores.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Isetta#Romi-Isetta

Bonde é um meio de transporte público tradicional em grandes cidades da Europa como Varsóvia, Basileia, Zurique, Lisboa e Porto, ou das Américas, como São Francisco, Rio de Janeiro e Toronto.
Movimenta-se sobre trilhos que, em geral, encontram-se instalados nas partes mais antigas das cidades, uma vez que a sua implantação data, também em geral, da segunda metade do século XIX. Faz um percurso tipico, mas não obrigatoriamente, turístico.

Destinado sobretudo ao transporte de passageiros, atualmente constitui-se em um meio de transporte rápido, já que geralmente tem prioridade sobre o restante trânsito. Em Portugal obedece às regras de trânsito como qualquer outro veículo motorizado.
Hoje em dia, por razões de economia de energia e de preservação do meio ambiente, vem sendo sucedido pelo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), cuja utilização se encontra em expansão em várias cidades do mundo. Os bondes têm grandes vantagens em relação aos ônibus, entre as quais a menor poluição, tanto sonora quanto atmosférica.
Complementarmente, a subsistência dos antigos bondes elétricos representa uma mais-valia cultural das próprias cidades, já que cada uma introduziu modificações características em suas respectivas redes. Muitas das grandes cidades da Suíça ainda usam os elétricos, bem como grandes cidades da Alemanha, Polônia e algumas da França, como por exemplo, Estrasburgo.
Bondes com tração animal
Estas primeiras formas de transporte público se desenvolveu a partir das rotas de transporte industrial ou do ônibus que concorreu pela primeira vez em via pública na década de 1.820, utilizando os recém-inventados aço e ferro. Estes eram versões locais das linhas de diligência e pegou e jogou fora os passageiros de uma rota regular, sem a necessidade de ser pré-contratados.
Bondes sobre trilhos eram uma melhoria sobre o ônibus que a baixa resistência ao rolamento das rodas de metal, ferro ou trilhos de aço, permitiram que os animais para transportar uma maior carga de um esforço determinado que o ônibus e deu um passeio suave. O bonde a cavalo, combinada ao baixo custo, flexibilidade e segurança da energia animal com a eficiência, suavidade e capacidade de todas as condições meteorológicas de um trilho de direito de passagem.
http://pt.wikipedia.org/wiki/El%C3%A9trico

BANHO da DONA DOROTÉIA
O desfile de Carnaval no qual apenas homens desfilavam vestidos de mulher acontecia por uma tradição mantida, na semana que antecedia o Carnaval.
Foi criado em 1.923, pelo carnavalesco Luís Vieira de Carvalho, o Lorde Gorila, após no Theatro Guarany acontecer a peça "Dona Dorotéia, Vamos Furar Aquela Onda?", do jornalista e teatrólogo Chico Sá.
Os Foliões desfilavam pela orla da praia até chegar a frente do clube Saldanha da Gama, onde acontecia o tradicional banho de mar.
A partir de 1.973 o evento contou com a participação de mulheres. Na primeira fase a abertura era feita com foliões à cavalo, depois vieram os ciclistas, e posteriormente motociclistas.
Diferentemente dos desfiles de blocos e escolas de samba, que demonstram seu tema durante o desfile, os foliões patuscos interagiam com o público durante todo o trajeto até o local do desfile, dando vida aos personagens em uma encenação gigantesca.
Os blocos que fizeram fama no Carnaval de Santos tinham nomes curiosos como Dengosas do Marapé; Favoritas do Sultão; Moleques de Rua; Esmeraldas; Flores do Jabaquara; Gueixas do Atlântico; Romanos do Campo Grande; Embaixada de Santa Tereza; Cruz de Malta; Unidos da Ponta da Praia; Tubarões da Baixada; Sufoco Portuário; Turma do Barril; Bafo da Jaguatirica; Bloco do Agito; Tietas Vascaínas; Raparigas do Último Gole; Nereidas Tricolores; Penososas do Itararé; Cacique do Macuco; Chineses do Mercado; Mariposas de Santo Antônio; As Misses.
Durou por mais de 60 anos, em 1.997 o Clube Saldanha da Gama decidiu cancelar os desfiles do Banho da Dorotéia devido aos diversos episódios de violência registrados, com brigas entre gangues rivais que usavam o evento para seus duelos, além da falta de manutenção cuidadosa em sua realização espantando os foliões mais antigos e dispersando o público.
O espírito do D. Dorotéia ainda paira nas guerras de confete dos blocos de bairro, nos bailes de carnaval das tendas da orla da praia, à espera do grito que reunirá os indivíduos fantasiados de seres mitológicos e personalidades públicas. Outros locais, mesmo da região, tentaram copiar, mas não houve o mesmo sucesso.
http://www.melhordesantos.com/2010/05/melhores-anos-banho-da-doroteia.html

Bule ebulidor elétrico de cerâmica para aquecer água.


Radio de válvulas.

Ferro de passar roupa, pré aquecido em brasas.




A máquina de escrever, máquina datilográfica ou máquina de datilografia é um instrumento mecânico, eletromecânico ou eletrônico com teclas que, quando premidas, causam a impressão de caracteres num documento, em geral de papel.
O método pelo qual uma máquina de escrever deixa a impressão no papel varia de acordo com o tipo de máquina. Habitualmente é causado pelo impacto de um elemento metálico, com um alto relevo do carácter a imprimir, numa fita com tinta que em contato com o papel é depositada na sua superfície.
No fim do século XX tornou-se rara a utilização de máquinas de escrever na generalidade das empresas e na utilização doméstica, sendo substituídas pelo computador, que, com processadores de texto, possibilitam efetuar o mesmo trabalho de modo mais eficiente e rápido.

O profissional especializado em usar a máquina de escrever é chamado de datilógrafo.
A invenção de um primitivo dispositivo de escrever mecanicamente é atribuída a Henri Mill, em 1.714.
O italiano Pellegrino Turri introduziu, em 1.808, o sistema de Teclado. Posteriormente, o mecânico norte americano Carlos Thuber criou um modelo aperfeiçoado, com maior rapidez de escrita (1.843). Outros nomes como os do norte-americano Burth, o inglês Jenkins, e o francês Pogrin, colaboraram para o aperfeiçoamento da máquina.



As primeiras máquinas imprimiam apenas em caracteres maiúsculos. Foi Brooks quem conseguiu a impressão dos caracteres maiúsculos e minúsculos.

A última fábrica que produzia máquinas de escrever não elétricas, a Godrej and Boyce em Bombaim, Índia, encerrou em 2.011, depois de ter vendido menos de 1.000 exemplares no último ano, definitivamente tornou-se numa peça de museu.
A máquina de escrever brasileira

A invenção de um dispositivo mecânico de escrita no Brasil é atribuída ao padre Francisco João de Azevedo, nascido na Paraíba do Norte (atual João Pessoa) em 1.827 e falecido em 1.888. Professor de Matemática do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, integrante de uma família em que existiam mecânicos, constrói um modelo de máquina de escrever que apresentou na Exposição Agrícola e Industrial de Pernambuco em 1.861, e na Exposição Nacional do Rio de Janeiro, em fins do mesmo ano, sendo premiado com a Medalha de Ouro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever


Rita Hayworth imortalizou o estilo "Old Hollywood" com cabelos soltos e estruturados com ondas bem marcadas. Seu penteado é um dos representantes do glamour do cinema da década de 1.930 e 1.940, tendência que está de volta às passarelas e aos cabelos das famosas . No Oscar deste ano, os cabelos ondulados ao gosto de Rita ganharam os looks de algumas estrelas, mas o visual se destacou na produção de Jessica Chastain que tem cabelos ruivos de um tom bem próximo ao da atriz dos anos 1.930.

Nascida Margarita Carmem Cansino, Rita mudou o visual para se transformar na musa do cinema. Além de pintar os cabelos castanhos de vermelho, a atriz se submeteu a várias sessões de eletrólise para aumentar a dois centímetros de testa, considerada curta demais para o padrão de beleza hollywoodiana da época.
A atriz ficou consagrada por Gilda, papel principal do filme homônimo, de 1.946, quando interpretou uma mulher sedutora que lhe rendeu o título de uma das mulheres mais desejadas de Hollywood.

O estilo é ótimo para quem quer uma mudança de visual sem abrir mão do cabelo solto. Para fazer o penteado, é necessário estar com o cabelo liso e com comprimento abaixo do ombro para que o cabelo tenha o peso necessário para formar ondas mais definidas. Para fazer em casa, passe mousse nos cabelos e faça babyliss em mechas pequenas. Escove com uma escova de cerdas macias, tendo cuidado para não desfazer as ondas formadas.
http://www.belezaextraordinaria.com.br/noticia/cabelo-ruivo-ondulado-de-rita-hayworth-volta-a-ser-tendencia_a45/1


A brilhantina é um cosmético apresentado na forma de pomada utilizada para modelar o cabelo. Sua composição é de basicamente parafina líquida, parafina comum e petrolatum, que são os mesmos ingredientes essenciais das atuais pomadas, ceras fixadoras e finalizadores para cabelos.
Sua utilização se deu em larga escala até os anos setenta, tendo o seu auge na década de cinquenta, servindo de nome para o musical "Grease", que literalmente significa brilhantina em inglês, marcando definitivamente o visual da época.

Seu uso foi substituído por outros produtos, como gel fixador e mousse para cabelos. As principais reclamações contra a brilhantina eram o aspecto gorduroso que dava ao cabelo e o visual "engomado" ou "vaca lambeu", gíria esta muito utilizada no Brasil.
A brilhantina vem sendo reativada pelos fãs do rock'n'roll e cantores "rockabilies", que se vestem e se arrumam exatamente como os ídolos das décadas de 50 e 60, com seus cabelos brilhosos e com altos e impecáveis topetes.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Brilhantina

Os óculos Ray-Ban foram criados em 1.937. Alguns anos antes da sua criação, o tenente John MacCready retornando de uma aventura aérea em um balão reclamou que o sol tinha irritado e danificado a retina dos seus olhos. Ele contatou em Nova York a famosa loja e fabricante de óculos Bausch & Lomb, pedindo-lhes para criar óculos elegantes e que desse proteção aos seus olhos contra os raios solares. E dessa característica surgiu o nome da marca, a mistura do termo em inglês raio (Ray) e as três primeiras letras da palavra banir (Bannish).

Em 7 de maio de 1.937, a Bausch & Lomb registrou a patente. O protótipo, conhecido como Anti-Glare, tinha armações muito leves pesando 150 gramas. Elas eram feitas de metal banhado a ouro com lentes verdes de cristal mineral que filtravam os raios infravermelhos e ultravioleta.

Os pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos imediatamente adotaram os óculos de sol devido a estas características. Assim, o modelo Ray-Ban Aviator se tornou um estilo bem conhecido de óculos de sol dada a sua popularidade entre os pilotos.


Ficou também internacionalmente conhecido quando o General Douglas MacArthur desembarcou em uma praia nas Filipinas durante II Guerra Mundial e vários fotógrafos registraram esse momento e General Douglas estava utilizando tais óculos. Daí por diante os óculos Ray-Ban se popularizaram não só entre os militares, mas também entre os consumidores em geral.
Durante a década de 50, mais precisamente em 1.952, o designer Raymond Stegeman criou o modelo Wayfarer construído com armação de plástico e com um desenho inspirado em carros com traseira rabo-de-peixe, muito comum na época. Raymond Stegeman vendeu o protótipo para a B&L que registrou a patente como Ray-Ban Wayfarer.

Seu objetivo inicial era vende-los também a pilotos todavia foi comumente adotado por artistas. Os Wayfarers obtiveram grande popularidade na década de 1.950 e 1960, especialmente após de terem sido usados por Audrey Hepburn, em 1.961 no filme Breakfast at Tiffany's.
Primeira-dama Jacqueline Kennedy.




Durante a década de 60, o Ray-Ban Jackie Ohh, ganhou destaque mas não ficou tão popular quanto os modelos Aviator e Wayfarer, ao ser usado pela primeira-dama americana Jacqueline Kennedy. O nome veio do apelido dado pela mídia á primeira-dama.

Após o período de sucesso nas décadas de 50 e 60, o Wayfarer caiu no esquecimento nos anos 70 e quase ficou fora do mercado. Nos anos 80, a Ray-Ban resolveu investir no modelo novamente com a inserção em vários filmes de Hollywood e deu certo. Na década de 80 os óculos voltaram a ser destaque de moda e vendas.

Nos 20 anos seguintes a Ray-Ban diversificou seus modelos e se firmou como uma das maiores marcas do setor.
Em 1.999 foi comprada pela empresa italiana Luxottica por U$640 milhões.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Ray-Ban





Pelada de rua.
Pelada é futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol mais rudimentar que a pelada. É o futebol de rua.
http://www4.fct.unesp.br/entidades/estudantis/caef/escritos/Futebol%20de%20Rua%20-%20Luis%20Fernando%20Verissimo.pdf

A cegonha vai trazer o bebê da mamãe.
As cegonhas (Ciconia spp.) são aves migrantes da família Ciconiidae. As cegonhas têm cerca de 1 metro de altura e 3 kg de peso. O seu habitat é variado e a alimentação inclui pequenos vertebrados. São animais migratórios e monogâmicos. As cegonhas não têm siringe e por isso não emitem sons vocais, emitem sons batendo com os bicos, atividade a que se dá o nome de gloterar.

As cegonhas vivem em locais como campos abertos, margens de lagos e lagoas, zonas pantanosas, prados úmidos, várzeas, cidades, pântanos, pastagens e falésias
Comem rãs, lagartos, cigarras, cobras, insectos, minhocas e peixes.
É muito difundida a lenda segundo a qual ela traz os recém-nascidos. Isto está indubitavelmente ligado aos seus costumes de ave migradora, correspondendo seu retorno ao despertar da natureza na primavera.
Na Romênia, havia a crença de que uma criança concebida com amor era sempre trazida pela cegonha; viria a ser chamada de noite das cegonhas uma noite do começo de abril. É a ocasião do acasalamento das cegonhas, pois, embora sejam aves diurnas, elas se acasalam somente à noite e nessa noite de abril.
Nesse dia, ao cair da noite, sozinhas ou aos pares, elas deixam seus ninhos e desaparecem no céu a escurecer. Durante essas noites, verificava-se uma tradição: as jovens das aldeias moldávias tinham total liberdade sexual, e as crianças nascidas nove meses depois eram "trazidas pelas cegonhas". Essas crianças, filhas do amor, eram sempre bem acolhidas e não causavam transtorno para suas famílias (porém, geralmente, a jovem anunciava aos pais seu desejo de se casar com o pai da criança).
A cegonha também é símbolo da piedade familiar. Na Europa medieval, acreditava-se que a cegonha alimentava seus pais envelhecidos e que era muito dedicada a seus filhotes. No Extremo Oriente, tal qual o grou, ela é considerada um símbolo da imortalidade.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cegonha



Um baile é uma reunião formal de pessoas para dançar. A palavra deriva do latim, ballare.
Os Bailes de Máscaras, também chamados de Bailes à Fantasia ou Bals Masqués foram os eventos precursores do carnaval moderno no Brasil.
Na primeira metade do século XIX, para fazerem frente ao conjunto de brincadeiras conhecido como Entrudo, os bailes marcaram a adesão da nova burguesia capitalista à folia e a incorporação ao carnaval brasileiro do luxo e sofisticação característicos das festas de Paris. (Ferreira, 2005a, 2005b)


Os primeiros bailes carnavalescos brasileiros tiveram lugar no Rio de Janeiro, já no final da década de 1.830. Só era permitido a entrada de duques, rainhas, princesas, príncipes, condes, condensas, duquesas, etc.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Baile_de_M%C3%A1scaras



Naquela noite, na Ribeira, a Festa de Santo Antônio seria comemorada. Há diversos dias que os moradores só falavam nisso. As comemorações ocorreriam em frente a uma residência, situada na Rua Frei Miguelinho, nas imediações do Cine Rival.

Desde a tarde que as moças velhas estavam nas janelas das casas. Quando “Ribeirinho” chegou, a festa estava começando, e alguns casais dançavam animados uma polca, tocada por um velho das Rocas, muito conhecido por suas habilidades na sanfona.

As moças, bem vestidas, desfilavam na calçada os mais recentes lançamentos da moda. Todas tinham um laço de fita nos cabelos (azul, vermelho, verde). Deveria ser moda por aquela época, usar um laço de fita nos cabelos.

Como sempre, as festas de Santo Antônio terminavam pela madrugada, e não raramente acabavam no dia já claro.

A fogueira ainda queimava e algumas moças faziam adivinhações. Sendo Santo Antônio, por sua justa fama, o santo casamenteiro, aquela festa tinha a finalidade de promover o encontro das moças solteiras com os rapazes, pois se quisessem casar, teriam que começar tudo pelo namoro.



Os rapazes, de engomados ternos brancos, todos conhecidos entre si, tomavam cerveja e cachaça em balcão improvisado, que fora montado com a finalidade de arrecadar recursos. Alguns, mais desinibidos, tiravam as moças para dançar, sem nenhum acanhamento.

O tocador atacava ora com polca, ora com a marcha, músicas que eram muito apreciadas por todos os presentes.

Ali pertinho, a imagem de Santo Antônio a tudo assistia e ia se encarregando de formar os novos casais: tradicional obrigação do santo casamenteiro.

Passava das 11 horas da noite, quando soltaram os últimos foguetões. A fogueira já queimara toda, e algumas pessoas assavam milho nos braseiros.

O baile ia a todo vapor, quando chegou aquele rapaz, desconhecido e bem vestido. Quem era? Ninguém sabia. Deveria ser de fora, talvez fazendo parte da tripulação de um navio português, que, coincidentemente, estava atracado no porto de Natal.

Muito bem vestido, tudo nele chamava atenção. Os sapatos reluzentes, a belíssima camisa de seda, os cabelos partidos ao meio e o cheiro de perfume francês.
As moças curiosas observavam o desconhecido, o que parecia não agradar muito aos rapazes da região, que passaram a olhá-lo com desconfiança.
Mas, rápido, ele já estava cercado pelos rapazes, tratando-os como velhos conhecidos, o que lhe deu imediata popularidade. Pagava cerveja, a torto e a direito. A festa pareceu que ficara até mais animada com a sua presença.
Quando tirou a primeira moça para dançar, aí foi que viram como ele dançava bem: tinha um jogo de cintura, como nunca haviam visto antes. A tirada de perna, então, era incrível. Os rapazes passaram a dançar igual. Deveria ser a última moda na Europa.
Ele só parava de dançar nos intervalos, e bastava recomeçar a música para ser o primeiro a voltar a dançar.
Engraçado é que ele apenas olhava para a moça escolhida, e ela já estava em seus braços... As outras, não tiravam os olhos do casal, e ficavam disputando sobre quem seria a próxima. Isso já estava desagradando a alguns rapazes da terra. Alguém chegou até a comentar: parece que tem olho de boto!... Todos sabem o poder do olho de boto em enfeitiçar as mulheres. Dizem que as mulheres não resistem ao seu feitiço.


Quando o galo anunciou a madrugada, ele se apressou a sair. Tomou o rumo do Cais do Porto, em direção ao Potengi. O baile, a essa altura, já ia perdendo a animação e os rapazes e moças, cansados, começavam a retirar-se para as suas casas.
Pela manhã, um velho pescador das Rocas comentou que viu, de sua canoa, quando um rapaz de terno branco mergulhou no rio e desapareceu. Será que o desconhecido seria um boto do Potengi?
http://noticiasdehontem.net/materias/anoII/X/o_boto_do_potengi.html

O baile inesquecível
"Diziam que certa noite, um motorista de taxi resolveu ir para o Clube Glória para um baile que ia ter lá. Acabou que ele conheceu uma moça muito bonita, e ficaram os dois dançando e conversando por muito tempo. Na hora de ir embora o taxista como era cavalheiro resolveu emprestar para a moça o seu casaco e ofereceu uma carona para a bela mulher. Quando deixou a moça em casa lembrou que ela havia esquecido de devolver o casaco dele e ele nem se importou pois já sabia o endereço da moça era só passar na casa dela no outro dia e assim ele tinha um pretexto para voltar a vê-la. No outro dia ele voltou na casa da jovem moça para pegar o seu casaco. Chegando lá um senhor atendeu a porta. Ele pediu para falar com a moça, e o senhor disse que ela havia morrido já fazia uns 3 anos.
O taxista não acreditou e disse pro senhor que ontem ele tinha! dançado com ela no baile do clube. O senhor então, pegou a foto da menina e mostrou pra ele e ele disse que essa era a moça que ele tinha dançado ontem. O senhor, que era pai da menina, resolveu levar o taxista ate o cemitério para mostrar pra ele como a menina estava realmente morta. Chegando lá o casaco do rapaz estava em cima do túmulo dela."
http://lendas-lendasurbanas.blogspot.com.br/2009/05/o-baile-inesquecivel.html


O Véu branco é para as moças solteiras, e o preto para as casadas.

É verdade que há algum tempo não se tem a obrigatoriedade do uso do piedoso uso do véu pelas mulheres. Para ser mais preciso, após do Concílio Vaticano II - mas não critico esta maravilhosa obra do Espírito na Igreja, como faz alguns irmãos para argumentar algumas tristes atitudes de católicos.


Como é belo você ir a uma santa Missa, e lá encontrar mais do que Jesus Eucarístico – que já é tudo-, mas encontra também fiéis piedosos, e em particular as mulheres que cientes desse respeito usam o véu. É muito belo. E infelizmente temos perdido esta bela tradição na Igreja.



Afinal, em sua paróquia ou comunidade alguma mulher usa o véu? Nem mesmo em comunidades, como a Shalom, não me recordo de ter visto alguém o usando. Não que quem não use seja menos digna do que quem usa, até porque muitas (das poucas) podem usá-lo para disfarce, e viver vida dupla.

http://catolicoargrade.blogspot.com.br/2012/03/mulheres-o-veu-nao-e-obrigatorio-mas.html






Sapato estilo Oxford, com biqueira reforçada

Sapato clássico ou social é um estilo específico de sapato usado de acordo com os códigos de vestuário, etiqueta e/ou protocolo. São normalmente compostos por sola de couro, em pele preta ou castanha, têm um salto baixo e apertam-se com atacadores ou com fivela.









Sapato Oxford com biqueira com pormenor picotado

Um estilo de sapato de pele, simples e com atacadores. São originários da Escócia e Irlanda. O pormenor que mais distingue este tipo de sapato é o facto de que a as duas palas com a perfuração para os atacadores não são cosidas a meio do sapato, mas sim partem da sola do sapato. Isto faz com que haja menos pressão no peito do pé, sendo (teoricamente) mais confortável.
Podem ser feitos em variados tipos de pele, para diferentes situações, desde sapatos formais de noite com acabamento verniz, até para uso diário. São tipicamente pretos ou castanhos, podendo ser picotados e ter, ou não, biqueira reforçada. Algumas peles (como camurça) ou tons de castanho, são menos formais, ao passo que peles pretas e sem biqueira são mais formais. Estes detalhes de formalidade são normalmente combinados, e não misturados entre si.



Embora não seja normal (nem formal), por vezes podem-se encontrar em cores e peles pouco habituais, como cores púrpura ou em pele de crocodilo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sapato_cl%C3%A1ssico


A galocha é uma bota ou sapato de borracha que se calça para proteger os pés do contacto com a água, preservando-os da umidade. Eram utilizadas em especial no interior do Brasil, na década de 50 e 60, no enfrentamento de ruas não calçadas e alagadiços.
Em algumas regiões, mediante o desuso e o declínio das antigas galochas, o termo passou a designar qualquer tipo de calçado, mais precisamente de bota, feito de borracha ou outro material impermeável e sem cadarços, para proteger da chuva ou da umidade.
São voltadas principalmente para o uso em diferentes atividades profissionais, oferecendo proteção reforçada contra condições adversas de tempo, acidentes e outros.


Galochas eram o principal produto da empresa finlandesa Nokia antes de esta entrar no ramo da telefonia móvel.
No Brasil é comum usar a expressão idiomática "chato de galocha" referindo-se a uma pessoa de comportamento socialmente desagradável.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Galocha




Espartilho ou Corset é uma peça do vestuário feminino que dispõe de barbatanas metálicas e amarração nas costas. Essa peça tem como objetivo reduzir a cintura e manter o tronco ereto, controlando as formas naturais do corpo e conferindo a ele mais elegância. O Corselete é um tipo de espartilho que é usado por fora.


O Espartilho ou Corset surgiu por volta do século XVI, e tinha como objetivo manter a postura e dar suporte aos seios. Somente por volta do século XIX graças a invenção dos ilhóses e o uso de barbatanas de baleia que a atenção foi voltada para a cintura e teve início a era das cinturas minúsculas, conhecida como era Vitoriana. A peça caiu em desuso no início do século XX quando foi inventado o sutiã.
Nos anos 40 ela foi usada pelas Pin-ups e inspirou Christian Dior, que criou o New Look. Nos anos 60 o espartilho se tornou um acessório do fetiche. No início dos anos 80 alguns estilistas trouxeram de volta à moda peças que antes tinham sido relegadas ao fetiche e dentre elas estava o Espartilho. Esse revival não durou muito, em 1.990 apenas poucos espartilhos apareciam em coleções de estilistas famosos. Em 2.010, o espartilho voltou à moda.
Do século XVI para cá os espartilhos mudaram bastante. No início eram feitos com tecidos pesadamente engomados, hoje usados em tapeçaria e reforçados com junco e cordas engomadas. Atualmente temos peças muito mais leves, feitas com barbatanas ortopédicas.
Existem vários tipos de espartilhos para todos os gostos, seja para usar debaixo de alguma roupa, seja para usá-lo sozinho apenas. Também pode ser usado como um apelo sexual.
Pin Ups
O espartilho ou Corset é um símbolo para as pin ups, assim como o batom vermelho. No Brasil, as Pin Ups estão voltando a moda neste ano de 2.010 e permanecera em 2.011.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espartilho

Pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes, mas também se pode encontrar outros tipos de Pin Up's que são as mais "comportadas", porém utilizam um pouco do erotismo da Pin-Up. Embora elas sejam realmente muito sensuais, temos a mistura do clássico romantismo. Uma das marcas de uma Pin-Up é a Cereja, batom bem forte, delineador entre outros .
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pin_ups


O coreto da praça.
Coreto é uma cobertura, situada ao ar livre, em praças e jardins, para abrigar bandas musicais em concertos, festas e romarias. Também é usado para apresentações políticas e culturais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Coreto



Evento: Coreto Encanto com Roberto Negrão e Banda.
Local: Praça Deputado Leônidas Camarinha, Santa Cruz do Rio Pardo.
Horário: 20 horas

http://www.santacruzdoriopardo.sp.gov.br/eventos.php


A Furiosa de Santa Cruz do Rio Pardo.
A tradicional Corporação Musical Maestro Zequinha, ou simplesmente banda municipal de Santa Cruz do Rio Pardo, surgida há noventa anos, não está mais em atividade. O grupo deixou de receber a pequena verba destinada à manutenção do conjunto — R$ 1.800,00 mensais para serem divididos entre os mais de vinte músicos. Iramis Trevisan, o último maestro da banda, lamentou o abandono do grupo que foi, inclusive, “ressuscitado” por ele nos anos 90.
A banda foi criada em 1.919, pelo português José Amorim Ribeiro, o “maestro Zequinha”, que, em decorrência de problemas de saúde da mãe, Angelina Amorim Ribeiro, se mudou para o Estado de São Paulo. Passou por São Paulo e Botucatu antes de chegar a Santa Cruz do Rio Pardo.
De acordo com Trevisan — que, aliás, aprendeu a tocar clarinete com “Zequinha” —, a banda foi várias vezes esquecida pelos governos ao longo de sua história. “A banda existiu antes mesmo que eu tivesse nascido. Por vezes, ela era abandonada. Algum tempo depois, ressurgia com o apoio da prefeitura”, lembra.
A banda atual, que tinha cerca de 24 componentes — de 10 a 60 anos —, era formada por instrumentistas de sopro e percussão. Desde o surgimento, apresentava “dobrados” — uma espécie de “marcha esticada” —, peças, valsas, sambas e vários outros estilos musicais em concertos por toda a cidade. Uma das tradições das últimas décadas era a alvorada musical no dia do aniversário da cidade.
Os membros do conjunto — que, em geral, tinham outras profissões — recebiam cerca de R$ 80 mensais; o maestro Trevisan recebia R$ 495. Inicialmente com poucas apresentações, Iramis também formou, em 1.992, um conjunto formado apenas por alunos da Escola Estadual Professora Durvalina Teixeira da Fonseca. Ele deu aulas de teoria e prática musical aos alunos, que chegaram a se apresentar várias vezes durante quatro anos.
Iramis Trevisan revê imagens antigas da banda
Desde o governo do prefeito Manoel Carlos Manezinho Pereira, de 1.993 a 1.996, as apresentações do grupo passaram a ser semanais. “Todos os domingos nos apresentávamos no coreto da praça ‘Leônidas Camarinha’”, conta o maestro Iramis, que passou a dirigir o conjunto em 1.990, no governo de Clóvis Guimarães Teixeira Coelho. Na época em que Trevisan assumiu a banda, ela estava abandonada. Com o apoio municipal necessário e muito esforço na procura de músicos, ele conseguiu reativá-la.
Na gestão municipal seguinte, mais uma vez com o prefeito Clóvis Guimarães Teixeira Coelho, de 1.997 a 2.000, a participação dominical da banda na praça foi suspensa. O grupo passou, então, a se apresentar apenas em eventos comemorativos, como inaugurações e festas de Natal e no desfile de 7 de setembro.
No governo seguinte, de Adilson Donizeti Mira, de 2.001 a 2.008, surgiu mais uma alteração no grupo. O maestro Iramis Trevisan, que era registrado desde 1.990, passou a ser contratado anualmente. Em 2.008 a banda ficou praticamente abandonada e passou a se apresentar apenas em dias festivos da prefeitura, como a reinauguração da praça “Leônidas Camarinha”, da biblioteca municipal e no desfile de 7 de setembro.
Com o início do governo de Maura Romualdo Macieirinha, em 2.009, o vínculo entre a banda e a prefeitura foi definitivamente cortado. “Ninguém veio me contar nada. Fiquei sabendo apenas quando não recebi o pagamento. Depois, ouvi dizer que a verba não poderia, legalmente, ser mais repassada para a banda”, afirma Trevisan.
O maestro, aliás, revelou que não guarda ressentimentos da atual administração. “Não tenho nenhuma mágoa, já que o que é lei deve ser cumprido. Só fico chateado de ver algo que fiz com tanto sacrifício acabar assim repentinamente”, lamenta.

Seu vínculo com a música, no entanto, ainda não acabou. Iramis continua ministrando aulas de música para alunos interessados. “Dou aulas de instrumentos de sopro, menos flauta. Inicialmente o ensino é teórico, com leitura de partituras. Depois, o aluno começa a manusear o instrumento que desejar”, afirma. Ele também ensina música para três adolescentes no distrito de Sodrélia, sem cobrar nada.
http://www2.uol.com.br/debate/1483/cidade/cidade14.htm


A Corporação Musical Maestro Zequinha, mais conhecida como banda municipal, mantém o legado criado nas primeiras décadas do século XX por José Amorim Ribeiro — que ficou conhecido pelo nome que identifica o grupo musical. A banda é regida atualmente por Iramis Trevisan, que aprendeu a tocar clarinete justamente com o antigo maestro. Embora a banda exista há anos, Trevisan acredita que a falta de locais para apresentações dificulta sua divulgação.
Conhecido como “Zequinha da Banda”, o maestro José Amorim Ribeiro assumiu o comando da corporação musical de Santa Cruz do Rio Pardo a partir do governo de Pedro Camarinha e, excetuando o período em que residiu em Bandeirantes-PR, permaneceu à frente dela até o final da década de 50. Trevisan recorda que a banda, na época, tinha o apelido de “A Furiosa” e se apresentava com freqüência no coreto da Praça da República — o “Jardim”. Naqueles anos, além do espaço público ser ponto de encontro dos jovens, também havia o cinema, situado no atual prédio da prefeitura. “Quem não ia à praça, ia ao cinema. Isso mantinha aquela região sempre movimentada”, recorda.
Nascido em Portugal em 1.892, José Amorim Ribeiro chegou ao Brasil com os pais aos quatro anos de idade. Segundo “dossiê” sobre o músico preparado pelas filhas Ignês Moraes Ribeiro Marsin e Maria de Lourdes Ribeiro — e redigido pela neta Maria da Graça Garcia Ribeiro —, problemas de saúde de Angelina Amorim Ribeiro, mãe de Zequinha, obrigou a família a se estabelecer no interior do estado de São Paulo, em Santa Cruz. Por volta de 1910, mudou-se para São Paulo, onde se formou técnico de engenharia civil. Concluído o curso, morou em Botucatu, onde ajudou na construção do Colégio dos Anjos, pertencente ao bispado daquela cidade, e também iniciou-se na vida musical.
O futuro “Zequinha da Banda” passou a integrar a Banda de Música de Botucatu. Devido ao interesse demonstrado, o maestro João Rodrigues do Carmo iniciou Zequinha em contraponto, regência e harmonia. Com isso, o futuro maestro santa-cruzense tornou-se músico e compositor — de acordo com o dossiê, um dobrado em homenagem a Ataliba Leonel, herói da revolução de 1.932, foi composto por Zequinha para um concurso, mas as partituras foram roubadas e registrada por outra pessoa com o nome de “Nove de Julho”. Além dessa, dezenas de outras peças foram compostas e integraram o repertório da banda municipal de Santa Cruz.
Em 1.919, Zequinha mudou-se para Santa Cruz do Rio Pardo, onde se casou com Aureliana Pires de Moraes e assumiu a Banda Municipal. Porém, em 1.932, devido aos movimentos políticos, houve mudanças na prefeitura e Zequinha — que além de regente da banda era funcionário da prefeitura — foi demitido. Obrigado a deixar a cidade, Zequinha mudou-se para Bandeirantes-PR, onde organizou a Banda Municipal.
Em 1.936, retornou para Santa Cruz e retomou a banda municipal, a qual comandou enquanto a saúde e idade permitiram. Devolveu os instrumentos para a prefeitura no final da década de 50 e mudou-se para São Paulo em 1.961, onde morreu dois anos depois.
Após Zequinha deixar o comando da banda, ela foi retomada e rebatizada como “7 de Setembro”, nome que permaneceu até Pedro Lamoso — ex-integrante da banda — propor uma homenagem ao saudoso maestro, dando seu nome à banda. José Amorim Ribeiro também é nome de rua em Santa Cruz.
http://www2.uol.com.br/debate/1372/cadd/cadd.htm
http://www.ibamendes.com/2013/01/fotos-antigas-de-cidades-de-sao-paulo.html


O Cruzeiro (Cr$) foi a moeda do Brasil de 1.942 a 1.967, de 1.970 a 1.986 e de 1.990 a 1.993. Sua adoção se deu pela primeira vez em 1.942, durante o Estado Novo, na primeira mudança de padrão monetário no país, com o propósito de uniformizar o dinheiro em circulação. Um cruzeiro equivalia a mil réis. O Cruzeiro passou por uma reforma monetária no governo Castelo Branco, sendo temporariamente substituído pelo Cruzeiro Novo. A moeda voltou a ser substituída pela equipe do presidente José Sarney, com o Plano Cruzado; o Cruzeiro voltou a vigorar no governo Collor e foi definitivamente substituído pelo Cruzeiro Real em 1.993.
Em 1 de novembro de 1.942, foi introduzido pela primeira vez, cuja denominação se baseava na constelação do Cruzeiro do Sul, escolhido como símbolo da pátria, sendo que esta antiga moeda tinha o código ISO 4217 BRZ.
Em 13 de fevereiro de 1.967, o Cruzeiro foi substituído pelo padrão transitório Cruzeiro Novo (NCr$) por conta do aumento da inflação.
O Cruzeiro Novo equivalia a mil Cruzeiros "antigos", como ficou denominada esta moeda.
Em conclusão a reforma monetária iniciada em 1.967, com a criação do padrão transitório Cruzeiro Novo, a partir do dia 15 de maio de 1.970, foram colocadas novas cédulas em circulação.
A partir daí, houve a supressão da palavra "novo" e do N constante no símbolo da moeda então circulante, que voltou a se denominar apenas "Cruzeiro".
Esta moeda veio a circular até a criação do Cruzado (Cz$) em 28 de fevereiro de 1.986.
O código ISO 4217 desta moeda era BRB.
De 16 de março de 1.990 a 31 de julho de 1.993, durante o governo de Fernando Collor, o cruzeiro volta como unidade monetária nacional, mantendo, contudo, a equivalência com o padrão anterior - cruzado novo, quando, após um período de transição com o cruzeiro real, foi adotado o padrão em uso até hoje: o real (R$).
O código ISO 4217 desta moeda era BRE.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cruzeiro_(moeda)


Você já usou japona?





Kalif Rabelo:Vai e Volta a Moda Antiga disse:

24 de março de 2.012 às 20:32

Do nosso tempo que não volta mais, noís era feliz!


A moda vai e volta, lembra da blusa de manga larga com gola rolê, calça boca de sino,sapato bico fino cromo alemão, cachecol de lã ou tricô para usar no inverno para sair de casa a noite e não inflamar a garganta, o xarope de groselha, galocha, calça Lee americana o sonho da juventude, relógio era o Seiko.
Ouvir no rádio Philco a novela Jerônimo o herói do sertão. E o Dr. Smith será que conseguiu voltar a terra.

Bat Masterson:
No velho oeste ele nasceu
E entre bravos se criou
Seu nome lenda se tornou
Bat Masterson, Bat Masterson
Sempre amigo leal
Foi da justiça um defensor
Bat Masterson,Mat Masterson
Mat Masterson, Bat Masterson
http://www.osarrafo.com.br/v1/2012/03/24/volta-ao-passado-voce-usou-japona/

Neil Alden Armstrong nasceu em Wapakoneta, USA em 5 de agosto de 1.930 e morreu em Cincinnati, USA em 25 de agosto de 2.012.
Foi um astronauta dos Estados Unidos, piloto de testes e aviador naval que escreveu seu nome na história do século XX e da humanidade ao ser o primeiro homem a pisar na Lua, como comandante da missão Apollo 11, em 20 de julho de 1.969.
Antes de se tornar astronauta, Armstrong serviu na Marinha dos Estados Unidos combatendo na Guerra da Coreia como piloto de caça. Após a guerra, ele graduou-se como piloto de testes e serviu na Estação de Voo do Comitê Consultivo Nacional para a Aeronáutica (NACA) de alta velocidade, onde acumulou mais de 900 voos em uma variedade de aeronaves.
Entrou para a NASA em 1.962, integrando o segundo grupo de astronautas da agência espacial, indo ao espaço pela primeira vez em 1.965, como comandante da missão Gemini VIII, três anos antes do voo que o colocaria na História. Condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior condecoração civil do país, e a Medalha de Honra Espacial do Congresso, manteve uma vida discreta e longe dos olhos da opinião pública até sua morte, aos 82 anos. Dele, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama disse ser " um dos maiores heróis americanos, não apenas de sua época, mas de todos os tempos".
“É um pequeno passo para um homem, um grande salto para a Humanidade”, ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Neil_Armstrong

Nos últimos dias, quem embarcou em um avião de companhia brasileira prestou mais atenção às instruções de segurança. Em cada vôo, antes de apontar as saídas de emergência e as máscaras de oxigênio, a comissária-chefe anuncia: "Atenção. Por decisão judicial, processo nº 980025524/9, está proibido o fumo a bordo, independentemente do tempo de vôo". Para os fumantes é quase o mesmo que ouvir a informação de que uma das turbinas está pegando fogo. "É horrível", resume o comerciante belga Marcel van der Bergh, que passou doze horas circulando com um cigarro apagado na boca pelos corredores de um vôo da Vasp entre Bruxelas e São Paulo. Ao proibir o uso de cigarro em todos os aviões civis brasileiros, inclusive em vôos internacionais, o juiz federal gaúcho Guilherme Pinho Machado, da 4ª Vara Cível de Porto Alegre, atendeu ao pedido de dois procuradores do Rio Grande do Sul e deu uma contribuição à onda antitabagista que se tem fortalecido nos últimos anos no país. "A decisão apenas segue uma tendência mundial", afirma o juiz.
Na primeira semana de vigência, no entanto, não houve nenhum incidente. "Os passageiros começam perguntando se não é possível dar um jeitinho, depois vão ficando mais irritados dizendo que fumarão de qualquer maneira, mas não fumam", conta a comissária Tamy Punder, que controlou civilizadamente seu próprio vício nas onze horas de vôo entre Londres e São Paulo.
http://veja.abril.com.br/041198/p_110.html

Simca Chambord foi o nome de um automóvel produzido pela Simca francesa entre 1.958 e 1.961, desenvolvido a partir do Simca Versailles. Tal como este, imitava os automóveis americanos da época. Foi o primeiro automóvel de luxo a ser construído no Brasil sob licença, desde 1.959 até 1.967.
O Chambord também marcou uma época por ser o veículo usado pelo ator Carlos Miranda, protagonista da popular série de TV O Vigilante Rodoviário.
Apesar de sua boa aparência, a primeira versão do Chambord tinha o desempenho comprometido pelo motor Aquilon, um V8 fraco de válvulas no bloco, herança da Ford francesa, o que lhe valeu o apelido jocoso de "O Belo Antônio" (bonito, mas impotente). Em 1.964 sua carroceria foi reformulada e recebe o motor Tufão de 100hp.
O Simca Présidence foi a versão luxuosa do Simca Chambord. Tinha calotas raiadas (tipo as da Maserati 250F), pneu estepe atrás do porta-malas, cores exclusivas e bancos de couro. Recebeu em 1.965 o motor V8 Tufão de 110hp, e no final de 1.966 o motor V8 Emi-Sul de 140 hp.
Simca Chambord é o nome de uma canção da banda brasileira Camisa de Vênus, que fazia uma homenagem ao veículo.
"Um dia me pai chegou em casa,
nos idos de 63
E da porta ele gritou orgulhoso,
Agora chegou a nossa vez
Eu vou ser o maior, comprei um
Simca Chambord
O inverno veio impedir o meu namoro no jardim
Mas a gente fugia de noite
Numa fissura que não tinha fim
Na garagem da vovó;
Tinha o banco do Simca Chambord"
http://pt.wikipedia.org/wiki/Simca_Chambord


Fontes : além das já citadas



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